# QG Feminista > Feminismo em Revista ## Posts - [Por que é tão fácil estuprar e não ser punido](https://qgfeminista.org/por-que-e-tao-facil-estuprar-e-nao-ser-punido/): Apesar de todas as reformas na polícia e nos tribunais, as vítimas de estupro têm apenas uma pequena chance de ver seu agressor condenado. Julie Bindel investiga. “Eu lidei com ser estuprada”, diz Jane Lewis, que foi atacada por um homem há dois anos na festa em que se conheceram, “mas eu enlouqueci quando ele […] - [Trajetória da imprensa feminista no Brasil](https://qgfeminista.org/trajetoria-da-imprensa-feminista-no-brasil/): A história do feminismo está entrelaçada com a história da mídia alternativa, uma vez que as mulheres desde cedo perceberam a necessidade de se fazerem ouvir, apostando em um discurso de contra-informação que assumiu, em alguns momentos, o duplo papel de denunciar e de mobilizar as mulheres na defesa dos seus direitos e na conquista da cidadania. - [É a lésbica em nós](https://qgfeminista.org/e-a-lesbica-em-nos/): Mesmo antes que eu soubesse que eu era lésbica, foi a lésbica em mim que buscou essa configuração elusiva. E acredito que é a lésbica em toda mulher que é compelida pela energia feminina, que gravita em torno de mulheres fortes, que busca uma literatura que expresse essa energia e força. - [O Significado de Nosso Amor pelas Mulheres É O Que Devemos Expandir Constantemente](https://qgfeminista.org/o-significado-de-nosso-amor-pelas-mulheres-e-o-que-devemos-expandir-constantemente/): Gostaria de falar sobre algumas conexões que, acredito, são urgentes de fazer neste momento — conexões que exigem de nós, não apenas orgulho, raiva e coragem, mas disposição para pensar e enfrentar nossa própria complexidade. - [Tráfico de mulheres para fins de exploração sexual e a produção de pornografia](https://qgfeminista.org/__trashed/): As mulheres usadas na produção de pornografia comercial nos Estados Unidos são frequentemente submetidas à violência e à coerção durante as filmagens. Com frequência, elas reclamam e tentam parar a filmagem ou desistir antes da filmagem começar. Suas reclamações são ignoradas e elas são pressionadas por seus agentes ou pelos diretores a continuar. As experiências […] - [Chega de cultura pornográfica: o usuário está ficando cada vez mais insensível](https://qgfeminista.org/chega-de-cultura-pornografica-o-usuario-esta-ficando-cada-vez-mais-insensivel/): Estamos entrando num mundo de crueldade sexual, onde depreciar e desumanizar uma mulher é algo sexualizado Se você liga a televisão, folheia uma revista, ou olha anúncios por aí, você vê que a pornografia tornou-se o modelo pelo qual a mídia representa o corpo feminino. Seja Katy Perry contorcendo-se seminua num clipe musical, seja Miley […] - [Alternativas além da transição: um guia para lidar com a disforia de gênero sem repressão](https://qgfeminista.org/alternativas-alem-transicao-um-guia-passo-a-passo-para-lidar-com-a-disforia-de-genero/): Se já não é óbvio, disfóricos tendem a ver gênero em tudo. Para usar um exemplo pessoal, eu costumava dizer: “Ah sim, eu sempre era o pai nas brincadeiras de casinha na infância. Eu sempre pensei em mim mesmo como um menino, realmente.” E parecia irrelevante o fato de que eu também às vezes era […] - [Da Prática para a Teoria (ou o que é uma Mulher Branca, de qualquer forma?)](https://qgfeminista.org/da-pratica-para-a-teoria-ou-o-que-e-uma-mulher-branca-de-qualquer-forma/): E não sou eu uma mulher? — Sojourner Truth Feministas negras falam como mulheres porque nós somos mulheres… — Audre Lorde É comum dizer que algo é bom na teoria, mas não na prática. Eu sempre quis dizer: então não é uma teoria boa, né? Ser bom na teoria, mas não na prática posiciona uma relação entre teoria e […] - [Sobreviventes incomodadas com o editorial aberto da Teen Vogue](https://qgfeminista.org/sobreviventes-incomodadas-com-o-editorial-aberto-da-teen-vogue/): Sobreviventes do comércio sexual e porta-vozes contra o tráfico de pessoas estão furiosos com uma nova coluna da Teen Vogue que argumenta que vender sexo é um trabalho legítimo e deve ser descriminalizado — dizendo que isso glorifica esse comércio e ignora suas muitas vítimas. A Dra. Tlaleng Mofokeng, especialista sul-africana em reprodução, redigiu o polêmico artigo […] - [Pandora, Eva e a culpa feminina](https://qgfeminista.org/pandora-eva-e-a-culpa-feminina/): Eva e Pandora foram, em diferentes versões, a primeira mulher a habitar a terra. Ambas foram ideia de um criador (Deus ou Zeus) que as deu a vida com o objetivo de servir ao homem. Ambos criadores apresentaram às mulheres um limite que não poderiam cruzar. A pandora foi entregue uma caixa bonita que ela […] - [Da beleza ao sexo: mulheres e meninas condicionadas a aceitar a dor](https://qgfeminista.org/da-beleza-ao-sexo-mulheres-e-meninas-condicionadas-a-aceitar-a-dor/): Estão cada vez mais comuns as expectativas de que mulheres aceitem punições corporais em suas vidas sexuais, graças à normalização da pornografia sadomasoquista. Antigamente reservado para sites “fetichistas”, a popularidade e a tradicionalização do hardcore, punições corporais e pornografia sadomasoquista está crescendo. Uma das atrizes pornográficas mais conhecidas do mundo é Sasha Grey, cujos filmes, […] - [Todo poder às lésbicas](https://qgfeminista.org/todo-poder-as-lesbicas/): Todo Poder às Lésbicas porque ser lésbica é a nossa sexualidade Não há qualquer privilégio em ser lésbica, não há facilidades quando uma mulher assume perante uma sociedade patriarcal que irá se relacionar exclusivamente com outras mulheres, uma vez que o seu desejo não é falocentrado e que sua concepção de afeto não é heteronormativa, […] - [Os filmes de terror: construindo a mulher louca e mantendo seu medo como loucura](https://qgfeminista.org/os-filmes-de-terror-construindo-a-mulher-louca-e-mantendo-seu-medo-como-loucura/): Mais uma forma de desacreditar da vítima Histeria. Quantas vezes já você já ouviu alguém falar “essa mulher é histérica”? Garanto que muitas vezes. O nome vem do grego hystéra, que significa útero. “Acreditava-se, na antiguidade, que a energia vital desse órgão se deslocava para outras regiões do corpo, causando os ataques. Já na Idade […] - [enquanto dependermos dos homens](https://qgfeminista.org/enquanto-dependermos-dos-homens/): instituições masculinas e a busca pela emancipação de mulheres há uns anos, tive o prazer de tomar uma cerveja com uma mulher brilhante e inspiradora, Jehanne Hulsman, advogada de direitos humanos e filha de Louk Hulsman, um reconhecido abolicionista penal. conversamos um pouco e ela me contou umas histórias sobre resolução de conflitos interpessoais. na época, […] - [violência contra mulheres como gozo midiático](https://qgfeminista.org/violencia-contra-mulheres-como-gozo-midiatico/): ou, como as instituições masculinas não nos salvarão uma adolescente desapareceu em 21 de outubro do ano passado, depois de sair de uma festa em um sítio em Mogi das Cruzes (SP). segundo as investigações, ela ia andando em direção ao município vizinho, quando encontrou um motorista que a informou que estava no caminho errado para […] - [Mulher entre classes: que alianças?](https://qgfeminista.org/mulher-entre-classes-que-aliancas/): A mulher burguesa é aliada? O homem trabalhador é inimigo? Enquanto a primeira onda do feminismo iniciou como um movimento por direitos civis, mais (re)conhecido pelas fortes movimentações pelo direito ao voto, a segunda onda tentou entender por que é que, pra começar, nós tínhamos de lutar para ter o que os homens já tinham. Portanto, […] - [A fatídica fábula patriarcal](https://qgfeminista.org/a-fatidica-fabula-patriarcal/): As fábulas são composições literárias cuja finalidade é educar por meio da representação do cotidiano, feita através de analogias com as vivências das personagens — animais que ganham características humanas — e o mundo real. Esse tipo de gênero é frequentemente usado para ensinar crianças sobre valores éticos e morais que costumam já ser bem […] - [Cartas de mulheres implorando por um aborto, enviadas em 1917, são um espelho dos e-mails enviados atualmente](https://qgfeminista.org/cartas-de-mulheres-implorando-por-um-aborto-enviadas-em-1917-sao-um-espelho-dos-e-mails-enviados-atualmente/): No início de 1900, mulheres americanas desesperadas escreveram cartas à fundadora da Planned Parenthood [1] implorando por ajuda com gravidezes indesejadas. Um século depois, elas estão enviando mensagens assustadoramente semelhantes para um serviço internacional de aborto por correio. “Estou grávida novamente e estou quase louca, pois quando meu marido descobrir que vou ter outro bebê, ele […] - [Mulheres indígenas sob ataque](https://qgfeminista.org/mulheres-indigenas-sob-ataque/): É preciso descolonizar as lutas Os povos originários estão sob ataque, não é de hoje, não foi de ontem, é de sempre. Estão há 500 anos resistindo e lutando pelos seus próprios. Uma parcela da sociedade brasileira, o grande capital, o agronegócio, enxerga o índio, seu conhecimento, sua forma de vida como um problema e […] - [O #MeToo fez o que a lei não fez](https://qgfeminista.org/o-metoo-fez-o-que-a-lei-nao-fez/): Essa mobilização em massa contra o abuso sexual, por meio de uma onda inédita de manifestação nas mídias convencionais e sociais, o #metoo, está corroendo as duas maiores barreiras ao fim do assédio sexual na lei e na vida: a descrença e a desumanização trivial de suas vítimas. A lei do assédio sexual – a […] - [Gênero e Materialismo](https://qgfeminista.org/genero-e-materialismo/): Nós sabemos que gênero e sexo são diferentes. Afinal, às feministas pertence a análise mais extensiva sobre isso. Contudo, exatamente porque o gênero foi atado ao sexo, para controlar este último, é impossível separá-los para falar em gênero como uma identidade inata ou autodeterminada invés de uma opressão material, produto da sociedade. - [Sobre aquelas escolhas que não temos](https://qgfeminista.org/sobre-aquelas-escolhas-que-nao-temos/): Feminismo não é sobre as escolhas que as mulheres fazem. É sobre as escolhas que não podemos fazer e sobre o que condiciona e molda as nossas escolhas. Sobre como podemos eliminar essas barreiras e fazer do mundo um lugar para mulheres TAMBÉM - [Revista feminista denunciada pelo Ministério da Mulher por “apologia ao aborto”](https://qgfeminista.org/revista-feminista-denunciada-pelo-ministerio-da-mulher-por-apologia-ao-aborto/): Revista AzMina publicou reportagem em setembro contendo “tutorial” para usar pílula abortiva O MMFDH (Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos) denunciou a Revista AzMina ao Ministério Público na capital de São Paulo por reportagem publicada em setembro de 2019, chamada “Aborto seguro: como é feita a interrupção da gestação com misoprostol”. Após […] - [Então, por que estamos nos submetendo à Indústria da Beleza de novo?](https://qgfeminista.org/entao-por-que-estamos-nos-submetendo-a-industria-da-beleza-de-novo/): Como feminista que argumenta que práticas de beleza são prejudiciais à igualdade das mulheres, fui acusada de ser uma estraga prazeres, que destrói a diversão que mulheres aproveitam de sapatos deformantes, depilação, roupas reveladoras, maquiagem, vestidos enfeitados e mini-saias. Mas o uso de salto alto, por exemplo, não é apenas uma expressão inofensiva de escolhas pessoais e criatividade. Se esse fosse o caso, mais homens fariam uso do salto alto. Não existe tampouco evidência de que mulheres possuem um cérebro especial feminino que resulte em uma amor por saltos altos. Essas práticas de beleza prejudiciais servem a um propósito político. O salto alto marcam o status de subordinação das mulheres. Eles fazem as mulheres parecerem sexy para os homens, e portanto, promovem um entretenimento gratuito para os observadores masculinos no escritório, nos órgãos do governo e na rua. - [Feminismo Radical é a única solução para a constante ‘má conduta sexual’ dos homens](https://qgfeminista.org/feminismo-radical-e-a-unica-solucao-para-a-constante-ma-conduta-sexual-dos-homens/): O feminismo radical é o termo para aquele componente da segunda onda feminista (nos Estados Unidos, a fase do movimento que emergiu na década de 1960) que mais diretamente confrontou a exploração sexual masculina dos corpos das mulheres. Nas três décadas em que eu me envolvi com projetos feministas radicais, essa análise se tornou mais útil que nunca para explicar a crescente sociedade corrosiva, a normalização da exploração sexual e os níveis epidêmicos de violência sexual. - [Ainda somos todas bruxas](https://qgfeminista.org/ainda-somos-todas-bruxas/): Precisamos acessar as verdadeiras narrativas das nossas bruxas ancestrais, afinal, muito do que se verbaliza, equivocadamente, no senso comum sobre esse acontecimento é pontuado através dos olhos dos nossos perseguidores, estamos em busca de um feminino ausente para torná-lo presente. - [Mais bruxas. E todos os dias, mais bruxas.](https://qgfeminista.org/mais-bruxas-e-todos-os-dias-mais-bruxas/): As bruxas, essas que foram vilipendiadas ao longo da história, estavam envolvidas em todo tipo de problemas. Não eram complacentes com quase ninguém e desagradavam a mais pessoas do que as que com elas simpatizavam. O movimento feminista busca desmantelar o sistema de opressão mais colossal que a humanidade já conheceu: aquele que subordina metade da população que habita esse Planeta Terra. Se a versão bacana do nosso movimento feminista agrada todo mundo (particularmente ao sistema), é porque há algo de errado e temos que questionar seriamente os nossos objetivos. - [A queima das bruxas e o incêndio feminista](https://qgfeminista.org/a-queima-das-bruxas-e-o-incendio-feminista/): Desse modo, a caça às bruxas constituiu uma ferramenta de construção de uma nova ordem patriarcal que se preocupou ferozmente em controlar os corpos das mulheres, seu trabalho e suas atividades sexuais, transformando-os em recursos econômicos e, praticamente, propriedades do Estado. Para mostrar o que ser dona do próprio nariz poderia causar, as torturas das mulheres acusadas de bruxaria eram aterrorizantes e podiam ser assistidas por todos em praças públicas: elas eram despidas, depiladas, perfuradas com agulhas em todo o corpo e muitas vezes estupradas. As filhas das bruxas sempre estavam presentes em suas execuções, afinal, era importante dizer para outras mulheres como elas não deveriam se portar. - [Mulher, este é um convite à fúria](https://qgfeminista.org/mulher-este-e-um-convite-a-furia/): Já lidamos a todo o segundo com o peso dos paradigmas que tentam nos enfiar goela abaixo desde o momento em que descobriram a existência do nosso órgão sexual e da nossa (possível) capacidade reprodutora. Não precisamos — nem devemos — carregar o fardo de conter um sentimento tão natural quanto a raiva. Os padrões de gênero não fazem parte de nós; já a angústia e o sofrimento são características determinantes da condição humana, tal qual já era dito desde a modernidade pelos grandes filósofos alemães. Reitero, por fim, o meu convite: que nos dispamos daquilo que eles nos forçam a vestir e passemos a nos revestir com a nossa mais vívida fúria. Ela também é um ato de resistência. - [Podemos ver o Gênero como causa e consequência na militarização e na guerra?](https://qgfeminista.org/podemos-ver-o-genero-como-causa-e-consequencia-na-militarizacao-e-na-guerra/): O que aprendi com essas mulheres, acima de tudo, é que o gênero e a guerra se moldam mutuamente. Abordarei aqui a forma como a guerra molda o gênero, mas meu foco principal será em como o gênero pode ser visto como causativo na guerra. A razão pela qual acho que é importante fazer essa argumentação é porque acredito que pode ser um recurso no amplo movimento antiguerra que todos nós aqui provavelmente fazemos parte. Voltarei a esta questão no final. - [Feminismo Islâmico: a história/origem do véu](https://qgfeminista.org/feminismo-islamico-a-historia-origem-do-veu/): A maioria das pessoas acredita que o véu surgiu no islã, mas ele é muito mais antigo, originou-se de antigas culturas indo-europeias, como os hititas, gregos, romanos e persas. Também foi usado pelos assírios -A primeira referência ao véu data de um texto assírio de 13 aC. No texto, a prática de seu uso foi descrita como reservada às mulheres “respeitáveis” da elite; prostitutas e mulheres pobres eram proibidas de usá-lo (Hoodfar, 2003)-. Nestas sociedades, o véu tinha implicações de classe e sexo; assim, a antiga lei assíria exigia que a mulher de classe alta punisse a plebeia que o usasse. A forte associação do véu com o ranque de classes, assim como uma divisão urbana/camponesa, persistiu historicamente até o século passado. Nessa altura, mulheres mais privilegiadas começaram a rejeitar o véu, como a feminista egípcia Huda Sharawi, enquanto a mulher pobre o adotava cada vez mais como um ingresso à mobilidade ascendente. (Uma dinâmica semelhante ocorreu com a amarração de pés na China moderna.) - [A questão das mulheres em Cuba](https://qgfeminista.org/a-questao-das-mulheres-em-cuba/): No entanto, não foi preciso um conhecimento muito profundo das relações sociais em Cuba para perceber que o patriarcado ainda se faz presente ali. O assédio sexual nas ruas é muito presente, o que deixa evidente, de imediato, para qualquer mulher que coloque os pés na ilha, que a revolução não superou o machismo. É também perceptível que os papéis sexuais continuam bem estabelecidos, sendo que o trabalho reprodutivo continua sendo visto como trabalho feminino. Além disso, dentro do próprio território cubano, o índice de desigualdade é diferente, a desigualdade social provocada pela hierarquia entre os sexos vai ampliando conforme se caminha para o leste, segundo o estudo “Índice de Desigualdad de Género en Cuba: Un Enfoque Territorial”. - [O patriarcado na Palestina](https://qgfeminista.org/o-patriarcado-na-palestina/): Racializar o discuso sobre a violência contra a mulher palestina é mascarar o contexto maior de violência em que essas mulheres estão inseridas. O patriarcado existe na Palestina não apenas na forma de problema social de violência de gênero entre palestinos, mas também na forma de ocupação colonialista. - [A chama do feminismo está viva no Irã](https://qgfeminista.org/a-chama-do-feminismo-esta-viva-no-ira/): Defender o direito das muçulmanas usarem o véu é perfeitamente apropriado nas sociedades ocidentais em que nativistas e xenófobos estão ganhando força política. Mas deixar de falar contra o véu como um símbolo de apartheid de gênero em países onde seu uso é obrigatório por lei, é uma traição a todos os valores democráticos e feministas que lhes são tão caros. - [O que o Movimento de Mulheres Curdas ensina ao feminismo ocidental?](https://qgfeminista.org/o-que-o-movimento-de-mulheres-curdas-ensina-ao-feminismo-ocidental/): A Jineologia traz uma consciência crítica para temas como ética, estética, economia, demografia, ecologia, história/história das mulheres, saúde, conhecimento e política - tudo a ser moldado a partir das necessidades específicas e circunstâncias da realidade onde os estudos acontecerão. O objetivo é criar a base científica que faltava à revolução das mulheres. - [Jinhwar, a vila das mulheres livres](https://qgfeminista.org/jinhwar-a-vila-das-mulheres-livres/): Em espaços autônomos, a conexão das lutas e da revolução das mulheres em Rojava. Chegamos em Rojava como mulheres e internacionalistas feministas, ansiosas para aprender com o Movimento de Mulheres Curdas, para viver e trabalhar com nossos amigos e companheiros curdos e para fazer parte do processo revolucionário de construir e defender alternativas vivas de organização […] - [Por que a esquerda não aceita que a base da prostituição é um racismo brutal?](https://qgfeminista.org/por-que-a-esquerda-nao-aceita-que-a-base-da-prostituicao-e-um-racismo-brutal/): O tráfico de escravos está vivo e passa bem, mas foi repaginado dentro do capitalismo neoliberal. Durante o ato da prostituição, os corpos de mulheres e garotas são colonizados pelo homem que as usa. Como a esquerda pode ignorar isso, enquanto afirma estar lutando por uma sociedade igualitária livre de opressões, é algo além do que posso compreender. - [A heterossexualidade compulsória para uma mulher heterossexual](https://qgfeminista.org/a-heterossexualidade-compulsoria-para-uma-mulher-heterossexual/): O regime da heterossexualidade se presta à manutenção da hierarquia entre os gêneros, já que impõe à mulher que se afeiçoe não ao macho (ou seja, um ser humano adulto dotado de falo), mas ao homem enquanto construção social. - [Se os direitos das mulheres são direitos humanos, por que tantas organizações pressionam pela descriminalização da prostituição?](https://qgfeminista.org/os-direitos-das-mulheres-sao-direitos-humanos/): O fato de que o único apoio e proteção oferecido às mulheres sob o risco da prostituição consistir em legalizar cafetões e donos de bordéis, e dignificar os compradores de sexo, deixa muito claro que “direitos humanos” significa o direito dos homens. - [Afinal: como abolir o gênero?](https://qgfeminista.org/afinal-como-abolir-o-genero/): Como abolir gênero, se ele atualmente está presente em todas as células da nossa sociedade, impregnado na nossa cultura, na nossa linguagem, na nossa formação, na nossa educação, no nosso Direito, no nosso Estado… enfim! Em todas as áreas da vida em sociedade? - [Crianças trans](https://qgfeminista.org/criancas-trans/): Em meio ao falatório sobre identidade de gênero, discursos sobre a transgeneridade infantil estão cada vez mais populares. Materiais que contam a história de meninos e meninas que “se sentem errados” em seus corpos são compartilhados em redes sociais, com narrativas apelativas que visam sensibilizar o público. - [Reflexões sobre estupro](https://qgfeminista.org/reflexoes-sobre-estupro/): A cultura do estupro se constitui a partir de discursos que banalizam e naturalizam a violência contra a mulher. Esta vem sendo perpetuada a partir da reprodução de determinadas práticas sociais, ilustrando, assim, o cenário de ampla misoginia em que vivemos. Como exemplos dessas práticas, podemos citar: o menino que aprende que pode tocar partes […] - [E as lésbicas?](https://qgfeminista.org/e-as-lesbicas/): Lésbicas sempre existiram, desde que o mundo é mundo. O próprio termo é derivado dos poemas de Safo — uma importante poetisa grega, que viveu na Ilha de Lesbos centenas de anos antes de Cristo, e se dedicou a ensinar arte às suas alunas. Mesmo nessa época, o “tribadismo” era visto como prática imoral, vergonhosa. Ser mulher e amar uma igual já era um ato abominável. - [Sobre sexo “de verdade”](https://qgfeminista.org/sobre-sexo-de-verdade/): A gente se acostuma com a ideia de não gostar de sexo. A gente meio que espera isso. A dor, o desconforto, o cara se jogando cansado do nosso lado depois de se satisfazer. E a gente também se acostuma com a recusa deles em nos fazer sexo oral, pelo motivo que for, não importa o quão cretino (comentários em relação ao gosto e aos pêlos toda mulher já deve ter ouvido de um homem pelo menos uma vez na vida. - [Prezadas mulheres, uma carta sobre como conduzir seu movimento.](https://qgfeminista.org/prezadas-mulheres-uma-carta-sobre-como-conduzir-seu-movimento/): (Obs: Caso falte interpretação de texto: as opiniões aqui são irônicas.) Prezadas mulheres, A luta de vocês é realmente muito importante. Eu compreendo que vocês são violentadas todos os dias. Quero dizer, só no Brasil, os dados são fantásticos: 10 estupros coletivos todos os dias; 1 estupro a cada 11 minutos (dos que chegam às autoridades — aproximadamente 10% dos estupros […] - [O que é estereótipo de gênero?](https://qgfeminista.org/o-que-e-estereotipo-de-genero/): E esse é o problema do gênero, ele cria uma relação hierárquica entre homens e mulheres. Onde homens são mais valorizados, admirados, importantes e submetem mulheres que são consideradas inferiores. - [O pessoal é político](https://qgfeminista.org/o-pessoal-e-politico/): Quando o Movimento de Libertação das Mulheres (WLM) tomou como slogan “o pessoal é político”, estava dizendo, em poucas palavras, ao mundo em geral que era hora de abrir mão da visão fragmentada da realidade que persistiu concordante com as visões dominantes. O movimento de libertação das mulheres estava colocando na mesa uma declaração sobre a necessidade de deixar de ver a realidade como um quebra-cabeça onde as peças nunca se encaixam. Exigiu que a realidade fosse reintegrada; que a visão do mundo se torne uma em que as vidas individuais fossem vistas como parte de um todo, invés de serem isoladas dos demais eventos. - [Organização política do Movimento Feminista](https://qgfeminista.org/organizacao-politica-do-movimento-feminista/): Parece que aqui a tensão inerente entre as necessidades de realização de metas e as necessidades de manutenção do grupo é completada. Um grupo que tem muito pouca estrutura dedica-se desproporcionalmente ao último, assim como um grupo que tem demais. Pode-se concluir que o que é necessário para a sobrevivência do movimento é não optar nem pela apoteose da eficiência nem pela apoteose da participação, mas sim por manter um equilíbrio entre ambas. - [A tomada liberal do Movimento de Libertação das Mulheres](https://qgfeminista.org/a-tomada-liberal-do-movimento-de-libertacao-das-mulheres/): O sucesso geral da tomada liberal do movimento de libertação das mulheres depende de uma convergência das suas poderosas “costas-quentes” e dos nossos erros, muitos dos quais são discutidos neste artigo e nesta revista [Feminist Revolution]. Um grande problema foi que demoramos um pouco para entender o que estava acontecendo, e algumas de nós percebemos algumas coisas e algumas pessoas mais rapidamente que outras. Como resultado, ficamos confusas e divididas umas com as outras, cada uma lutando em seu próprio dilema, sem perceber a necessidade ou a incapacidade de operar como um grupo. - [Ativismo Feminista Radical no séc XXI](https://qgfeminista.org/ativismo-feminista-radical-no-sec-xxi/): Certamente, as feministas radicais enfrentam um caminho difícil, pois muitas vezes lutamos tanto contra a direita quanto contra a esquerda, incluindo a versão da esquerda da liberação sexual e reprodutiva das mulheres e a versão da direita da moralidade sexual e reprodutiva das mulheres. Mesmo dentro do feminismo, o feminismo radical assumiu questões que outras feministas ou evitam ou escolhem estar do lado oposto, como nas batalhas sobre tecnologias reprodutivas, pornografia, prostituição e transgeneridade. O que é importante para o futuro do feminismo radical é que aquelas de nós que são feministas radicais se envolvam com o mundo. Temos que recuperar este mundo para nós e para outras mulheres. - [Por que precisamos saber fazer uma análise de conjuntura feminista?](https://qgfeminista.org/por-que-precisamos-saber-fazer-uma-analise-de-conjuntura-feminista/): Os movimentos feministas têm elaborado outras formas de ocupação das ruas, que estão, em certa medida, relacionadas à própria construção política feminista. A horizontalidade dos movimentos feministas tem potencializado o envolvimento de grupos que dialogam com expressões artísticas das mais diversas, vindas das periferias, das universidades, de círculos de artistas mais consolidados, de artistas de rua, entre outras. Não foram os carros de som ou formas de organização mais tradicionais que engajaram e levaram multidões de mulheres às ruas nos últimos anos.É a partir de reflexões como essa, feita através de um conjunto de mulheres, dos mais diversos grupos, associações e movimentos que espera-se que mais mulheres, individualmente, se for o caso, mas mais fortemente nos espaços coletivos possam alimentar novos debates e inspirar mais ações feministas da esquerda na defesa da democracia e de direitos. - [O movimento de libertação das mulheres](https://qgfeminista.org/o-movimento-de-libertacao-das-mulheres/): O sexismo de nossa sociedade é tão difuso que sequer estamos a par de todas as desigualdades que ele gera. Ao menos que a pessoa tenha desenvolvido uma sensibilidade aos seus mecanismos, adotando uma visão deliberadamente contrária, suas atividades são aceitas como “normais” e justificadas sem muito questionamento. Diz-se que as pessoas “escolheram” algo sobre o qual na verdade nunca pararam pra pensar. - [Organizando o Movimento de Mulheres](https://qgfeminista.org/organizando-o-movimento-de-mulheres/): Precisamos estar em cada uma das organizações, em cada um dos movimentos sociais, em cada um dos sindicatos, em cada partido político (à esquerda, claro, não perca seu tempo em partidos conservadores), em cada uma das associações. Temos feito isso organicamente, mas não estamos fazendo isso estrategicamente. E é o que precisamos. - [Olhar Masculino: como a mídia monta uma mulher para o público](https://qgfeminista.org/olhar-masculino-como-a-midia-monta-uma-mulher-para-o-publico/): O Male Gaze na prática é aquela narrativa em que as mulheres são colocadas como objetos, sendo sempre manipuladas para serem uma distração, algo a provocar o telespectador. A mulher foi colocada ali com esse único propósito: usar o jogo de sedução e parecer disponível para quem conduz a câmera, geralmente quem conduz essa câmera é um homem, assim como o público alvo da maioria das produções de artes visuais e literárias: homem. Observando que parece que para essas indústrias apenas o homem tem o poder de consumir, então apenas ele deve ser agradado. - [Machismo na literatura brasileira: o cânone tem sexo, cor e classe social](https://qgfeminista.org/machismo-na-literatura-brasileira-o-canone-tem-sexo-cor-e-classe-social/): A supremacia masculina é perpetuada e mantida com a ajuda dos mais diversos aparatos sociais (já que se trata de uma sociedade patriarcal): a igreja, a família, a escola, os programas televisivos, os livros didáticos e literários, os jornais — a mídia em geral — , o Estado. Os homens, além de estarem na grande maioria dos lugares de prestígio, em que podem ser ouvidos e ter suas vozes consideradas, ponderadas e seguidas, escrevendo para grandes jornais (muitas vezes, sobre temas cuja discussão sequer lhes compete), nos cargos políticos responsáveis por moldar o cenário legislativo do país, ganhando mais que as mulheres para ocupar as mesmas profissões e, portanto, detendo maior parcela do poder aquisitivo populacional, se beneficiam de um machismo que tem caráter estrutural, podendo, portanto, ser reproduzido também por mulheres. - [Como o patriarcado usa a cultura para socializar mulheres para se odiarem?](https://qgfeminista.org/como-o-patriarcado-usa-a-cultura-para-socializar-mulheres-para-se-odiarem/): O patriarcado é a super-estrutura pelo qual homens oprimem mulheres. Usando a cultura num clima de rivalidade, desconfiança, e micro-violências emocionais e até mesmo físicas, mulheres são colocadas umas contras as outras, virando algozes de si mesmas. - [Por que a jornada das mulheres não possui destaque?](https://qgfeminista.org/por-que-a-jornada-das-mulheres-nao-possui-destaque/): Se você é um pouco antenada em histórias em quadrinhos ou nos filmes da Marvel e da DC Comics, você com certeza vem acompanhando um destaque nas personagens femininas que não seja necessariamente dentro do universo de outros heróis, como núcleo secundário, ou dentro de um núcleo de heróis no geral (como Vingadores, X-men e […] - [Por que mulheres demoram mais para descobrirem que são lésbicas?](https://qgfeminista.org/por-que-mulheres-demoram-mais-para-descobrirem-que-sao-lesbicas/): Se você é lésbica, bissexual ou uma aliada engajada, deve estar acostumada com o termo “heterossexualidade compulsória”. Talvez você o tenha tenha empregado para explicar porquê se sentiu coagida a namorar um homem durante a faculdade, ou o sussurrou ao ver duas crianças se tratando como namorado e namorada. É um termo comumente usado para […] - [Não, Teen Vogue, trabalho sexual não é realmente trabalho](https://qgfeminista.org/nao-teen-vogue-trabalho-sexual-nao-e-realmente-trabalho/): Dana Levy, que esteve na prostituição em Israel por vários anos, responde ao recente artigo da Dra. Tlaleng Mofokeng na Teen Vogue intitulado “Por que o trabalho sexual é um trabalho real” (Tradução do texto de Dana Levy  do Nordic Model Now!) A Teen Vogue publicou recentemente um artigo da Dra. Tlaleng Mofokeng sob o título “Por […] - [Mídia & feminismo](https://qgfeminista.org/midia-feminismo/): “But you can do everything.That’s what I think.Our lives are long and full and if we love and work and want, we can do it all.everything everything.even more than we are able to imagine”.  Cindy Crabb, Doris #24 (2007) Zine Feminista criada por Cindy Crabb (USA). As mulheres sempre desempenharam um papel importante nos movimentos […] - [Barriga de aluguel: carta à comunidade LGBT](https://qgfeminista.org/barriga-de-aluguel-carta-a-comunidade-lgbt/): (tradução de texto de Julie Bindel e Gary Powell) Somos uma lésbica e um homem gay que estamos envolvidos há muitos anos na luta pela igualdade de gays e lésbicas e também em questões mais amplas de direitos humanos. Ambos nos opomos inequivocamente a todas as formas de sub-rogação como antiéticas; como legalmente, medicamente e […] - [Primeiro, ela se tornou um meme da internet aos 13 anos. Agora, ela é tratada como estrela pornográfica](https://qgfeminista.org/primeiro-ela-se-tornou-um-meme-da-internet-aos-13-anos-agora-ela-e-tratada-como-estrela-pornografica/): (tradução livre do texto de Nancy Jo Sales, para o The Guardian) Danielle Bregoli apareceu numa live do Instagram, fazendo caras e bocas para a câmera do seu iPhone. Ela apertava os lábios e mostrava a língua, olhando fixamente para seus telespectadores, que a encorajavam com mensagens do tipo: “rebola”, “mostra os peitos” e “me […] - [ajuda memória: uma breve análise feminista do discurso](https://qgfeminista.org/ajuda-memoria-uma-breve-analise-feminista-do-discurso/): (tradução do texto de Andrea Franulic) Quando, na América Latina, se iniciava o período pós-ditatorial das democracias representativas, ou seja, no início da década de 1990, as feministas logo se dividiram, em termos gerais, entre aquelas que desejavam ocupar os lugares que a institucionalidade masculina abria, e as que desejavam manterem-se livres da dita institucionalidade […] - [É impossível criar boas políticas para transgeneridade se não podemos debater as questões](https://qgfeminista.org/e-impossivel-criar-boas-politicas-para-transgeneridade-se-nao-podemos-debater-as-questoes/): (Tradução do texto de Robert Jensen para Feminist Current) Agora que a “lei dos banheiros” foi descartada pelos legisladores do Texas e a comoção política acabou — por enquanto — nós deveríamos dar um passo para trás e considerar o que faz da transgeneridade um assunto tão incômodo. Discussões sobre os direitos dos homossexuais e outras minorias […] - [“The Handmaid’s Tale” oferece um aviso aterrorizante, mas o sequestro do feminismo é tão perigoso quanto](https://qgfeminista.org/the-handmaids-tale-oferece-um-aviso-aterrorizante-mas-o-sequestro-do-feminismo-e-tao-perigoso-quanto/): (Tradução do texto de Gail Dines para Feminist Current) Enquanto “The Handmaid’s Tale” dá um aviso criando uma distopia com viés feminista, “Hot Girls Wanted: Turned On” mostra o que acontece quando permitimos que nosso movimento seja cooptado pelo patriarcado. Foram lançadas na semana passada, duas séries que, a primeira vista, parecem contar duas histórias […] - [“Não é minha culpa. fui criado assim”](https://qgfeminista.org/nao-e-minha-culpa-fui-criado-assim/): Quando confrontados ou expostos, os homens apresentam em três padrões de reação: A completa negação. Este é o homem que não enxerga ou não aceita que fez caca. A negação é geralmente acompanhada por “era em outro contexto” ou, principalmente, “foi só uma brincadeira, não é pra tanto”. Ou seja, ele ou não acha que houve […] - [Não, Feminismo não é sobre escolha](https://qgfeminista.org/nao-feminismo-nao-e-sobre-escolha/): (Tradução do texto de Meagan Tyler para o site THE CONVERSATION) Feminismo voltou a estar na moda. Enquanto a pressão pelo uso da palavra começada com F tem se intensificado, figuras públicas, corporações e boa parte da mídia de massa tem propagado um versão pouco desafiadora de feminismo no imaginário popular. É um feminismo que […] - [Feministas radicais pregam discursos violentos contra prostitutas?](https://qgfeminista.org/feministas-radicais-pregam-discursos-violentos-contra-prostitutas/): Vi essa reportagem da Folha (grifada em lilás) com uma ativista pró-regulamentação a respeito de “mitos e verdades” da prostituição e decidi intercalar algumas das respostas com alguns dados e comentários. Folha — Por que alguém se torna um trabalhador sexual? Pye Jakobsson — Porque é uma solução viável para o quebra-cabeças da vida dessas pessoas, seja para […] - [Regras da Misoginia](https://qgfeminista.org/regras-da-misoginia/): (Tradução de texto de Andrea Dworkin) Primeira regra da misoginia:Mulheres são responsáveis pelo que os homens fazem. Segunda regra da misoginia:Mulheres dizerem “não” para homens é um crime de ódio. Terceira regra da misoginia:Mulheres que falam por si mesmas são exclusionárias e egoístas. Quarta regra da misoginia:As opiniões femininas são violência contra os homens, mas […] - [Mark Zuckerberg odeia pessoas pretas](https://qgfeminista.org/mark-zuckerberg-odeia-pessoas-pretas/): (Tradução do texto de The DiDi Delgado) Existe um ditado bem conhecido na comunidade Negra: “você deve ser bom em dobro pra conseguir metade”. Isso às vezes é denominado a “Taxa Preta”. Significa que pessoas Pretas devem trabalhar duas vezes mais do que pessoas brancas pra receber uma fração de seu pagamento. Então, por exemplo, se […] - [Me arrependo da transição](https://qgfeminista.org/me-arrependo-da-transicao/): Me sinto feliz pelas pessoas que a transição ajudou, mas acho que deve haver mais ênfase no aconselhamento e que deve ser visto como último recurso. Se isso tivesse acontecido comigo, talvez eu não tivesse feito a transição. - [Como Hugh Hefner representa a vitória do neoliberalismo](https://qgfeminista.org/como-hugh-hefner-representa-a-vitoria-do-neoliberalismo/): Não é nenhum acidente que, enquanto celebramos indivíduos ao invés de movimentos para mudança radical, Hugh Hefner foi apontado como líder de uma revolução sexual. - [Se é que existe “feminismo branco”, a ideologia da identidade de gênero é seu melhor exemplo](https://qgfeminista.org/se-e-que-existe-feminismo-branco-a-ideologia-da-identidade-de-genero-e-seu-melhor-exemplo/): A tendência atual entre as feministas da terceira onda, assim como entre pessoas progressistas, é argumentar que podemos ignorar se as pessoas nasceram como machos ou fêmeas e em lugar disso usar termos como “genderfluid,” “multigênero,” ou “genderqueer.” Mas há uma lacuna imensa entre esta linguagem — popularizada dentro das salas de aula dos Estudos de Gênero do Ocidente — e as realidades das mulheres marginalizadas em países como o meu. - [Hugh Hefner foi um irrevogável inimigo das mulheres](https://qgfeminista.org/hugh-hefner-foi-um-irrevogavel-inimigo-das-mulheres/): Considerar Hefner como um libertário do sexo ou um ídolo da liberdade de expressão é o mesmo que sugerir que Roman Polanski contribuiu para a proteção das crianças - [Justin Trudeau demonstra acidentalmente porque homens não devem se chamar de “feministas”](https://qgfeminista.org/justin-trudeau-demonstra-acidentalmente-porque-homens-nao-devem-se-chamar-de-feministas/): Eu não pude evitar o alívio que senti quando Justin Trudeau foi eleito o Primeiro Ministro do Canadá em 2015. Quero dizer, que cara legal! Que cabelo bacana! Que falta de interesse em reverter o acesso ao aborto! Em meio aos políticos, ele é melhor que a maioria das alternativas. Mas, deus do céu, eu bem que gostaria […] - [Perfil do pedófilo: jovem, branco, abastado](https://qgfeminista.org/perfil-do-pedofilo-jovem-branco-abastado/): Investigação de quatro anos do FBI mostra que a vasta maioria das prisões por consumo de pornografia infantil virtual envolve pessoas das classes mais altas. - [Conceitos feministas que todos deveriam conhecer](https://qgfeminista.org/conceitos-feministas-que-todos-deveriam-conhecer/): Existem atualmente diversos conceitos à disposição para que possamos compreender por que passamos e como podemos lutar contra o machismo. São ferramentas utilizadas pelo sistema patriarcal para silenciar, desnortear e fragilizar as mulheres, tornando-as presas mais fáceis das suas armadilhas. - [Por que as atletas são sempre hipersexualizadas?](https://qgfeminista.org/por-que-as-atletas-sao-sempre-hipersexualizadas/): Resposta curta: porque sexo vende, esportes praticados por mulheres, não 2019 viu a Copa do Mundo de Futebol sob um novo ângulo. Apesar de ser chamada de Copa Feminina, muitos adoradores do esporte não só assistiram, mas assistiram com o vigor da Copa do Mundo masculina. O evento foi acompanhado por prestígio e debate, embora […] - [Lésbicas estão sendo excluídas da Marcha Sapatão de Vancouver em nome da "inclusão"](https://qgfeminista.org/lesbicas-estao-sendo-excluidas-da-marcha-sapatao-de-vancouver-em-nome-da-inclusao/): É hora de aliados tanto femininos quanto masculinos se unirem a nós, enquanto nos solidarizamos com as lésbicas nos Eventos de Orgulho e de Marchas Sapatão ao redor do mundo que estão dizendo que já tiveram o suficiente. Nossa sexualidade não é fluida e nossos limites sexuais não são negociáveis. - [Rebecca Sugar e o transativismo](https://qgfeminista.org/rebecca-sugar-e-o-transativismo/): Nesse texto vou juntar duas das pautas que eu mais amo na vida: Steven Universe e feminismo. Quero registrar um evento marcante ocorrido com a criadora do desenho animado Steven Universe, do Cartoon Network. Rebecca Sugar é uma mulher de fama razoavelmente robusta, criadora de um desenho extremamente catártico que possui temáticas de grande agrado […] - [A dinâmica do Estupro](https://qgfeminista.org/a-dinamica-do-estupro/): Estupro é estupro e ponto. Mais uma vez a frase ‘a culpa nunca é da vítima’ se faz presente na denúncia de uma justiça e de um mundo regido por homens brancos, por coronéis e e detentores do capital. Mais uma vez a justiça responde não a vítima, mas sim a uma parcela minúscula de pessoas. Mais uma vez a vida das mulheres é dominada por homens. - [Ser feminista e se relacionar com homens — O dilema.](https://qgfeminista.org/ser-feminista-e-se-relacionar-com-homens-o-dilema/): Até que ponto estamos preparadas para nos relacionar com homens? Até que ponto o “rodo da desconstrução” está em nossas mãos pronto para ser usado em todo o relacionamento? Esse foi um ponto crucial em minha discussão interna enquanto tentava procurar uma resposta para esse dilema. - [Nossa cultura desumaniza mulheres reduzindo-as a reprodutoras e não reprodutoras.](https://qgfeminista.org/nossa-cultura-desumaniza-mulheres-reduzindo-as-a-reprodutoras-e-nao-reprodutoras/): Nós não somos simplesmente ‘as gravidas’ e ‘as que não querem filhos’. Nossas histórias se estendem para além da geração ou não geração de outros. Somos completas em nós mesmas e merecemos ser vistas como tais. - [O problema do homem de bem (ou o bom homem)](https://qgfeminista.org/o-problema-do-homem-de-bem-ou-o-bom-homem/): Existem muitos seres humanos admiráveis, não há dúvida. Existem inclusive muitos homens bons, que se chocam com abusos machistas, raciais e de classe e que estão aí na luta por um mundo melhor. Mas os homens de bem possuem uma falha inevitável em seus discursos quando se ofendem pela frase “todo homem é um abusador […] - [O machismo também mora nos detalhes biológicos](https://qgfeminista.org/o-machismo-tambem-mora-nos-detalhes-biologicos/): O desrespeito e a desconsideração à biologia feminina conseguem ir ainda mais longe e ameaçar a vida das mulheres, que são obrigadas a ter filhos gerados após abuso sexual, ou seguir com gestações de risco. - [Embriões valem mais do que a vida de quem nasceu?](https://qgfeminista.org/embrioes-valem-mais-do-que-a-vida-de-uma-pessoa-ja-nascida/): A proibição do aborto em todas as formas trará consequências desastrosas para a sociedade. - [Mitos da feminilidade](https://qgfeminista.org/mitos-da-feminilidade/): Estamos aprisionadas a estereótipos que nos machucam e nos impedem de progredir como seres humanos. - [Se a feminista Linda Bellos é vista como um risco, as políticas progressistas se perderam completamente.](https://qgfeminista.org/se-a-feminista-linda-bellos-e-vista-como-um-risco-as-politicas-progressistas-se-perderam-completamente/): Mulheres e pessoas trans são vítimas da violência masculina. Mas as questões de gênero andam tão carregadas que perdemos de vista o que temos em comum. - [Por que as crianças trans na verdade desmascaram o argumento de “nasci assim”.](https://qgfeminista.org/por-que-as-criancas-trans-na-verdade-desmascaram-o-argumento-de-nasci-assim/): Uma das partes mais deslumbrantes do transativismo que prega do lema do “nasci assim” e que soa falso, é a ideia de que sempre houve na história, pessoas que experimentam a disforia de gênero de formas similares às que as pessoas vivenciam hoje em dia. - [Gênero não é uma identidade](https://qgfeminista.org/genero-nao-e-uma-identidade/): O gênero é o que o feminismo critica há décadas, então o conceito recente de identidade de gênero como algo a ser escolhido e celebrado é estranho para feministas. - [Holly Madison revela o inferno que é a vida na mansão da Playboy](https://qgfeminista.org/holly-madison-revela-o-inferno-que-e-a-vida-na-mansao-da-playboy/): Ser uma namorada na mansão era uma experiência altamente regulada, mesmo à parte do sexo prescrito. À noite elas não precisavam estar em casa, mas havia um toque de recolher às 21h. - [A preocupante história da cirurgia de “mudança de sexo”](https://qgfeminista.org/a-preocupante-historia-da-cirurgia-de-mudanca-de-sexo/): A história sombria e perturbadora do movimento transgênero contemporâneo, com a entusiástica aprovação da cirurgia de redesignação de gênero, deixou um rastro de miséria em seu despertar. - [O Caso para a Sanidade das Mulheres](https://qgfeminista.org/o-caso-para-a-sanidade-das-mulheres/): Quando se trata de explicar a tristeza e a raiva das fêmeas, a psiquiatria sempre ofereceu a explicação anterior. As mulheres eram inerentemente loucas, então o pensamento e o tratamento foram focados em ajudá-las a lidar com a “doença de mulheres” no que era considerada uma sociedade perfeitamente saudável. Psiquiatras e psicólogos eram firmes em sua convicção de que ser uma mulher significava que você estava predisposta à loucura. - [O que é Cotton Ceiling?](https://qgfeminista.org/o-que-e-cotton-ceiling/): Cotton ceiling/teto de algodão é um conceito que na prática interage com o feminismo ao usar da manipulação e da culpabilização de lésbicas, tendo por objetivo quebrar a barreira do consentimento que sempre foi imposta por lesbianas para impedir o acesso de homens aos seus corpos. - [Discurso proibido: o silenciamento da crítica feminista sobre "gênero"](https://qgfeminista.org/discurso-proibido-o-silenciamento-da-critica-feminista-sobre-genero/): Uma declaração aberta de 37 feministas radicais de cinco países  Nós, as radicais feministas radicais dos anos 60 e ativistas atuais, temos nos preocupado por algum tempo com a ascensão dentro da academia e das principais midias sobre a “teoria do gênero”, que evita nomear os homens e o sistema de supremacia masculina como beneficiários […] - [O amor de Catra](https://qgfeminista.org/o-amor-de-catra/): Esse texto se refere à última temporada de She-ra. Obviamente Spoilers. - [O que teria ajudado a lidar com a experiência de abuso/assédio?](https://qgfeminista.org/o-que-teria-ajudado-a-lidar-com-a-experiencia-de-abuso-assedio/): Orientem seus filhos e filhas sobre o que é assédio e o que é abuso. Ensinem sobre consentimento. Ensinem que o corpo é da criança e que ninguém pode tocar sem consentimento. Que ninguém pode tocar se isso deixá-las desconfortáveis — independente de quem for . Que qualquer pessoa precisa pedir permissão para tocá-la. - [5 maneiras que pessoas justificam adultos fazendo sexo com menores de idade — e como isso não é ok](https://qgfeminista.org/5-maneiras-que-pessoas-justificam-adultos-fazendo-sexo-com-menores-de-idade-e-como-isso-nao-e-ok/): Nós precisamos levar a sério a lesão que o sexo de adultos com menores de idade pode causar, mesmo nos casos em que não há o paradigma da vítima ideal. E temos que parar de dar passe livre para pessoas só porque gostamos delas, ou porque ficou tudo ok no caso delas. - [Por 7 dias online me passei por uma garota de 11 anos. E foi assustador](https://qgfeminista.org/sou-uma-mae-de-37-anos-e-passei-7-dias-online-como-uma-garota-de-11-anos-eis-o-que-aprendi/): Conhecer como se dá o aliciamento na internet não é um fardo. Não mesmo. É um presente. Um que nos ajuda a virar a mesa contra os predadores. Nosso trabalho já teve como resultado a prisão de pessoas que se demonstraram propensas e desejosas de ferir crianças. A tecnologia mudou e junto com ela também mudou a forma e os métodos dos quais predadores se dispõem para encontrar, se comunicar, e machucar crianças. Se eles podem usar tecnologia para abusar crianças, nós podemos usar a mesma tecnologia para impedirmos seus crimes. - [Graças ao pornô, crianças abusam de outras crianças em níveis alarmantes](https://qgfeminista.org/gracas-ao-porno-criancas-estao-abusando-sexualmente-de-outras-criancas-em-niveis-alarmantes/): O que estamos vendo é cada vez mais crianças que têm problemas de comportamento sexual e, ao mesmo tempo, mais e mais crianças que têm acesso à pornografia - [O Casamento Infantil](https://qgfeminista.org/o-casamento-infantil/): 700 milhões de mulheres no mundo, hoje, casaram-se antes de completar 18 anos. Se não houver mudança nos números, em 2050, serão 1 bilhão e 200 milhões. Uma em cada três meninas de países não desenvolvidos estão casadas. A cada ano, 12 milhões de meninas se casam, são aproximadamente 23 por minuto e uma a cada dois segundos. - [Saúde mental feminina](https://qgfeminista.org/saude-mental-feminina/): Nascer mulher em uma sociedade construída para os homens, por si só, torna-se uma sentença de desgaste psicológico. Para vencer o mal que nos atinge coletivamente acaba sendo primordial também que lutemos contra os fantasmas que o mesmo alimenta em nossas mentes. - [Pequenos túmulos ambulantes](https://qgfeminista.org/pequenos-tumulos-ambulantes/): Automutilação não é modinha adolescente, rebeldia, “só uma fase”, “quer chamar a atenção". Automutilação é sintoma de doença, e doença precisa ser tratada como tal — com acolhimento e tratamento. - [A leitura feminista realmente pode ajudar a vencer a anorexia](https://qgfeminista.org/a-leitura-feminista-realmente-pode-ajudar-a-vencer-a-anorexia-funcionou-comigo/): De acordo com um novo estudo, a teoria feminista pode ajudar a tratar a anorexia. Isso não é nenhuma surpresa para mim, baseada na minha própria experiência de tentar desaparecer, pulando uma refeição por vez. - [Mecanismos de sobrevivência e laço traumático na prostituição](https://qgfeminista.org/mecanismos-de-sobrevivencia-e-laco-traumatico-na-prostituicao/): Esse artigo, de uma ativista feminista alemã, Manuela Schon, foi primeiro publicado em alemão no site Abolition 2014 e depois traduzido para inglês por Elisabeth Lauer. Salvo onde um link indique de outra forma, todas as citações de sobreviventes são do livro Prostitution Narratives: Stories of Survival in the Sex Trade [Narrativas da Prostituição: Histórias de Sobrevivência no Comércio […] - [Luta Antimanicomial: da história da "loucura" à necessidade da despatologização](https://qgfeminista.org/luta-antimanicomial-da-historia-da-loucura-a-necessidade-da-despatologizacao/): A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que saúde mental é “o completo estado de bem-estar físico, mental e social”. Como falar de saúde mental para mulheres, então? Somos adestradas, desde muito novas, para odiarmos nossos físicos e atormentarmos nossos psicológicos com a presença da culpa e a necessidade de cuidar do outro muito mais do que de nós mesmas. - [Poder para as irmãs e, portanto, para a classe](https://qgfeminista.org/poder-para-as-irmas-e-portanto-para-a-classe/): Quando dizemos, por exemplo, que queremos o controle de nossos próprios corpos, estamos desafiando a dominação do capital que transformou nossos órgãos reprodutivos tanto quanto nossos braços e pernas em instrumentos de acumulação de trabalho excedente; transformamos nossas relações com os homens, com nossos filhos e nossa própria criação, em trabalho produtivo para essa acumulação. - [A reprodução da força de trabalho na economia global, teoria marxista e a revolução feminista inacabada](https://qgfeminista.org/a-reproducao-da-forca-de-trabalho-na-economia-global-teoria-marxista-e-a-revolucao-feminista-inacabada/): Várias conclusões devem ser tiradas desta análise. Primeiro, lutar pelo trabalho assalariado ou lutar para “juntar-se à classe trabalhadora no local de trabalho”, como algumas feministas marxistas gostavam de dizer, não pode ser um caminho para a libertação. O emprego assalariado pode ser uma necessidade, mas não pode ser uma estratégia política. Enquanto o trabalho reprodutivo for desvalorizado, enquanto for considerado um assunto privado e de responsabilidade das mulheres, as mulheres sempre enfrentarão o capital e o Estado com menos poder do que os homens e em condições de extrema vulnerabilidade social e econômica. - [Capitalismo e Reprodução](https://qgfeminista.org/capitalismo-e-reproducao/): A reprodução é esmagada pela intensificação geral do trabalho, pela superextensão da jornada de trabalho, em meio a cortes nos recursos pelos quais a falta de trabalho assalariado torna-se um trabalho sobrecarregado de procura de emprego legal e/ou ilegal, somado ao laborioso trabalho de reprodução. - [Toda sub-rogação de útero (“barriga de aluguel”) é exploração](https://qgfeminista.org/toda-sub-rogacao-de-utero-barriga-de-aluguel-e-exploracao/): “Barriga de aluguel” pode ter sido cercada da aura de felicidade do Elton John, recém-nascidos fofos e noções de família moderna, mas por trás disso tudo há uma indústria que compra e vende vida humana. Onde bebês são feitos sob medida para satisfazer os desejos dos ricos. Onde uma mãe não é nada, privada até do direito de ser chamada de mãe, e o consumidor é tudo. - [Salários Contra o Trabalho Doméstico](https://qgfeminista.org/salarios-contra-o-trabalho-domestico/): O salário para o trabalho doméstico, então, é uma demanda revolucionária não porque destrua o capital, mas porque ataca o capital e força-o a reestruturar as relações sociais em termos mais favoráveis ​​a nós e, consequentemente, mais favoráveis ​​à unidade da classe. - [Seu feminismo chega à sua mãe?](https://qgfeminista.org/seu-feminismo-chega-na-sua-mae/): A revolução começa, primeiro, dentro de nós mesmas. Mas se ela não alcança a forma como enxergamos nossas mães — os primeiros modelos de mulheres a que fomos expostas — ficaremos presas dentro de um ciclo vicioso de oferecer empatia a apenas algumas mulheres. - [15 anos sem Andrea Dworkin](https://qgfeminista.org/15-anos-sem-andrea-dworkin/): Andrea Dworkin foi uma escritora e militante feminista norte-americana, conhecida por sua militância anti-pornografia e anti-prostituição e sua crítica irredutível à dominação masculina. - [Ninguém é binário](https://qgfeminista.org/ninguem-e-binario/): Se ser não binário é sinônimo de ser um ser humano complexo, livre de imposições de gênero e estereótipos, o que significa ser mulher? - [Nós mulheres nos defendemos!](https://qgfeminista.org/nos-mulheres-nos-defendemos/): Como temos visto claramente nas últimas semanas, não somente a pandemia do coronavírus tem um impacto mundial, mas a pandemia da modernidade capitalista com suas mentalidade patriarcal e violência também tem. É por isso que nós como mulheres do mundo devemos fortalecer nossos laços para resistirmos frente a essa ofensiva capitalista e patriarcal. - [Pare de dizer “amor próprio” quando você realmente quer dizer “preste atenção em mim”](https://qgfeminista.org/pare-de-dizer-amor-proprio-quando-voce-realmente-quer-dizer-preste-atencao-em-mim/): Apenas parem de dizer às mulheres que sexualizarem a si mesmas é “amor-próprio”, quando realmente se trata de atenção masculina. - [A Cultura do Estupro em tempos de pandemia](https://qgfeminista.org/a-cultura-do-estupro-em-tempos-de-pandemia/): Enquanto corpos eram empilhados em razão das mortes pela contaminação com o Covid-19, o site de vídeos pornográficos Pornhub liberou o acesso premium para todos os italianos “terem diversão na quarentena”. - [Garota Exemplar, aprovação masculina e a feminilidade perfeita](https://qgfeminista.org/garota-exemplar-aprovacao-masculina-e-a-feminilidade-perfeita/): Garota Exemplar é um longa-metragem de 2014 inspirado no livro de mesmo nome da autora Gillian Flynn. Se trata de um suspense psicológico que envolve o desaparecimento da protagonista, Amy, e da imediata suspeita da polícia e da mídia sobre Nick, seu marido. É uma produção surpreendente em vários sentidos, tendo ganhado algumas premiações. Muitas […] - [Como um "feminismo para os 99%" despolitiza a luta das mulheres?](https://qgfeminista.org/como-um-feminismo-para-os-99-despolitiza-a-luta-das-mulheres/): O conceito de “feminismo para os 99%” posto num livro-manifesto de mesmo nome, entra como um cavalo de tróia para despolitizar o movimento feminista, e convoca as mulheres feministas a ter como prioridade: resolver os problemas do mundo. - [Quando Rafael se torna Suzy, travestis e transexuais no cárcere](https://qgfeminista.org/quando-rafael-se-torna-suzy-travestis-e-transexuais-no-carcere/): O papel e comportamento considerado apropriado para os sexos foram expressos em valores, costumes, leis e papéis sociais. Eles, além disso, e muito importante, foram expressos em metáforas que se tornaram parte da construção cultural e do sistema explicativo. Gerda Lerner Quando em 1º de março de 2020 foi exibida pelo Fantástico (Rede Globo de […] - [Não-Binário é o novo "Não é como as outras Garotas", e isso está profundamente enraizado em misoginia](https://qgfeminista.org/2267-2/): Essa é a verdade desconfortável: dizer que você “não é como as outras garotas” não é uma identidade, é misoginia. Mulheres que se identificam como não-binárias dizem que sofrem uma opressão maior do que as mulheres que elas chamam de “cis”, um termo que deixa implícito que certas mulheres são cúmplices de sua própria opressão. Mas nós não somos privilegiadas por manter e entender as bases de nossa opressão; você é privilegiada se acha que pode escapar dela. - [O trabalho de cuidados é a próxima fronteira feminista](https://qgfeminista.org/o-trabalho-de-cuidados-e-a-proxima-fronteira-feminista/): De certa forma, o trabalho de cuidados está sendo visto como não-qualificado porque é algo que as mulheres sabem fazer naturalmente. - [“Você é diferente, não é como as outras da sua idade”](https://qgfeminista.org/voce-e-diferente-nao-e-como-as-outras-da-sua-idade/): Seja livre pra viver sua adolescência sem ninguém te manipulando e te moldando. Preze por relações em que prevaleça o equilíbrio, sem que um lado pese mais que o outro. E, por favor, avise as amigas. - [Feminilidade](https://qgfeminista.org/feminilidade/): Introduzindo reflexões feministas sobre o assunto - [Um desabafo sobre feminilidade e a escolha que eu não tive](https://qgfeminista.org/um-desabafo-sobre-feminilidade-e-a-escolha-que-eu-nao-tive/): Eu não optei pela feminilidade. Eu segui o caminho dela porque não me deram outra escolha. Somos escravas de um sistema que nos odeia. Só o nosso amor , por nós mesmas e umas pelas outras, pode nos libertar. - [Gorda](https://qgfeminista.org/gorda/): A feminilidade é a corrente que mantêm a todas nós presas ao ideal inalcançável da mulher perfeita. - [Não tenha pressa de crescer](https://qgfeminista.org/nao-tenha-pressa-de-crescer/): Você quer ser adulta? Quer mesmo? Então se recuse a ser a fantasia de homens. Homens definitivamente não fantasiam com mulheres que têm opinião e se negam a girar seu mundo em torno deles. - [Mulheres indígenas no Brasil: Dificuldade de efetivação de direitos](https://qgfeminista.org/mulheres-indigenas-no-brasil-dificuldade-de-efetivacao-de-direitos/): O principal entrave para a efetivação de direitos — de todos os tipos — para as mulheres indígenas brasileiras passa diretamente pelo respeito de sua autonomia decisória, evitando-se, principalmente, a universalização da “mulher indígena”, reconhecendo seus saberes tradicionais e respeitando sua reivindicação por uma “jurisdição” própria. - [Nota rápida sobre a feminilidade](https://qgfeminista.org/nota-rapida-sobre-a-feminilidade/): A critica à feminilidade não é só sobre maquiagem, muito menos é sobre a SUA maquiagem. É sobre consciência da própria repressão. - [não é fantasia](https://qgfeminista.org/nao-e-fantasia/): socialização feminina não é brincadeira. dar elementos de cozinha pras nossas meninas não é bonitinho. - [O tabu da rejeição às normas de beleza — um elogio às desfeminilizadas.](https://qgfeminista.org/o-tabu-da-rejeicao-as-normas-de-beleza/): apoiar e incentivar a desfeminilização de uma mulher que se propõe a isso - não só fazendo referência à sua estética mas também deixando a ideia de que nossa autoestima e os elogios que fazemos devem estar necessariamente ligados à beleza - é algo que realmente precisamos exercitar. - [Como a cultura da pedofilia afeta como entendemos a beleza](https://qgfeminista.org/como-a-cultura-da-pedofilia-afeta-como-entendemos-a-beleza/): Beleza, para mulheres, é entendida como ter uma pele macia, um corpo sem pêlos, manter-se magra, manter a juventude, e ser a dona orgulhosa de uma vagina apertada como de uma virgem. Nós não queremos mulheres, nós queremos meninas. Essa é a base da cultura da pedofilia. - [Reivindicando a Feminilidade, Minando o Feminismo](https://qgfeminista.org/reivindicando-a-feminilidade-minando-o-feminismo/): O feminismo contemporâneo gira em torno da reivindicação da feminilidade, particularmente aquelas partes super extra divertidas e objetificantes. - [Feminilidade, lesbianidade e lugar de mulher](https://qgfeminista.org/feminilidade-lesbianidade-e-lugar-de-mulher/): Feminilidade é estar a serviço dos homens — emocional e sexualmente. Tentaram nos convencer de que feminilidade é sobre se sentir bem com você mesma e sobre agradar você mesma, mas esqueceram de dizer que mulheres se sentem bem consigo mesmas quando os homens as aprovam. - [O que é socialização e o que é educação?](https://qgfeminista.org/o-que-e-socializacao-e-o-que-e-educacao/): Na escola, a produção de categorizações sexistas ou racistas intervém de modo complexo nas relações entre adultos e crianças e entre as próprias crianças por meio de comportamentos cotidianos na instituição ou nos conflitos entre indivíduos. - [efeito batom](https://qgfeminista.org/efeito-batom/): “efeito batom” é o nome midiático do fenômeno que faz a indústria da beleza (cosméticos — produtos relacionados à maquiagem, hidratantes; unhas; depilação; cuidado com cabelos; etc.) se manter aquecida mesmo durante as crises econômicas. - [Não é possível ser ao mesmo tempo feminista e sionista](https://qgfeminista.org/nao-e-possivel-ser-ao-mesmo-tempo-feminista-e-sionista/): Ser feminista e sionista é uma contradição em termos, porque a feminista sionista é cúmplice na propagação da supremacia e da dominação sobre um povo por um lado, e por outro lado pede o fim do patriarcado. - [Colocando o feminismo para dentro de casa](https://qgfeminista.org/hora-de-colocar-o-feminismo-para-dentro-de-casa/): Estamos em meio a uma tempestade. Mas essa tormenta vai passar. Trinquem os dentes e finquem os pés para não serem levadas. Agarrem seus filhos o mais forte que puderem. Isso vai passar. E temos que resistir para não sucumbir. Nós podemos sim passar por isso e quem sabe sair mais fortes do outro lado. Não tenham medo. - [Ciclos menstruais não param em pandemias](https://qgfeminista.org/ciclos-menstruais-nao-param-em-pandemias/): Existem inúmeras maneiras, algumas silenciosas mas insidiosas, de que a pandemia global representa um dano particular para as mulheres. Vamos lutar para que a menstruação não seja mais uma delas. - [Isolamento em um relacionamento tóxico](https://qgfeminista.org/isolamento-em-um-relacionamento-toxico/): No Brasil, você pode ligar para o 180 para denunciar casos de violência contra a mulher; disque 100 (nacional) para denunciar casos de violência contra crianças; e 188 para falar com alguém treinado pelo Centro de Valorização da Vida. - [Coronavírus, Mulheres e o neoliberalismo de Bolsonaro](https://qgfeminista.org/coronavirus-mulheres-e-o-neoliberalismo-de-bolsonaro/): Da violência doméstica em casa ao lugar ocupado pela divisão sexual do trabalho, o coronavírus ao menos escancarou uma realidade que o movimento feminista tem denunciado e lutado para mudar no último século: o lugar de vulnerabilidade política, econômica e social que a sociedade capitalista de dominação masculina reserva para mulheres. - [O coronavírus é um desastre para o feminismo](https://qgfeminista.org/o-coronavirus-e-um-desastre-para-o-feminismo/): Esse poderia ser o primeiro surto em que as diferenças de gênero e sexo são registradas, e levadas em consideração em pesquisas e políticas públicas. - [Coronavírus e habitação](https://qgfeminista.org/coronavirus-e-habitacao/): A pandemia não vai matar só pela ação do vírus em si. Vai também destruir o psicológico da classe trabalhadora, que vive em condições dignas de uma panela de pressão com as suas famílias. - [A vida de trabalhadoras domésticas diante do covid-19](https://qgfeminista.org/a-vida-de-trabalhadoras-domesticas-diante-do-covid-19/): Com a completa ausência do Estado, mulheres pobres mais um vez na berlinda. Quem cuida dessas mulheres que limpam enquanto seus patrões se protegem? - [O coronavírus é mais uma mazela para o feminismo](https://qgfeminista.org/o-coronavirus-e-mais-uma-mazela-para-o-feminismo/): As medidas para o combate ao vírus terminam acentuando desigualdades que acometem os grupos sociais mais precarizados: mulheres, pessoas racializadas, periféricos. - [Ser mulher em situação de rua em meio à pandemia](https://qgfeminista.org/ser-mulher-em-situacao-de-rua-em-meio-a-pandemia/): Quem olha para essas pessoas? Quem olha para essas MULHERES? Em outra entrevista que vi, uma delas disse que “não se assusta com o vírus, porque ninguém precisa dela mesmo”. Enquanto nós nos desesperamos com a falta do álcool gel, elas se acostumam com a falta de humanidade. - [O útero é um universo](https://qgfeminista.org/o-utero-e-um-universo/): Conversa-se pouco sobre o colo do útero. E quando a conversa surge, a associação é com o câncer. Nossa herança cultural é tão machista que nós mulheres pouco nos reunirmos para falar sobre a nossa anatomia sexual. - [Pobreza Menstrual](https://qgfeminista.org/pobreza-menstrual/): A menstruação é parte normal da vida da maioria das meninas e mulheres no mundo e, por isso, deveria ser tratada com normalidade. Mas não é. - [Fatos sobre o encarceramento de mulheres que sofreram violência doméstica nos EUA](https://qgfeminista.org/fatos-sobre-o-encarceramento-de-mulheres-que-sofreram-violencia-domestica-nos-eua/): Os fatos a seguir são sobre a realidade das mulheres encarceradas dos Estados Unidos e trazem informações recentes e das últimas décadas. - [Mulheres estão se cansando de ignorar a misoginia da Esquerda](https://qgfeminista.org/mulheres-estao-se-cansando-de-ignorar-a-misoginia-da-esquerda/): O sexismo tanto na Direita quanto na Esquerda está deixando as mulheres sem moradia política. - [Três mentiras que o Feminismo Mainstream conta às mulheres](https://qgfeminista.org/tres-mentiras-que-o-feminismo-mainstream-conta-as-mulheres/): O feminismo mainstream de hoje não está nos levando para mais perto da libertação. Está apenas tornando a mulheres cúmplices e ativas em sua própria subjugação. - [Um momento revolucionário](https://qgfeminista.org/um-momento-revolucionario/): Tornar o “momento revolucionário” mais do que apenas um “MOMENTO” exigirá menos “sexo, drogas e rock & roll” e muito mais “estudo, luta e organização”. - [Nosso cinismo não vai construir um movimento. Colaboração vai.](https://qgfeminista.org/nosso-cinismo-nao-vai-construir-um-movimento-colaboracao-vai/): Podemos dizer às pessoas centenas de vezes que, porque não estiveram aqui, não têm o direito de estar aqui agora. Mas prometo que o único lugar a que isso nos levará é para lugar nenhum. - [O horror da grande pornografia](https://qgfeminista.org/o-horror-da-grande-pornografia/): A pornografia é uma espécie de escravidão. Também é mais racista do que a maioria das pessoas percebe. - [Tráfico de Mulheres em Portugal para Fins de Exploração Sexual](https://qgfeminista.org/trafico-de-mulheres-em-portugal-para-fins-de-exploracao-sexual-de-boaventura-de-sousa-santos-et-al/): O livro pretende ser um estudo do que ele traz no título, a fim de levantar questões que possam levar a possíveis vias de diminuição do tráfico de pessoas. - [Bianca Andrade no BBB 20— uma análise feminista radical](https://qgfeminista.org/bianca-andrade-no-bbb-20-uma-analise-feminista-radical/): A sociedade ama odiar mulheres. Bianca Andrade foi cancelada por reproduzir machismo — algo estrutural — e recebeu mais críticas do que os próprios opressores (um homem assediador, que se aproveitou da vulnerabilidade da própria Bianca, incluso). - [Sabemos o que estamos consentindo?](https://qgfeminista.org/sabemos-o-que-estamos-consentindo/): Sabemos que o consentimento não é suficiente, mas o que importa é o motivo - [Consentir é dar permissão](https://qgfeminista.org/consentir-e-dar-permissao/): Vemos que a noção de consentimento, quando se trata do “NÃO É NÃO” dito por uma lésbica, encontra outros contornos, uma vez que ele é logo taxado de transfóbico e não de um direito, não de autonomia, não de desejo, não de vontade e não de liberdade, sim de ódio, de repulsa e de fobia. - [Radicalizando seu cotidiano: abandonando a feminilidade](https://qgfeminista.org/radicalizando-seu-cotidiano-abandonando-a-feminilidade/): Feminilidade é uma construção masculina que sustenta sua própria supremacia. E abandonar a feminilidade é sinônimo de abandonar as expectativas masculinas sobre como e o que você deve ser. - [Radicalizando o cotidiano: repensando os seus relacionamentos](https://qgfeminista.org/radicalizando-o-cotidiano-repensando-os-seus-relacionamentos/): O feminismo nos convida não só a repensar como nos relacionamos coletivamente em sociedade, com as expectativas sociais e com nós mesmas, mas também com outras pessoas em contextos micro, principalmente outras mulheres. - [Sobre Drake, aliciamento e o interesse de homens poderosos em jovens meninas impressionáveis](https://qgfeminista.org/sobre-drake-aliciamento-e-o-interesse-de-homens-poderosos-em-jovens-meninas-impressionaveis/): Mesmo em situações aparentemente platônicas — como a que envolve Drake e Brown — o abuso potencial da ingenuidade de alguém é uma preocupação válida, especialmente quando um padrão reconhecível começa a aparecer. - [Radicalizando o seu cotidiano: organizando-se politicamente](https://qgfeminista.org/radicalizando-o-seu-cotidiano-organizando-se-politicamente/): Uma rede de apoio é uma estratégia política de sobrevivência numa sociedade que nos isola justamente para nos fragilizar. - [A Política Sexual](https://qgfeminista.org/a-politica-sexual-kate-millet/): Eu não consigo pensar em ninguém que tenha conseguido ir tão longe quanto Kate Millett foi, com esse único livro. Ele permanece sendo um alfa e ômega do movimento das mulheres. Tudo que as feministas fizeram está pressuposto, previsto ou encorajado em “A Política Sexual”. - [Um Pop Quiz para mulheres brancas](https://qgfeminista.org/um-pop-quiz-para-mulheres-brancas/): Esse quiz é para mulheres brancas que pensam que as mulheres negras devem ser mais legais com elas em conversas sobre raça. - [O que é empoderamento?](https://qgfeminista.org/o-que-e-empoderamento/): Empoderamento é coletividade. Empoderamento é pensar coletivamente. Empoderamento é conscientização, catarse, duvidar de tudo que já te disseram antes, pra que você possa tomar as decisões por você mesma. - [Minha dor.](https://qgfeminista.org/minha-dor/): Quero contar a vocês / E pra isso peço empatia / De uma dor que carrego / E me aflige todo dia / Como não tenho remédio / Só me resta a poesia - [A história não-contada da Segunda Onda Feminista](https://qgfeminista.org/a-historia-nao-contada-da-segunda-onda-feminista/): Há muito sobre a segunda onda feminista que não conhecemos ainda. - [A criança generizada](https://qgfeminista.org/a-crianca-generizada/): Como poderiam existir crianças transgêneros se não existissem estereótipos? - [Quando Feministas abandonam Garotas](https://qgfeminista.org/quando-feministas-abandonam-garotas/): Feministas que antes diziam defender os direitos de garotas estão sem vontade de definir o que uma “garota” é — e o que não é. - [O mito da “mulher menor de idade”](https://qgfeminista.org/o-mito-da-mulher-menor-de-idade/): Não existe tal coisa como uma “mulher menor de idade”. Isso é um subterfúgio para a impunidade. Mulheres menores de idade são meninas. - [Você não é 'demissexual', você é um ser humano normal.](https://qgfeminista.org/voce-nao-e-demissexual-voce-e-um-ser-humano-normal/): A atração é uma coisa complexa e, embora eu possa considerar alguém objetivamente atraente, isso nem sempre ou nem com freqüência se traduz em um desejo genuíno de se meter na cama com eles. - [No patriarcado ninguém pode te ouvir gritar](https://qgfeminista.org/no-patriarcado-ninguem-pode-te-ouvir-gritar/): Em muitos casos os estupradores têm ajuda no momento e continuamente depois, e a ajuda é muitas vezes tão poderosa, ampla e profunda — bem, é por isso que chamamos de cultura do estupro, e é por isso que mudar significa mudar toda a cultura. - [A Criação do Patriarcado](https://qgfeminista.org/resenha-a-criacao-do-patriarcado-de-gerda-lerner/): O livro busca traçar a origem do patriarcado e apresentar seu desenvolvimento nas culturas pré-história e da antiguidade no Oriente Médio e no Mediterrâneo. - [Primeiras feministas brasileiras e o seu legado](https://qgfeminista.org/primeiras-feministas-brasileiras-e-o-seu-legado/): Em comum, as precursoras da luta feminista organizada no Brasil lutavam também pela abolição das escravatura e pela causa indígena, além do sufrágio feminino. O seu trabalho inestimável, sem dúvida, lançou a base do movimento feminista brasileiro. - [As nossas jovens mulheres foram aliciadas pela pornografia](https://qgfeminista.org/as-nossas-jovens-mulheres-foram-aliciadas-pela-pornografia/): A naturalização da objetificação feminina não libera as mulheres do governo masculino. O Não de uma mulher causa mais alvoroço do que o seu sim. - [As redes sociais fazem as meninas pensarem que serem asfixiadas durante o sexo é “normal”](https://qgfeminista.org/as-redes-sociais-fazem-as-meninas-pensarem-que-serem-asfixiadas-durante-o-sexo-e-normal/): Adolescentes estão sendo expostos a imagens em mídias sociais que promovem atos sexuais com risco de morte, como estrangulamento e asfixia erótica, incitando essa geração a encarar certos atos como “normais.” - [O útero não é uma nave](https://qgfeminista.org/o-utero-nao-e-uma-nave/): Fantasiam que somos seres independentes e que o útero é só uma coisa que não existe. Mas sabemos quem pare: é a mulher. - [E aquele meme ali?](https://qgfeminista.org/e-aquele-meme-ali/): Convido a todos a fazerem uma reflexão neste momento: quando compartilhamos uma imagem que parece engraçada, que tem potencial parar virar meme, alguém já refletiu no ser retratado do outro lado? - [A abstinência não irá nos salvar](https://qgfeminista.org/a-abstinencia-nao-ira-nos-salvar/): O debate sobre a vida sexual das mulheres não pode ser tratado apenas como uma questão de saúde pública, e nossos corpos não podem ser geridos por pessoas que buscam atalhos para a solução de problemas sociais. - [o "mau caráter" não existe](https://qgfeminista.org/o-mau-carater-nao-existe/): e qual é o papel das feministas nisso tudo? criticar tudo que foi feito e é mantido pela lógica patriarcal, inclusive os concursos de beleza, inclusive o judiciário, inclusive a política partidária, e não menos quem dá holofote a tudo isso: o poder midiático. nada disso vai nos libertar. - [Eu sou crítica de gênero e quero que você saiba o motivo](https://qgfeminista.org/eu-sou-critica-de-genero-e-quero-que-voce-saiba-o-motivo/): Estou escrevendo este artigo para explicar por que a crítica de gênero é a única posição legítima que as pessoas progressistas e de esquerda, que se importam com a igualdade e os direitos humanos, podem se dar ao luxo de assumir. - [A vida de Solanas como testemunho do que é ser mulher](https://qgfeminista.org/a-vida-de-solanas-como-testemunho-do-que-e-ser-mulher/): Viver nesta sociedade significa, com sorte, morrer de tédio; nada diz respeito às mulheres; então, àquelas dotadas de uma mente cívica, de senso de responsabilidade e de busca por emoções, só resta uma possibilidade: derrubar o governo, eliminar o sistema monetário, instaurar a automatização completa e destruir o sexo masculino. - [Existe uma multitude colaborativa de mulheres anticapitalistas](https://qgfeminista.org/existe-uma-multitude-colaborativa-de-mulheres-anticapitalistas/): Nem todo feminismo foi cooptado pelo sistema, parte dele, hoje consegue emergir como resistência, se solidarizando e apenas de forma e tom sinérgico se ergue contra os exploradores, existe uma multitude colaborativa de mulheres anticapitalistas. - [O delírio masculino:  A leitura feminista da Psicanálise desmascara o Falo](https://qgfeminista.org/o-delirio-masculino-%e2%80%8aa-leitura-feminista-da-psicanalise-desmascara-o-falo/): Como mulher, acredito ainda que a tentativa de construção de um conhecimento ginocentrico, ou seja, focado exclusivamente em mulheres, é indispensável para a nossa emancipação. Uma ciência que tem como referência de ser humano o homem branco, ocidental e europeu não pode dar conta das mulheres. É necessário que resgatemos nossa história, conheçamos nossa anatomia, estudemos nossos processos químicos e nos voltemos para as nossas questões psíquicas. - [Amando outra mulher: uma entrevista](https://qgfeminista.org/amando-outra-mulher-uma-entrevista/): Porque é uma questão natural; se você deseja remover os papéis sexuais, e se você diz que homens e mulheres são seres humanos iguais, bem, a próxima questão é: então por que eu só posso amar homens? - [O que é maternidade compulsória?](https://qgfeminista.org/o-que-e-maternidade-compulsoria/): ê consegue separar, no seu imaginário sobre maternidade, o que é uma construção sua e o que é socialização, pressão social, necessidade de adequar-se? - [Como o mito do “gênio artístico” perdoa o abuso em mulheres](https://qgfeminista.org/como-o-mito-do-genio-artistico-perdoa-o-abuso-em-mulheres/): Se uma obra de arte é estragada pela compreensão das condições de sua confecção, então talvez o artista não seja tão excepcional quanto havíamos pensado. - [Sexo sem desejo](https://qgfeminista.org/sexo-sem-desejo/): Na prostituição, onde o sexo sem desejo é a pedra angular da transação para a mulher prostituída, “a esquerda pós-moderna e a direita neoliberal entraram em um pacto tácito. - [A prostituição é empoderadora se optarmos por ela?](https://qgfeminista.org/a-prostituicao-e-empoderadora-se-optarmos-por-ela/): “Trabalho sexual” está tendo seu momento na cultura pop. Sim, a prostituição esteve presente há muito tempo, mas a narrativa mudou. - [O peso do silêncio](https://qgfeminista.org/o-peso-do-silencio/): Na verdade, quando afirmo que mulheres negras e pobres repetem essa mesma angustia de forma mais recorrente, eu digo que as muitas opressões como racismo, machismo e a desigualdade social, colocam barreiras na hora de nos expressarmos. - [O que são as "ondas" do feminismo?](https://qgfeminista.org/o-que-sao-as-ondas-do-feminismo/): Lendo textos feministas, é muito comum a gente se deparar com menções ao “feminismo de segunda onda” ou à “terceira onda do feminismo”. Mas o que isso quer dizer? - [O que é consentimento?](https://qgfeminista.org/o-que-e-consentimento/): A militância pelo consentimento precisa se aprofundar mais do que frases liberais e rasas como consentimento é sexy. Reduzir toda uma militância pela saúde feminina a uma questão sexual ou não é completamente improdutivo, porque não é sobre isso que estamos falando quando bradamos pelo consentimento. - [A Culpa envenena as mulheres](https://qgfeminista.org/a-culpa-envenena-as-mulheres/): As mulheres se sentem mais culpadas do que os homens, não por uma questão cromossômica esquisita, mas porque elas têm um histórico de serem culpabilizadas pelo comportamento das outras pessoas. Você apanha, você deve ter irritado alguém; você é estuprada, você deve ter excitado alguém; seu filho é viciado, você deve tê-lo criado errado. - [Não é nada progressista acabar com os banheiros femininos](https://qgfeminista.org/nao-e-nada-progressista-acabar-com-os-banheiros-femininos/): A importância de dar às mulheres um espaço em que elas possam ter a privacidade e a liberdade do risco de violência sexual foi, ao longo dos últimos anos, substituída por uma nova narrativa política: “ a neutralidade de gênero”. - [Teoria do Feminismo Radical e Teoria Queer](https://qgfeminista.org/teoria-do-feminismo-radical-e-teoria-queer/): Para entender o que aconteceu e o que está acontecendo agora com as fortes divergências entre as feministas e as transexuais, ou pelo menos com um setor dessas, é necessário esclarecer de antemão a distinção entre sexo e gênero. Quando falamos de sexo, o feminismo se refere ao corpo sexuado, à questão puramente bio-anatômica. O […] - [O sexo como eixo de opressão. Sim, o sexo](https://qgfeminista.org/o-sexo-como-eixo-de-opressao-sim-o-sexo/): Algumas das maneiras através das quais o sexo das mulheres e das meninas é utilizado para oprimi-las são: a violência obstétrica, os casamentos infantis, os abortos clandestinos e/ou forçados, as demissões por conta de gravidez, a esterilização forçada, entre outros. - [Criar filhos no sistema patriarcal é doloroso](https://qgfeminista.org/criar-filhos-no-sistema-patriarcal-e-doloroso/): Muito se fala atualmente sobre como podemos criar os nossos filhos a partir de agora para que não reproduzam comportamentos que são sabidamente prejudicais à sociedade, como o racismo, o preconceito de classe e o machismo. - [A feminilidade como sujeição à masculinidade](https://qgfeminista.org/a-feminilidade-como-sujeicao-a-masculinidade/): Defendemos o fim da feminilidade porque esta é a principal arma do Patriarcado para nos conformar aos papéis sexuais que somos conduzidas a desempenhar na sociedade. Somos nós a passarmos pelos processos feminilizatórios, empurrados goela abaixo desde que nascemos. Somos nós que, dia após dia, resistimos à busca pela perfeição e pelos padrões impostos pelas instituições patriarcais. Somos nós que, ao desistir de perseguir os padrões que nos são entubados, sofremos as represálias de uma sociedade que nos odeia e nos quer mutiladas — nos nossos corpos, na criatividade, no senso crítico, no amor próprio, na capacidade de amar outras mulheres. - [Por que é impossível para mulheres encontrar um meio-termo com o movimento trans?](https://qgfeminista.org/por-que-e-impossivel-para-as-mulheres-encontrarem-um-meio-termo-com-o-movimento-transgenero/): Algumas pessoas pensam que mulheres e meninas que acreditam que a ameaça à nossa segurança e privacidade aumenta quando abrimos as portas para instalações específicas para sexo, como chuveiros públicos, vestiários, abrigos para mulheres sobreviventes de agressão e estupro esposas agredidas e abrigos de crise de estupro, quartos de hospital, banheiros e prisões para indivíduos […] - [Desabafo sobre o“body positive” em corpos padrões.](https://qgfeminista.org/desabafo-sobre-obody-positive-em-corpos-padroes/): As vezes, eu tenho a impressão que corpos gordos só são aceitos na internet. Não canso de pensar que sou muitas vezes a única gorda no meio da roda de amigos, não canso de pensar que conheço zilhões de amigos que nunca namoraram meninas gordas, não canso de pensar no olhar que recebi uma vez de um garoto que passou a mão no meu corpo e sentiu minha barriga. Não canso de pensar que as pessoas exaltam seus corpos na internet, mas agradecem aos céus por continuarem cabendo no 40. - [Feminismo e Religião](https://qgfeminista.org/feminismo-e-religiao/): A ideia da mulher mítica e mística é um esteriótipo que nos faz mal. Especialmente porque a contrapartida é de que a lógica e o mundo da razão são masculinos. O que nos falta às mulheres são as mesmas oportunidades de desenvolver nosso senso crítico, nosso ceticismo e nossa curiosidade científica. - [Os Direitos das Mulheres: Feminismo e Trabalho no Brasil (1917–1937) de Gláucia Fraccaro](https://qgfeminista.org/os-direitos-das-mulheres-feminismo-e-trabalho-no-brasil-1917-1937-de-glaucia-fraccaro/): As mulheres resistiram e foram agentes de sua própria história. Focar na luta pelo direito ao voto é uma narrativa escolhida a dedo para diminuir os feitos das mulheres organizadas no começo do século XX. - [As Mulheres e a Ciência](https://qgfeminista.org/as-mulheres-e-a-ciencia/): Nós precisamos de meninas se interessando por ciência e de mais mulheres cientistas, por isso é preciso sempre desconstruir os preconceitos, e parar de ensinar às crianças que há atributos psicológicos inatos a cada um dos sexos. - [Mulheridade: sobre sexo, papéis de gênero e autoidentificação](https://qgfeminista.org/mulheridade-sobre-sexo-papeis-de-genero-e-autoidentificacao/): Apesar de ele ter prometido uma alternativa excitante e radical — uma que muitas mulheres abraçaram, junto a homens —, as políticas queer são mal equipadas para desmantelar opressões sistemáticas. O apagamento da mulheridade promovido pelo queer, o desrespeito do queer pelos limites traçados por mulheres se elas forem lésbicas e o obscurecimento da hierarquia de gênero promovido pelo queer dá um novo sopro de vida ao patriarcado, quando muito. - [Consentimento, coerção e culpabilidade](https://qgfeminista.org/consentimento-coercao-e-culpabilidade/): Prostituição tem a ver com os desejos sexuais de uma pessoa e as necessidades econômicas da outra pessoa. O dinheiro coage a performance do sexo - [Sobre ser contra o pornô](https://qgfeminista.org/sobre-ser-contra-o-porno/): Abrangendo tudo, esse é o horroroso impacto da pornografia sobre a classe sexual mulheres. Pornô diminui o valor de mulheres e garotas na sociedade. Fundamentalmente infringe a dignidade humana de cada mulher e garota e, por essa razão, deveria ser mandatório que cada pornógrafo seja chamado para um julgamento legal. - [Cafetinagem Online: a Nova Distopia](https://qgfeminista.org/cafetinagem-online-a-nova-distopia/): Assim como a internet mudou nossas formas de comprar livros, pacotes de viagens e aparelhos eletrônicos, também mudou a forma como a prostituição é organizada. Agora a internet é uma das diversas formas pelas quais compradores entram em contato com mulheres (e outros) para as quais pagam por “serviços sexuais”. - [Por que feministas não apoiam o sucesso de mulheres da direita na política?](https://qgfeminista.org/por-que-as-feministas-nao-apoiam-o-sucesso-das-mulheres-da-direita-na-politica/): Mas também é justo fazer uma distinção entre mulheres poderosas que acreditam que conquistar influência pessoal é simbólico o suficiente, e mulheres poderosas que têm como objetivo lutar por mudanças institucionais e a promoção de todas as mulheres. - [Prostituição e tráfico de pessoas se normalizaram](https://qgfeminista.org/prostituicao-e-trafico-de-pessoas-se-normalizaram/): A legalização da prostituição fascina e legitima a exploração de mulheres — junto com o tráfico de pessoas. - [Psicologia, saúde mental e feminismo](https://qgfeminista.org/psicologia-saude-mental-e-feminismo/): Falar simultaneamente sobre Psicologia, saúde mental e feminismo é um desafio gigantesco, porque cada um desses campos possui uma complexidade ímpar. Para começarmos a pensar sobre o porquê devemos falar especificamente sobre a saúde mental de mulheres, faço uma pergunta: você de fato sabe o que é saúde mental, ou este é um conceito abstrato […] - [Gênero e saúde mental das mulheres](https://qgfeminista.org/genero-e-saude-mental-das-mulheres/): Gênero é uma determinante crítico de saúde mental e transtornos afetivos. O adoecimento associado com transtornos afetivos tem recebido substancialmente mais atenção do que as determinantes e os mecanismos específicos de gênero que promovem e protegem a saúde mental e nutrem resiliência ao estresse e à adversidade. - [A biologia é parcialmente culpada por doença mental em mulheres — o resto é social](https://qgfeminista.org/a-biologia-e-parcialmente-culpada-pelas-altas-taxas-de-doenca-mental-em-mulheres-o-resto-e-social/): Mulheres e homens respondem de forma diferente às doenças e tratamentos por razões biológicas, sociais e psicológicas. A professora e psqiquiatra Jayashri Kulkarni explora essas diferenças e a importância de abordar o tratamento e o diagnóstico sob uma perspectiva de gênero. - [Afinal, eu sou uma fraude?](https://qgfeminista.org/afinal-eu-sou-uma-fraude/): Como opera a síndrome da impostora e de que formas podemos enfrentá-la? - [(Sobre) a raiva feminina](https://qgfeminista.org/sobre-a-raiva-feminina-o-diagnostico-com-vies-de-genero-das-emocoes/): O diagnóstico com viés de gênero das emoções - [#07 - Heterossexualidade Compulsória](https://qgfeminista.org/07-heterossexualidade-compulsoria/): Neste episódio especialíssimo vamos falar sobre heterossexualidade compulsória e sobre como nossa sexualidade é moldada de forma a atender os anseios do patriarcado. Vamos falar sobre lesbianidade, sexo, relacionamentos, e sobre amor, muito amor entre mulheres! - [Existem mais de dois sexos humanos?](https://qgfeminista.org/existem-mais-de-dois-sexos-humanos/): Hank Green está correto ao dizer que o desenvolvimento do sexo é mais complexo do que o que a maioria de nós aprendeu no colégio, mas isso não significa que haja mais de dois sexos humanos. Existem apenas dois gametas e, portanto, apenas dois sexos. As complexidades da diferenciação e do desenvolvimento do sexo nos mostram a incrível variação da anatomia e da fisiologia nos homens e nas mulheres. Não precisamos negar a ciência para aceitar essa diversidade. - [Intersexuais são um terceiro sexo?](https://qgfeminista.org/intersexuais-sao-um-terceiro-sexo/): Dizer que pessoas intersexo não são homens ou mulheres, na verdade, os exclui. Isso os reduz apenas à aparência dos seus genitais. - [A negação da existência do Sexo Biológico](https://qgfeminista.org/a-negacao-da-existencia-do-sexo-biologico/): Se esses novos negadores da ciência podem fazer você pensar que suas crenças no sexo biológico são cientificamente incorretas, e que discordar deles faz de você um fanático odioso e preconceituoso, então as ideias deles têm poder retórico. - [Como as mulheres na animação têm escrito sobre si](https://qgfeminista.org/como-as-mulheres-na-animacao-tem-escrito-sobre-si/): Parece que as criadoras querem avançar, mas acabam se traindo com a perspectiva neoliberal de que cada um é cada um e não há verdades sobre mulheres. A animação (e a sociedade) precisam começar a entender, discutir e refletir sobre o fato de que mulheres são reais. - [A necessidade de abolir o casamento](https://qgfeminista.org/a-necessidade-de-abolir-o-casamento/): O casamento é, naturalmente, apenas um aspecto da heterossexualidade como uma instituição política. É o mecanismo legal pelo qual as mulheres estão vinculadas a esta instituição. - [Meu amor é uma mulher](https://qgfeminista.org/meu-amor-e-uma-mulher/): meu amor é uma mulher & quando a abraço sinto o calor dela sinto-me bem sinto segura - [A bandeira lésbica não é em tons de rosa](https://qgfeminista.org/a-bandeira-lesbica-nao-e-em-tons-de-rosa/): Há muito se tenta apagar as lésbicas, seja pela culpa, pelas chantagens, manipulações ou por atribuírem a nós privilégios que nunca nos pertenceram, assim sendo, uma bandeira focada na feminilidade, que usa tons de rosa e celebra um dos maiores símbolos cosméticos da nossa opressão enquanto mulheres, o batom, não pode ser aceita, esse código não pode ser imposto a nós, já que a história de luta que nos trouxe até aqui sempre foi talhada pelo desejo de sermos livres desses ditames. - [Entrevista com Julie Bindel: Lesbianismo Político, Gênero e Desplataforma](https://qgfeminista.org/entrevista-com-julie-bindel-lesbianismo-politico-genero-e-desplataforma/): As lésbicas políticas são realmente cruciais, porque fomos nós que primeiro dissemos que as mulheres deveriam ser capazes de determinar sua própria sexualidade. - [Violência entre mulheres](https://qgfeminista.org/violencia-entre-mulheres/): Atos de abuso e/ou violência não são impossíveis de ocorrer no cotidiano de mulheres que se relacionam com outras mulheres - [Entrevista com Linda Bellos  -  Feminismo, Lésbicas e Políticas Trans](https://qgfeminista.org/entrevista-com-linda-bellos-feminismo-lesbicas-e-politicas-trans/): Meghan Murphy entrevista a feminista lésbica Linda Bellos sobre lesbianidade, ativismo trans e muito mais. - [Fui uma sapatão que pôde ser mulher; receio que as mais novas não possam…](https://qgfeminista.org/fui-uma-sapatao-que-pode-ser-mulher-receio-que-as-mais-novas-nao-possam/): Sou uma lésbica sapatão que cresceu em uma época em que o conceito de "nascer no corpo errado" não existia. Se eu fosse criança hoje, não teria chance contra o ativismo trans. - [Você é lésbica? Parece](https://qgfeminista.org/voce-e-lesbica-parece/): Quando ouso ser uma mulher “natural” — ou seja, não tento corrigir olheiras e marcas com quilos de produtos químicos, não tento mutilar minha proteção natural com cera quente ou laser ou lâmina, não tento andar como uma boneca barbie em roupas apertadas, hiperssexualizadas e sapatos desconfortáveis — assumem que não gosto de homens, não quero ser ‘notada’ por homens, mas sim que estou interessada em mulheres (revelador, não é? É aquilo que a gente diz: quem gosta de mulheres são as lésbicas, homens gostam de feminilidade!). - [A história de luta do movimento das lésbicas no Brasil](https://qgfeminista.org/a-historia-de-luta-do-movimento-das-lesbicas-no-brasil/): Mulheres lésbicas resistem. Mulheres lésbicas fazem política. Mulheres lésbicas são parte da sociedade. Mulheres lésbicas têm história, tanto que a nossa bandeira lábrys é repleta em significados, o triângulo preto invertido em respeito à memória das que foram perseguidas, a lábrys um símbolo de força e a cor roxa que sempre esteve presente nos materiais […] - [Feminismo lésbico - O compilado](https://qgfeminista.org/feminismo-lesbico-o-compilado/): Mulheres lésbicas sempre povoaram o feminismo. Em mais de meio século de feminismo lésbico, muita coisa foi escrita — nem todas elas convergem entre si, e algumas discordâncias podem ser encontradas nesse compilado. - [Uma Separatista Negra](https://qgfeminista.org/uma-separatista-negra/): Enquanto feminista ativa, eu não posso arcar economicamente com falar sobre o separatismo lésbico em publicações assinadas pelo meu próprio nome. Como uma mulher negra, eu corro um risco duplo. Eu vivo no limite entre trabalho ou bem-estar. Abraçar publicamente o meu lesbianismo me levaria a necessitar de assistência social. - [Lesbianismo político - definições e aplicações](https://qgfeminista.org/lesbianismo-politico-definicoes-e-aplicacoes/): De acordo com a lógica do lesbianismo político, toda lésbica feminista radical é uma lésbica política — não necessariamente por ter descoberto sua lesbianidade a partir do discurso do lesbianismo político, mas também por terem decidido reivindicar a politização da própria lesbianidade. A mulher que nega a heterossexualidade como escolha consciente a partir da lógica do lesbianismo político e foca suas energias em relações intensas com mulheres também é uma lésbica política. - [Lezbehonest: Sobre o apagamento das lésbicas na política queer](https://qgfeminista.org/lezbehonest-sobre-o-apagamento-das-lesbicas-na-politica-queer/): A sexualidade lésbica se tornou um campo em que constantes tensões sobre gênero e sexo explodem. Isso é porque, sob o patriarcado o ônus da prova é firmemente nosso. Homens gays não são chamados de preconceituosos por evitar sexo vaginal por conta de sua homossexualidade.Amar os homens e desejar o corpo masculino carrega uma certa lógica num contexto cultural construído na centralidade da masculinidade, numa perspectiva queer. Por outro lado, como o corpo feminino é constantemente degradado no patriarcado, mulheres que desejam mulheres são tidas sob suspeita. - [#06 - Racismo no Feminismo](https://qgfeminista.org/06-racismo-no-feminismo/): Neste episódio do QGCast conversamos sobre negritude, colorismo, racismo, feminismo e racismo no feminismo. - [O Duradouro Legado de Florynce Kennedy, Guerreira Feminista Negra](https://qgfeminista.org/o-duradouro-legado-de-florynce-kennedy-guerreira-feminista-negra/): Diversas décadas após as convulsões políticas da década de 1960, pouquíssimas pessoas reconhecem o nome da advogada e ativista feminista negra Florynce “Flo” Kennedy (1916–2000). No entanto, durante o final dos anos 1960 e 1970, Kennedy era a feminista negra mais conhecida do país. - [Em 1851, Sojourner Truth disse “Não sou uma mulher?”](https://qgfeminista.org/em-1851-sojourner-truth-disse-nao-sou-uma-mulher/): Em 29 de maio de 1851, Sojourner Truth, uma abolicionista e ex-escravizada, fez um dos discursos mais memoráveis da história sobre a intersecção entre o sufrágio feminino e os direitos dos negros. Falando à Convenção das Mulheres de Ohio, Truth usou sua identidade para apontar as maneiras pelas quais ambos os movimentos estavam falhando as mulheres negras. Repetidas vezes, de acordo com transcrições históricas, ela perguntou: “Eu não sou uma mulher?” - [Sexo, Raça e Classe](https://qgfeminista.org/sexo-raca-e-classe/): Confusão bastante tem sido gerada quando sexo, raça e classe se confrontaram como entidades separadas e até conflitantes. Que elas são entidades separadas é auto evidente. Que elas se provaram como não separadas, inseparáveis, é mais difícil de discernir. No entanto, se o sexo e a raça são afastados da classe, praticamente tudo o que resta é a política truncada, provinciana e sectária da esquerda metropolitana masculina branca. - [O que significa chamar o feminismo de 'branco e classe média'?](https://qgfeminista.org/o-que-significa-chamar-o-feminismo-de-branco-e-classe-media/): Existem textos feministas que parecem obliterar a existência de mulheres de minorias raciais, étnicas e culturais. Essa obliteração, pelo menos no que se refere às mulheres negras dos EUA, é expressa de maneira sucinta no título de uma antologia de escritos sobre os estudos das mulheres negras: todas as mulheres são brancas, todos os negros são homens (Hull et al., 1982). - [Feminismo e Nacionalismo Negro](https://qgfeminista.org/feminismo-e-nacionalismo-negro/): Existe uma teoria, defendida por algumas pessoas, de que você não pode ser nacionalista negra e feminista ao mesmo tempo. Essa teoria está incorreta e esse erro é baseado numa ideia equivocada a respeito desses dois movimentos. Ambos são movimentos revolucionários. - ["Como podemos ser melhores do que as mulheres brancas, se não estamos no mesmo nível?"](https://qgfeminista.org/como-podemos-ser-melhores-do-que-as-mulheres-brancas-se-nao-estamos-no-mesmo-nivel/): Apesar disso, a ativista afirma que a luta dos movimentos das mulheres negras tem sido importante para recuperar a auto-estima e mostrar o protagonismo na sociedade. Ela ressalta que as mulheres são muito fortes quando têm esse poder de falar e de serem ouvidas. - [Desleal à Civilização: Feminismo, Racismo, Ginofobia](https://qgfeminista.org/desleal-a-civilizacao-feminismo-racismo-ginofobia/): É difícil começar a escrever as palavras que carregarão meus pensamentos sobre feminismo e racismo para além dos confins de minha própria mente, esse quarto. É difícil porque eu quero ser compreendida, porque eu escrevo em uma encruzilhada que é minada por dor e raiva, e porque eu não quero que minhas palavras se emprestem a distorções ou expropriações, seja por apologistas de uma noção trivial e rasa de feminismo, [1] ou por expoentes de uma política racial que nega a natureza fundamental das políticas sexuais e da opressão de gênero. - [Afro-alemãs](https://qgfeminista.org/afro-alemas/): “Eu nunca pensei em ‘afro-alemã’ como um conceito positivo antes”, ela disse, falando da dor de ter que viver uma diferença que não tem nome, falando por meio do poder crescente forjado pelo autoexame daquela diferença. - [Entrevista: Kimberle Crenshaw fala sobre Interseccionalidade](https://qgfeminista.org/entrevista-kimberle-crenshaw-fala-sobre-interseccionalidade/): O termo “interseccionalidade” tem sido submetido à extrema má interpretação. Ao contrário das recentes e errôneas reflexões de críticos como Andrew Sullivan, da New York Magazine, a interseccionalidade não é um culto, uma nova mania acadêmica, ou mesmo uma distração dos chamados “problemas reais”. O termo foi cunhado pela professora Kimberlé Williams Crenshaw como uma ferramenta de insight: uma lanterna, não uma distração. - [Assassinatos de Mulheres no Brasil sob a Ótica Racial](https://qgfeminista.org/assassinatos-de-mulheres-no-brasil-sob-a-otica-racial/): O combate às violências que as mulheres sofrem é primordial para que tenhamos uma sociedade mais justa. A misoginia na sociedade atinge todas as mulheres, independente de classe social ou raça, porém não atinge de forma igual. - [Mulheres racializadas contra a prostituição](https://qgfeminista.org/mulheres-racializadas-contra-a-prostituicao/): Raquel Rosario Sanchez fala com quatro mulheres que participaram de um evento recente sobre as experiências das mulheres racializadas no comércio sexual e a conexão entre racismo e prostituição. - [Escravidão Sexual & Escravidão Racial](https://qgfeminista.org/escravidao-sexual-escravidao-racial/): Assim como na escravidão racial, aquelas que trabalham para abolir a prostituição a entendem como escravidão sexual — nem sempre a escravidão daquelas pessoas em correntes físicas que foram brutalmente forçadas à prostituição, mas uma forma mais complexa de escravidão na qual mulheres são subjugadas à prostituição através de engano, fraude, abuso das suas vulnerabilidades, ou abuso de poder. - [De defensora do “trabalho sexual” a líder sobrevivente.](https://qgfeminista.org/de-defensora-do-trabalho-sexual-a-lider-sobrevivente/): Mickey sentou-se comigo em Nova York durante a Comissão das Nações Unidas sobre o Status das Mulheres em março de 2017 para discutir seu ativismo, desde endossar a total descriminalização do comércio sexual até defender uma lei que reivindica a sua abolição. - [#05 - Socialização não falha?](https://qgfeminista.org/05-socializacao-nao-falha/): Neste episódio do QGCast vamos conversar sobre o processo de socialização, que nos torna mulheres e nos torna homens em um sistema patriarcal, racista e capitalista. E vamos refletir sobre a máxima: "socialização não falha"?. Não perca! - [Eu quero uma trégua de 24 horas sem estupro](https://qgfeminista.org/eu-quero-uma-tregua-de-24-horas-sem-estupro/): Se vocês tem uma concepção de liberdade que inclui a existência de estupro, vocês estão errados. Vocês não poderão mudar o que vocês desejam. Por mim mesma, eu quero experimentar apenas um dia de liberdade real antes que eu morra. Eu os deixo aqui para fazer isso por mim e pelas mulheres que vocês dizem que amam. - [Precisamos acabar com o mito do homem abusador injustiçado](https://qgfeminista.org/precisamos-acabar-com-o-mito-do-homem-abusador-injusticado/): Um dos mitos mais enraizados no imaginário social é que um homem acusado de abuso é sempre um injustiçado, cuja acusadora é uma oportunista, querendo, PASMEM, a fama de ter sido abusada pelo sujeito. - [O estupro lesbofóbico “corretivo”](https://qgfeminista.org/o-estupro-lesbofobico-corretivo/): Da mesma forma que a casa das mulheres não é segura para mulheres, a rua também não o é. Especialmente para mulheres lésbicas. Seja pelo avanço dos discursos de ódio; seja pelo medo arraigado na nossa subjetividade, com tanta violência contra mulheres; seja pelo perigo iminente das ruas escuras e assédios escancarados que vivenciamos todos os dias. - [Cultura do estupro e a legislação de crimes sexuais](https://qgfeminista.org/cultura-do-estupro-e-a-legislacao-de-crimes-sexuais/): a legislação brasileira, até muito recentemente, em termos históricos, ainda considerava a mulher, na prática, como propriedade do homem ou de sua família — mesmo que a Constituição os tenha igualado juridicamente — e isso se manifestava de forma bem clara na legislação de crimes sexuais. É seguro dizer que o próprio Direito Penal reverberava, legalmente, a cultura do estupro. - [O que é Cultura do Estupro?](https://qgfeminista.org/o-que-e-cultura-do-estupro/): É por meio da violência sexual e da processo de intimidação constante por meio de sua ameaça que os homens mantêm as mulheres em estado de medo, para lembrá-las de sua subordinação, para manter a supremacia masculina e patriarcal. É nesse sentido — de manutenção da subordinação feminina por meio da violência sexual — que podemos falar em uma cultura do estupro. - [Chamar lésbicas de transfóbicas é fácil.](https://qgfeminista.org/chamar-lesbicas-de-transfobicas-e-facil/): Não são as mulheres lésbicas que estão matando pessoas trans. São os homens heterossexuais, em sua maioria, brancos. Os mesmos que enxergam as nossas relações com um olhar fetichista. Eles são os reais inimigos e opressores. Nós estamos apenas fazendo o que sempre fizemos, ao longo da história: rejeitando o falo. - [Heterossexualidade compulsória, lesbofobia e resistência](https://qgfeminista.org/heterossexualidade-compulsoria-lesbofobia-e-resistencia-2/): A heterossexualidade compulsória é um regime político que visa manter o acesso de homens aos corpos e capacidades laborais e reprodutivas de mulheres, através do conceito ferrenho de núcleo familiar, da monogamia, da dicotomia entre espaços públicos e privados, e da naturalização da mulher enquanto categoria reprodutiva resumida à sua especificidade biológica e portanto inferior, complementar, existente apenas em oposição ao masculino, saída da costela. - [Lésbicas não devem nada a ninguém](https://qgfeminista.org/lesbicas-nao-devem-nada-a-ninguem/): O movimento LGB lutou por anos para que fosse compreendido e respeitado que sexualidade tem relação com o sexo (biologia) e não com o gênero (cultura). Quantas paradas, caminhadas, marchas, manifestos e protestos foram feitos para que esse direito nos fosse garantido, para que nossa orientação sexual e nossa liberdade de nos relacionarmos com pessoas do mesmo SEXO não fosse mais considerada doença, crime ou perversão? - [Estupro, sexo e consentimento](https://qgfeminista.org/estupro-sexo-e-consentimento/): É importante centralizarmos nossa política feminista em torno de fortalecer mulheres para que caminhem cada vez mais em direção de uma autonomia sexual verdadeira. Se isso é possível de forma plena dentro do patriarcado? Não é. E é por isso que devemos derrubá-lo. - [Não é não! — mas só até a página dois](https://qgfeminista.org/nao-e-nao-mas-so-ate-a-pagina-dois/): Se nós, mulheres, nos amamos entre nós tanto afetivo quanto sexualmente, se nos bastamos e rejeitamos a presença masculina em nossas relações afetivo-sexuais, nossa existência provoca a desestabilização de um poder que vem sendo mantido há seis mil anos, poder esse que cumpre uma agenda de controle e dominação de corpos de mulheres, especialmente através da via do afeto. - [Mulheres, abandonem o movimento LGBT](https://qgfeminista.org/mulheres-abandonem-o-movimento-lgbt/): Mulheres, abandonem o movimento LGBT. Priorizem a si mesmas. Não gastem suas energias reivindicando inclusão num movimento essencialmente liberal — e focado em homens. Reconheçam o backlash. Não tenham medo de serem acusadas de opressoras por pleitear um feminismo que não inclui pessoas do sexo masculino. Mulheres já são odiadas e sempre serão até que o patriarcado seja derrubado, e o único caminho realmente revolucionário é o do feminismo radical. Subvertam a feminilidade — não pratiquem a maternagem de toda e qualquer pessoa que se reivindica oprimida. Empatizem com outras mulheres. Não dêem ouvidos à culpa que não lhes pertence. - [Mas vocês notaram que a JK Rowling “inventou” as questões identitárias?](https://qgfeminista.org/mas-voces-notaram-que-a-jk-rowling-inventou-as-questoes-identitarias/): Talvez a JK tenha aprendido com o resultado da própria obra. Ela, que fez a história modelo sobre ir criar um mundo ilusório para substituir a realidade, falou “minhas experiências de vida foram marcadas pelo fato de eu ser mulher, é extremamente importante reconhecer a realidade sexual”. - [JK Rowling nas questões de sexo e gênero](https://qgfeminista.org/jk-rolling-nas-questoes-de-sexo-e-genero/): Eu acredito que a maioria das pessoas trans-identificadas não só apresentam zero ameaça a outras pessoas, mas são vulneráveis por todas as razões que eu delineei. Pessoas trans precisam e merecem proteção. Então eu quero que mulheres trans estejam seguras. Ao mesmo tempo, eu não quero deixar meninas e mulheres de nascimento menos seguras. - [a amnésia é do Patriarcado; mas como estamos usando nossa memória?](https://qgfeminista.org/a-amnesia-e-do-patriarcado-mas-como-estamos-usando-nossa-memoria/): resolvi fazer essa busca não por curiosidade sobre a minha evolução, mas porque não raro tenho visto jovens mulheres divulgando imagens, de mulheres mais jovens ainda, falando umas asneiras no decorrer da vida cibernética. normal, não? - [Lutando contra o machismo na América Latina](https://qgfeminista.org/lutando-contra-o-machismo-na-america-latina/): América Latina “sofre com um cenário amplo de violência que alimenta a violência mais específica contra as mulheres”. Assim como os desafios urgentes da sobrevivência diária, o crescente número de pequenas armas de fogo alimenta a noção de que os problemas são resolvidos através da ação e não do diálogo. - [Quem ama não deixa preso](https://qgfeminista.org/quem-ama-nao-deixa-preso/): A maioria delas é mãe e está longe dos seus filhos, da sua casa. Muitas vezes é mãe-solo, provedora e mantenedora do lar com muitos dependentes. - [O crime de homotransfobia](https://qgfeminista.org/o-crime-de-homotransfobia/): O punitivismo não é a solução para os problemas sociais, políticos e culturais que vivemos, não é prendendo, processando e acusando pessoas que chegaremos ao fim de atos discriminatórios. São necessários educação, leitura, debates e respeito pelos direitos humanos. - [Criminologia, Feminismo e Direito Penal](https://qgfeminista.org/criminologia-feminismo-e-direito-penal/): RESUMO A ideia do texto é apresentar os debates relativos à questão criminal como apresentados pela criminologia crítica, pela chamada “criminologia feminista” e pela própria teoria feminista. Vou demonstrar como punitivismo e feminismo não combinam, e que qualquer política criminal ou pública que se proponha de base feminista não pode legitimar o sistema punitivo, especificamente, […] - [Encarceramento em massa de mulheres no Brasil](https://qgfeminista.org/encarceramento-em-massa-de-mulheres-no-brasil/): A mulher, quando selecionada pelo sistema penal — seleção esta que se intensificou com a guerra às drogas –, além de já ser estigmatizada pela sua classe social (fruto da criminalização da pobreza) e frequentemente pela sua cor (fruto do racismo, inclusive estrutural), também, portanto, será julgada de forma patriarcal, já que “criminosa” foge aos estereótipos e papéis sociais de sexo que determinam que uma mulher deve ser naturalmente doce, passiva, maternal e “boa”. - [A Inquisição e a Tipificação de Condutas Femininas](https://qgfeminista.org/a-inquisicao-e-a-tipificacao-de-condutas-femininas/): As mulheres no patriarcado são um grupo submisso e não escaparam de serem consideradas desviantes durante a história, seja como bruxas, loucas, histéricas, adúlteras, prostitutas ou qualquer outro epíteto misógino usado para marcar o ser mulher como um crime. - [A socialização para os papéis sexuais é violência; e a violência é uma linguagem a ser abolida](https://qgfeminista.org/a-socializacao-para-os-papeis-sexuais-e-violencia-e-a-violencia-e-uma-linguagem-a-ser-abolida/): A teoria feminista explica tudo isso: a linguagem que nos educa, a meninos e meninas, homens e mulheres, é a Socialização. Ela, por si só, é a própria e primeira violência sofrida por todas e todos nós. Fugir da nossa própria socialização é o nosso principal desafio, porque nós educamos como fomos educados. - [Mulheres Migrantes Jovens Resistindo à Violência Patriarcal](https://qgfeminista.org/mulheres-migrantes-jovens-resistindo-a-violencia-patriarcal/): Devemos sempre ter em mente que, apesar disso, essas jovens mulheres continuam lutando por seus direitos. Elas continuam denunciando a dominação masculina. Para essas mulheres, é uma luta diária. Elas estão aqui para provar que elas têm valor e que têm um papel a desempenhar na sociedade, apesar de sofrerem violência diariamente. - [Dados sobre Crianças Refugiadas e Migrantes](https://qgfeminista.org/dados-sobre-criancas-refugiadas-e-migrantes/): Em todo o mundo, cerca de 50 milhões de crianças migraram ou foram forçadas a se deslocarem — e esta é uma estimativa tímida. Mais da metade desses meninos e meninas sofreram violências e exposição a riscos, 28 milhões no total. - [Mulheres refugiadas: a crise dentro da crise](https://qgfeminista.org/mulheres-refugiadas-a-crise-dentro-da-crise/): Nossa visão inicial à distância era de um santuário aparentemente idílico de edifícios amarelos e cor-de-rosa. Quando nos aproximamos, vimos uma cerca de aproximadamente 3 metros coberta com arame farpado. Soldados armados carregando armas automáticas vigiavam a entrada e patrulhavam o perímetro. - [Refugiadas em São Paulo](https://qgfeminista.org/refugiadas-em-sao-paulo/): Esse é um mundo que dá mais liberdade para a circulação de mercadorias do que de pessoas. Assim, pessoas que são mercadoria conseguem trânsito que de outra forma não conseguiriam. - [De Baltimore a Bangladesh, vamos acabar com o casamento infantil](https://qgfeminista.org/de-baltimore-a-bangladesh-vamos-acabar-com-o-casamento-infantil/): O casamento infantil é uma violação dos direitos humanos que não deveria acontecer. Mas acontece de Baltimore a Bangladesh. Devemos usar todas as ferramentas disponíveis para encerrar a prática, incluindo leis, pressão diplomática e financiamento de programas eficazes, como a educação de meninas. Mas, para causar um impacto duradouro e acabar com o casamento infantil de uma vez por todas, precisamos abordar propositadamente a prática em sua raiz e trabalhar para alcançar a igualdade entre os sexos em todos os lugares. - [Feminista também erra?](https://qgfeminista.org/feminista-tambem-erra/): Sejamos mais pacientes com a desconstrução e o tempo de cada uma. Sejamos abertas ao diálogo construtivo. Não vou dizer que é fácil, que é simples, e que você não vai desejar dar uns tapas na cara de alguém pra fazer a pessoa entender algo, ou ser mais ética, mas o melhor caminho geralmente é o mais difícil né? - [Crianças Autistas Não Precisam de Mastectomia](https://qgfeminista.org/criancas-autistas-nao-precisam-de-mastectomia/): Quando leio declarações de pais e profissionais médicos sobre jovens ou crianças disfóricas que simplesmente não se encaixam, parece que eles acham que descobriram a primeira geração de crianças que odeiam seus corpos ou não se encaixam. - [Corpos: sobre automutilação compulsória](https://qgfeminista.org/corpos-sobre-automutilacao-compulsoria/): “Adele posta sua primeira foto de 2020.” Saiu essa “notícia” nos jornais logo pela manhã dessa quarta-feira de quarentena. Me espantei quando a vi, por incrível que pareça ainda me espanto com as modificações que algumas mulheres se submetem e são submetidas para entrar em um padrão inatingível. - [Pornografia, cultura do estupro e a violência nas relações](https://qgfeminista.org/pornografia-cultura-do-estupro-e-a-violencia-nas-relacoes/): A dualidade entre um amor terno e a violência pulsam e, aos poucos, trazem a fantasia de como seria ser amada e violentada por um homem mais velho. A menina de 14 anos compartilha a imagem em uma rede social anônima que criou para publicar poesias e fotografias do céu. Ela memorizou as palavras, "choke me, daddy", para uma pesquisa imediata. - [J.K. Rowling: "Não é ódio falar a verdade."](https://qgfeminista.org/j-k-rowling-nao-e-odio-falar-a-verdade/): A autora de Harry Potter, J.K. Rowling, voltou a falar sobre os direitos das mulheres, desta vez de forma inequívoca. - [Teoria queer: a destruição das sujeitas revolucionárias](https://qgfeminista.org/teoria-queer-a-destruicao-das-sujeitas-revolucionarias/): Os artigos pró-queer mais recentes são metafísicos, não fazem análise histórica de classe, não oferecem contextos socioeconômico e político e, diante da crítica política materialista à teoria queer, recorrem a “argumentos” irracionais, como o medo ou as fobias, motivo pelo qual é importante lembrar em que contexto histórico surge essa teoria, a quais interesses de classe ela serve e quais efeitos políticos e práticos sua disseminação na esquerda e no feminismo teve ao longo dos últimos - [De onde vêm os bebês “de aluguel”?](https://qgfeminista.org/de-onde-vem-os-bebes-de-aluguel/): Celebridades como os Kardashians e Elton John estão normalizando cada vez mais a sub-rogação de útero, também conhecida como “barriga de aluguel”. Não pode fazer o seu próprio bebê? Encontre uma “carregadora gestacional” para fazer isso por você. Simples assim. Quando vemos a sub-rogação de útero discutida na mídia global, é na forma de histórias para você se sentir bem sobre bebês para casais que estão desesperados por sua própria criança mas incapazes de tê-la naturalmente. O que não é discutido é onde, e mais importante, de quem, o bebê vem. - [Guia de estudos sobre questões raciais](https://qgfeminista.org/guia-de-estudos-sobre-questoes-raciais/): Textos gerais e introdutórios, Poder, política e colonialismo, e muito mais. Porque é preciso ser antirracista. - [Ele é mais velho, mas está tudo sob controle.](https://qgfeminista.org/ele-e-mais-velho-mas-esta-tudo-sob-controle/): Uma coisa que ninguém conta para nós quando começamos a crescer é como os relacionamentos são tóxicos, e que custa um tempo para entendermos isso. Não é novidade nenhuma isso que eu estou falando, certo? Você, leitora desse texto, já parou um momento e refletiu sobre sua vida amorosa? - [Noelle Stevenson (criadora de She-ra) me bloqueou no twitter](https://qgfeminista.org/noelle-stevenson-criadora-de-she-ra-me-bloqueou-no-twitter/): Retuitei o que Noelle disse sobre mim e um monte de lésbicas que me seguem ficaram profundamente ofendidas. - [Mulheres, sexualidade e relações de poder](https://qgfeminista.org/mulheres-sexualidade-e-relacoes-de-poder/): Mulheres são uma classe sexual. Uma classe com a exploração laboral e reprodutivossexual em comum, atravessada pela existência de outras classes, racial e social. A forma como a opressão se reproduz a partir das três formas de exploração entre humanos existentes em nossa sociedade é e foi analisada por diversas teóricas, principalmente feministas, que definiram conceitos como a interseccionalidade e a consubstancialidade na tentativa de explicar essas relações. - [No dia dos namorados, lembre-se: o pessoal é político](https://qgfeminista.org/no-dia-dos-namorados-lembre-se-o-pessoal-e-politico/): Às vezes parece que a mulher sujeito das análises do feminismo, enquanto indivíduo, não existe. Nós falamos muito de questões estruturais e fazemos análises materialistas que pressupõem a coletividade. Falamos de problemas e de explorações a que estão sujeitas todas — ou a maioria — das mulheres a nível macro, aos milhares, aos milhões. E dispomos disso justamente pra dar dimensão do tamanho do problema que enfrentamos. Mas isso não significa que as análises feitas pelo feminismo não sirvam pra explicar o que acontece nas relações privadas. Na verdade, é exatamente o contrário. - [Lésbicas e estupro corretivo.](https://qgfeminista.org/lesbicas-e-estupro-corretivo/): Cabe a nós, lésbicas, dar visibilidade à nossa vivência, produzindo e/ou divulgando material (artístico, acadêmico, educativo, de qualquer natureza) sobre as peculiaridades de nossa realidade. Àqueles que não compartilham de nossas angústias e experiências, peço que pensem bem antes de soltar um “Fulana só é lésbica porque não conheceu nenhum homem que fizesse direito”, pois seu argumento estará corroborando e validando a prática do estupro corretivo. - [O casamento deve ser abolido.](https://qgfeminista.org/o-casamento-deve-ser-abolido/): As conquistas do feminismo significavam que as mulheres podiam optar por não se casar sem ser vistas como solteironas ou aberrações, mas nos últimos anos a popularidade do casamento rastejou de volta, com algumas mulheres até defendendo que era um ato “feminista”. O casamento homossexual fez pouco para alterar a instituição, mas definitivamente aumentou sua popularidade. Eu sinto frequentemente que sou mais julgada por não ser casada e com filhos do que por ser lésbica. - [Monogamia e não-monogamia em relacionamentos lésbicos](https://qgfeminista.org/monogamia-e-nao-monogamia-em-relacionamentos-lesbicos/): Monogamia é uma ferramenta de dominação patriarcal que, juntamente com outros mecanismos, é estruturante da sociedade. No contexto de uma sociedade em que homens subjugam e exploram mulheres, o conceito de monogamia é essencialmente heterossexual, porque ele foi criado para submeter mulheres, e apenas mulheres, a um relacionamento exclusivo com um homem. A monogamia vem da intenção de controlar a sexualidade e as capacidades reprodutivas da mulher e assegurar a legitimidade da paternidade, cuja ligação genitor-filho não é visível como na maternidade. - [Uma mulher nunca consegue ser agradável o suficiente](https://qgfeminista.org/uma-mulher-nunca-consegue-ser-agradavel-o-suficiente/): Eu realmente achei que tínhamos chegado mais longe. A Barbie mesmo diz: “Meninas podem fazer qualquer coisa.” Afinal de contas, temos agora a maioria dos diplomas de bacharelado, ocupamos metade dos assentos em faculdades de Medicina e de Direito, comandamos empresas e universidades, e participamos do Congresso. Há até três de nós no Supremo Tribunal Federal [estadunidense — 2 no brasileiro]. Mas se você perguntar por que os homens ainda dominam o mundo, a resposta que você terá de volta não é discriminação, assédio sexual ou violência masculina — coisas cujas simples menções são profundamente injustas, para os homens. - [Você está num relacionamento abusivo?](https://qgfeminista.org/voce-esta-num-relacionamento-abusivo/): Um relacionamento abusivo se dá a partir do momento que 1) existe uma situação hierárquica entre as duas pessoas (e isso pode se dar em diversos âmbitos) e 2) a pessoa em posição de poder se utiliza disso para coação, manipulação e/ou em próprio benefício em detrimento da outra. Isso pode se dar em qualquer tipo de relação: amizade, amor romântico, pais e filhas. Pode acontecer inclusive entre mulheres. - [#04 - Maternidade](https://qgfeminista.org/qgcast04-maternidade/): Neste episódio vamos conversar temas importantíssimos sobre maternidade: maternidade compulsória, aborto, contracepção, barriga de aluguel, exploração do trabalho reprodutivo e muito mais! - [A tragédia do mercado de barriga de aluguel durante a pandemia](https://qgfeminista.org/excesso-de-bebes-a-tragedia-do-mercado-de-barriga-de-aluguel-durante-a-pandemia/): Uma agência ucraniana, especializada em reprodução humana, de acordo com o logotipo em seu website, atualizou o seu quadro de informações em sua plataforma online sobre os custos de “manutenção de crianças” em seu centro. A BioTexCom é conhecida como uma das agências preferidas por pais espanhóis que desejam ter um filho biológico mas têm problemas de fertilidade, de acordo com internautas. Um usuário do Twitter postou uma história aterradora sobre as práticas comerciais dessa empresa, com fotos de vários bebês em um berçário, no que parece ser um ambiente hospitalar. - [#03 - Feminilidade](https://qgfeminista.org/qgcast03-feminilidade/): Neste episódio vamos conversar sobre feminilidade, um tema muito espinhoso quando falamos de socialização feminina e sobre "ser mulher". Afinal, o que significa ser "feminina" na nossa sociedade? Existe essência feminina? Dá pra ser feminista mas ser feminina? Muitas perguntas, e as respostas todas aqui. Vem ouvir! - [#02 - Patriarcado, a força invisível](https://qgfeminista.org/qgcast02-patriarcado-a-forca-invisivel/): Neste episódio vamos conversar sobre a força invisível do patriarcado, esse sistema de dominação exercido pelos homens que submete e subalterniza todas as mulheres e que se organiza numa super-estrutura de dominação junto com o capitalismo e o racismo. Será possível vencer esse sistema? Como podemos esmagar o patriarcado? Vem ouvir! - [#01 - O que é o feminismo](https://qgfeminista.org/qgcast01-o-que-e-o-feminismo/): O QGcast é o podcast da QG Feminista. Neste primeiro episódio vamos falar sobre o que é e o que não é feminismo, sobre patriarcado, capitalismo, liberalismo, empoderamento, e muito mais. Vamos juntas bater um papo descontraído e cheio de informações libertadoras? - [Guia de estudos sobre Feminismo Materialista](https://qgfeminista.org/o-que-e-feminismo-materialista/): Uma das maiores dificuldades de se estudar algo sozinha — digamos, assistir aulas ou sem a orientação de outra pessoa — é encontrar as referências certas pra cada momento do aprendizado. Por isso tentei montar aqui um guia... - [Misoginia é Revisionismo: Em Defesa do Feminismo](https://qgfeminista.org/misoginia-e-revisionismo-3a-parte-em-defesa-do-feminismo/): Nascer mulher é um sentença que na melhor das hipóteses te torna um cidadão de segunda classe, e na pior, te condena a uma vida cheia das piores formas de escravidão e exploração. Mulheres formam em conjunto não uma classe, mas uma casta; É possível uma pessoa mudar da classe a qual pertence, mas a casta é algo que alguém nasce e nunca escapa. O Feminismo tem o objetivo de emancipar a casta feminina; não é o mesmo que um movimento identitário abstrato. - [Misoginia é Revisionismo: A Máscara do Cafetão Vermelho](https://qgfeminista.org/misoginia-e-revisionismo-2a-parte-a-mascara-do-cafetao-vermelho/): Mas se prostituição não é trabalho, o que é? A resposta é simples. Escravidão sexual; estupro contratual. Continuando em seu argumento, Kollontai fundamenta que “A prostituição nasceu com os primeiros estados, como a sombra inevitável da instituição oficial do casamento, que foi projetado para preservar os direitos da propriedade privada e garantir a hereditariedade pela linha de herdeiros legais.” - [Misoginia é revisionismo: O Problema da Esquerda com as Mulheres](https://qgfeminista.org/misoginia-e-revisionismo-1a-parte-o-problema-da-esquerda-com-as-mulheres/): Ao distanciar a definição de “mulher” de uma versão materialista para uma versão idealista, nós perdemos a capacidade de definir e lutar contra as causas da opressão das mulheres. Em sua forma mais extrema, ela apaga as mulheres enquanto classe, e torna impossível falar sobre o patriarcado enquanto uma força existente. - [Do feminismo midiático ao feminismo “pelo menos”](https://qgfeminista.org/do-feminismo-midiatico-ao-feminismo-pelo-menos/): Daí qualquer feminismo que estabelecesse limites e tivesse posições bem estruturadas sobre qualquer assunto — e que interferisse no dia-a-dia da mulher, e que exigisse mudanças (ou pelo menos consciência e coerência) em suas atitudes ou escolhas pessoais (já que o pessoal é político) — virou um feminismo chato. Um feminismo radical. Um feminismo um tanto antiquado, já que não é mais bem assim, a realidade é complexa, as tecnologias mudaram tudo, somos e não somos ao mesmo tempo, etc… - [Tudo o que eu quero de Natal é o fim da cultura pornô sendo vendida como empoderamento.](https://qgfeminista.org/tudo-o-que-eu-quero-de-natal-e-o-fim-da-cultura-porno-sendo-vendida-como-empoderamento/): É revoltante para mim o fato que estão dizendo às mulheres (por outras mulheres, nisso) que “ficar forte” significa para se objetificar. Toda a campanha parece ter um tema de atletismo, que bem podia ter transmitido uma mensagem de empoderamento, se as mulheres na verdade estivessem praticando esportes ou outras atividades genuinamente representando a força feminina. - [Sororidade, utopia, continuum lésbico e a amizade política entre mulheres](https://qgfeminista.org/3886-2/): Eu sei, há muito tempo a ideia de Sororidade nos incomoda, a todas: primeiro, enquanto conceito que foi apropriado pelo liberalismo, como mais um desses conceitos esvaziados de sentido que reproduzimos, reproduzimos, mas não temos coragem de pensar a fundo e já nem sabemos porque usamos. - [Feminismo radical: história, política, ação](https://qgfeminista.org/feminismo-radical-historia-politica-acao/): A intenção revolucionária do feminismo radical é expressa em primeiro lugar e acima de tudo na centralização de mulheres: as experiências e os interesses de mulheres estão no centro de nossas teoria e prática. - [Mulheres e o movimento radical](https://qgfeminista.org/mulheres-e-o-movimento-radical/): Tornou-se necessário ir à raiz do problema em vez de nos envolvermos na solução de problemas secundários decorrentes dessa condição. - [O que temos a oferecer?](https://qgfeminista.org/o-que-temos-a-oferecer/): O que temos a oferecer a outras mulheres? Me pego pensando nisso constantemente. Sabemos o que o patriarcado tem a nos oferecer: ele nos dá uma vida-farsa de proteção e longevidade, bem ou mal permite a algumas de nós, mulheres, uma vida alimentada, e uma cama para dormir. Para uma boa parte, pelo menos. Mas e o que as feministas dão? Poderia dizer: liberdade, conhecimento, saber seu lugar no mundo e questioná-lo, possibilidades de transformação, de vidas completas, de deixar de ser objeto para se tornar protagonistas de suas histórias. Das nossas próprias histórias. - [Alavancar a organização política das mulheres](https://qgfeminista.org/alavancar-a-organizacao-politica-das-mulheres/): O ativismo pode começar dentro de casa. Depois, com as amigas. Vizinhas. Colegas de turma na escola. Vizinhança. O grupo de mães. As colegas de trabalho. O sindicato. O ativismo vai começar de algum lugar, então é natural que comece à sua volta. - [A revolução das mulheres no século XXI: da solidariedade à luta comum](https://qgfeminista.org/a-revolucao-das-mulheres-no-seculo-xxi-da-solidariedade-a-luta-comum/): Temos que nos aproximar da noção de luta comum para nos defender e não apenas mostrar solidariedade umas às outras - [Um grupo terapêutico](https://qgfeminista.org/um-grupo-terapeutico/): Os grupos feministas autônomos não devem se esquecer nem a razão de serem autônomos, nem a razão de serem feministas. Conscientizar é um passo. Um pequeno-grande passo. Mas o caminho se faz caminhando, um passo após o outro. - [Sobre homens nas organizações feministas](https://qgfeminista.org/sobre-homens-nas-organizacoes-feministas/): - Homens poderão participar também, certo? — ela fez a pergunta. O raio da pergunta. - [Lutas das Mulheres na Era Neoliberal: o movimento internacional das mulheres e o Imperialismo](https://qgfeminista.org/lutas-das-mulheres-na-era-neoliberal-o-movimento-internacional-das-mulheres-e-o-imperialismo/): É com o envolvimento das mulheres na luta, no movimento, que as mulheres se tornam verdadeiramente empoderadas - [Aprendizados da coletivização feminista](https://qgfeminista.org/aprendizados-da-coletivizacao-feminista/): Um coletivo feminista é autônomo pela necessidade premente de mulheres se organizarem longe do seu opressor, seja para desenvolverem suas habilidades de liderança sem a síndrome do impostor autodirigida pela presença de homens ou pela necessidade de um espaço onde possam falar de opressões primariamente infligidas pelos mesmos. É essa autonomia garante a independência do coletivo no pensar, no agir e na definição de pautas. - [O Método de Autocuidado da QG Feminista para Espaços Virtuais](https://qgfeminista.org/o-metodo-de-autocuidado-da-qg-feminista-para-espacos-virtuais/): Acreditamos na importância de proporcionar bem-estar às militantes, especialmente por meio do autocuidado, entendido aqui como ajudar as mulheres a se sentirem bem consigo mesmas, ao mesmo tempo que fortalecem umas às outras. Desenvolvemos estratégias nesse sentido, em que o reconhecimento mútuo era o principal eixo das atividades. Nossos encontros foram conduzidos seguindo um roteiro inspirado […] - [Dicas de Segurança Digital para Mulheres Ativistas](https://qgfeminista.org/dicas-de-seguranca-digital-para-mulheres-ativistas/): O meio digital tem sido um lugar de várias reuniões feministas e a militância virtual vem ganhando um espaço cada vez mais significativo, mesmo antes do isolamento provocado pela Covid-19. Por isso, listamos aqui algumas dicas de segurança para que mulheres militantes adotem no sentido de se protegerem de ataques no meio virtual. - [Resistências à consciência](https://qgfeminista.org/resistencias-a-consciencia/): Pensar que soluções individuais são possíveis, que não precisamos de solidariedade e de uma revolução para nossa libertação. - [Hostilidade horizontal e ódio às mulheres](https://qgfeminista.org/hostilidade-horizontal-e-odio-as-mulheres/): Como mulheres vivendo em um sistema patriarcal, muitas vezes sentimos a necessidade de formar grupos exclusivos de mulheres. Seja para que possamos nos organizar politicamente para discutir, entender e desenvolver estratégias para a luta contra nossa opressão sem a interferência de homens; seja para que encontremos espaços minimamente seguros, onde não nos sintamos física e psicologicamente ameaçadas. - [Segunda onda 3.0](https://qgfeminista.org/segunda-onda-3-0/): Ou como conseguimos perdurar apesar de tudo. - [“Grito vindo das sombras”](https://qgfeminista.org/grito-vindo-das-sombras/): Eu acredito que era necessário combater o orientalismo e sua imagem predominante de mulheres japonesas e “orientais” e a ignorância geral sobre o feminismo japonês. Eu queria tornar o feminismo radical japonês não só legível para uma audiência maior, mas também analisar e argumentar sua relevância para a política do século XXI. - [Como as mulheres sírias estão resistindo ao patriarcado, ao Estado-Nação e à invasão turca](https://qgfeminista.org/como-as-mulheres-sirias-estao-resistindo-ao-patriarcado-ao-estado-nacao-e-a-invasao-turca/): Da guerra civil Síria, uma revolução floresceu em uma região autônoma de-facto no nordeste do país: Rojava. No nordeste da Síria, sua resistência tem sido e ainda é essencial à autonomia da região e à segurança para mulheres. - [Contra a Divisão das Questões Sociais: uma perspectiva desde a Jineolojî](https://qgfeminista.org/contra-a-divisao-das-questoes-sociais-uma-perspectiva-desde-a-jineoloji/): Desde 2008, o movimento das mulheres curdas desenvolve a “Jineolojî”, a ciência da mulher e da vida. Para muitas pessoas, Jineolojî é um dos tópicos que incita a curiosidade e a excitação, por um lado, e a confusão, por outro. Isso se deve à sua ambiciosa reivindicação de apresentar uma alternativa à mentalidade da modernidade capitalista, determinada por paradigmas positivistas, dominados por homens e colonialistas do conhecimento e da ciência. - [Por um novo internacionalismo de mulheres](https://qgfeminista.org/por-um-novo-internacionalismo-de-mulheres/): O confederalismo democrático é um projeto político de democracia transnacional de base em crítica fundamental ao Estado-nação. O confederalismo democrático é, assim, a alternativa política da modernidade democrática ao Estado-nação da modernidade capitalista. - [Internacionalismo e a luta contra o Patriarcado](https://qgfeminista.org/internacionalismo-e-a-luta-contra-o-patriarcado/): Um problema global significa uma luta global e torna o internacionalismo necessário. Mas o que significa internacionalismo em um sentido revolucionário? O que isso significa para as mulheres? - [Conhecer a História para Fazer História](https://qgfeminista.org/conhecer-a-historia-para-fazer-historia/): Aprender com os acertos do Movimento de Libertação das Mulheres. - [Entrevista com Carol Hanisch e Kathy Scarbrough](https://qgfeminista.org/entrevista-com-carol-hanisch-e-kathy-scarbrough/): Duas pioneiras do Movimento de Libertação de Mulheres dos EUA partilham sua experiência nessa entrevista exclusiva para o blog Feminismo Com Classe - [Entrevista com Carol Hanisch](https://qgfeminista.org/entrevista-com-carol-hanisch/): História, herança, intersecções e futuro da organização feminista radical - [Separar para integrar](https://qgfeminista.org/separar-para-integrar/): Os grupos de mulheres são progressivos apenas se existirem com o objetivo de se tornarem desnecessários. - [O próximo passo: um programa para a libertação das mulheres](https://qgfeminista.org/o-proximo-passo-um-programa-para-a-libertacao-das-mulheres/): A necessidade mais premente do momento de libertação das mulheres é a construção de uma organização nacional que possa reavivar um movimento de libertação em massa das mulheres. - [MANIFESTO REDSTOCKINGS](https://qgfeminista.org/manifesto-redstockings/): Convocamos todas as nossas irmãs a se unirem a nós na luta. - [Programa de conscientização feminista](https://qgfeminista.org/programa-de-conscientizacao-feminista/): Passo a passo para despertar nossa consciência. - [Alavancar consciências: uma arma radical](https://qgfeminista.org/alavancar-consciencias-uma-arma-radical/): Para que possamos compreender o que significaria “alavancar consciências” é necessário lembrar de que o início se deve a um projeto entre mulheres que se consideravam radicais. - [Notas sobre a amizade política entre mulheres](https://qgfeminista.org/notas-sobre-a-amizade-politica-entre-mulheres/): A alienação que nós mulheres temos vivido deve-se a uma longa história de desapropriação, de privações em um círculo permanente de perda do sentido da vida e, sobretudo, da capacidade de pensar e agir com a própria voz. - [Não obedeça, RESISTA.](https://qgfeminista.org/nao-obedeca-resista/): O que resta a ser feito pelo movimento de mulheres? - [#09 - Lutas camponesas](https://qgfeminista.org/09-lutas-camponesas/): Nessa edição do QGCast conversamos com Kelli Maforf, da coordenação nacional do MST, e com Alexânia Rossato, do MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), e falamos sobre a luta das mulheres camponesas, luta pela soberania alimentar e pela agroecologia. Está bom demais! Vamos lá? - [Pecuária, desastres ambientais, epidemias e o trabalho das mulheres](https://qgfeminista.org/pecuaria-desastres-ambientais-epidemias-e-o-trabalho-das-mulheres/): É preciso desmontar a ordem patriarcal e capitalista, precisamos reconhecer a importância de se cuidar da natureza e de que todos os seres humanos se tornem responsáveis por esse cuidado. - [Breve histórico do ecofeminismo](https://qgfeminista.org/breve-historico-do-ecofeminismo/): A história do ecofeminismo remonta às décadas de 1960 e 1970, quando feminismo e ecologia estavam bastante em evidência, com muita construção teórica e prática acerca desses dois assuntos. - [Um exército de mulheres para defender a água](https://qgfeminista.org/um-exercito-de-mulheres-para-defender-a-agua/): A luta das indígenas mexicanas pela água. - [Uma declaração feminista autônoma](https://qgfeminista.org/uma-declaracao-feminista-autonoma/): O desafio de construir comunidade a partir da diferença. - [Conectando opressões, conectando lutas](https://qgfeminista.org/conectando-opressoes-conectando-lutas/): Entendemos que se realmente desafiamos o patriarcado, também estamos desenvolvendo uma relação mais harmoniosa entre todos os humanos, e entre os humanos e a natureza. - [A resistência das mulheres rurais na Palestina](https://qgfeminista.org/cuidar-da-terra-para-cuidar-da-vida-a-resistencia-das-mulheres-rurais-na-palestina/): O trabalho das mulheres camponesas como ativismo contra as políticas sionistas “foi um ato revolucionário, mudamos a sociedade a partir daqui. Nós nos unimos para manter a vida e a cultura vivas”. - [Como a agricultura comunitária pode nos curar de uma história de racismo](https://qgfeminista.org/a-cor-da-comida-como-a-agricultura-comunitaria-pode-nos-curar-de-uma-historia-de-racismo/): Quando trabalhamos juntos, partilhamos refeições juntos, e damos risadas juntos, estamos enquanto comunidade consertando a nossa relação com a terra. - [Crianças e a Soberania Alimentar](https://qgfeminista.org/criancas-e-a-soberania-alimentar/): O movimento pela soberania alimentar pouco tem refletido e atuado a respeito da alimentação infantil. Será porque esse tema não é percebido como masculino e de poder, mas sim da esfera feminina e reprodutiva? - [Ecofeminismo em Rojava](https://qgfeminista.org/ecofeminismo-em-rojava/): As mulheres de Rojava contribuíram para a implementação de um sistema econômico cujo objetivo é “aumentar os recursos da sociedade em vez de explorá-los”, ou seja, um modelo de desenvolvimento alternativo que se apoia nos princípios da economia social. O comunalismo trinomial, a ecologia e a libertação das mulheres se conciliam em Rojava e se materializam em dezenas de projetos focados na promoção de atividades agrícolas e de produção de alimentos. - [Pronunciamento do Feminismo Comunitário Latino-americano na Conferência dos Povos sobre Mudanças Climáticas](https://qgfeminista.org/pronunciamento-do-feminismo-comunitario-latino-americano-na-conferencia-dos-povos-sobre-mudancas-climaticas/): A partir dessa perspectiva feminista comunitária, reiteramos que não queremos dinheiro em troca dos danos causados à Pachamama ou às mulheres. Aceitar dinheiro será como uma bomba-relógio, significará que eles continuarão explorando e pagando pela exploração. Queremos a restituição de direitos. - [Homenagem a Berta Cáceres](https://qgfeminista.org/homenagem-a-berta-caceres/): Homenagem feita a Berta Cáceres escrito na ocasião do assassinato da ativista hondurenha, feito pelas mulheres da Coalizão Internacional das Mulheres Defensoras dos Direitos Humanos (WHRDIC). - [Mantendo viva a luta das mulheres camponesas](https://qgfeminista.org/mantendo-viva-a-luta-das-mulheres-camponesas/): A violência estrutural contra as mulheres está aumentando devido ao agravamento da crise econômica e ecológica global. - [As mulheres de Standing Rock estão construindo economias soberanas](https://qgfeminista.org/as-mulheres-de-standing-rock-estao-construindo-economias-soberanas/): Segurança alimentar, agricultura tradicional e autoconfiança local são fundamentais para as sociedades regenerativas do futuro, dizem as protetores de água. - [Chamado urgente pela unidade entre movimentos africanos pela soberania alimentar](https://qgfeminista.org/chamado-urgente-pela-unidade-entre-movimentos-africanos-pela-soberania-alimentar-e-movimentos-feministas-radicais-no-continente/): Os agricultores, em especial as mulheres, e a sociedade civil estão realizando um importante trabalho em cima com base na agroecologia e na agricultura sustentável nos territórios, mas muitas vezes não conseguem ir além das suas práticas localizadas. - [Somos todas Margaridas](https://qgfeminista.org/somos-todas-margaridas/): Sem organização, sem diálogo, sem aprendizado, nós, mulheres, ficamos fracas e isoladas, cada uma na sua família, na sua comunidade, no seu sindicato, sofrendo com problemas, exploração, discriminação, violência e injustiça e sem poder fazer quase nada, apenas arrumando força para resistir. - [Mulheres e Soberania Alimentar](https://qgfeminista.org/mulheres-e-soberania-alimentar/): Um sistema que se baseia na separação entre produção e reprodução; que coloca as atividades de mercado dentro da primeira e as tarefas que geralmente as mulheres desempenham dentro da segunda, tornando os laços entre as duas invisíveis. - [Democracia da Terra — Entrevista com Vandana Shiva](https://qgfeminista.org/democracia-da-terra-entrevista-com-vandana-shiva/): Nosso sistema de segurança alimentar está sendo destruído em nome do crescimento econômico e da liberalização econômica, e as pessoas não têm comida suficiente para comer. - [Globalização, Alimentação e Mulheres: entrevista com Vandana Shiva](https://qgfeminista.org/globalizacao-alimentacao-e-mulheres-entrevista-com-vandana-shiva/): “A agricultura e a alimentação são a economia das mulheres… até serem sequestradas pelas corporações.” - [Mulheres de Todas as Nações](https://qgfeminista.org/mulheres-de-todas-as-nacoes/): O que vai fazer | Quando nós andarmos juntas. - [Sem mulheres, não há soberania alimentar](https://qgfeminista.org/sem-mulheres-nao-ha-soberania-alimentar/): Nos países do Sul Global, as mulheres são as principais produtoras de alimentos, as encarregadas de trabalhar a terra, mantendo estoques de sementes, colhendo frutas, obtendo água e salvaguardando a colheita. Entre 60 a 80% da produção de alimentos no Sul Global é feita por mulheres (50% no mundo) (FAO, 1996). As mulheres são as principais produtoras de grãos básicos, como arroz, trigo e milho, que alimentam as populações mais pobres do sul. Apesar de seu papel fundamental na agricultura e alimentação, no entanto, as mulheres, junto com seus filhos, são as mais afetadas pela fome. - [Feminismo que não desafia a supremacia masculina não é feminismo](https://qgfeminista.org/feminismo-que-nao-desafia-a-supremacia-masculina-nao-e-feminismo/): Era uma vez um movimento social chamado feminismo. Era um movimento criado por e para as mulheres. Esse movimento tinha objetivos claros — como libertar as mulheres da opressão masculina. Ele significava algo. - [Ecofeminismo: a perspectiva de gênero na consciência ecológica](https://qgfeminista.org/ecofeminismo-a-perspectiva-de-genero-na-consciencia-ecologica/): Uma posição ecofeminista bem informada, assim como uma teoria crítica da cultura androcêntrica e antropocêntrica, permite nos entender melhor como espécie, e entender as causas e consequências da nítida divisão entre natureza e cultura que marca nossa história e tentar superá-la. - [A mudança climática criou uma nova geração de vítimas do tráfico sexual](https://qgfeminista.org/a-mudanca-climatica-criou-uma-nova-geracao-de-vitimas-do-trafico-sexual/): Tempestades destroem os meios de vida da população e colocam as mulheres e as crianças sob risco do trabalho escravo e da prostituição - [Eu seria escritora](https://qgfeminista.org/eu-seria-escritora/): Se realmente fosse uma escolha, eu seria escritora. Eu costumava pensar que havia feito coisas terríveis, até começar a pensar nas coisas terríveis que fizeram comigo. Eu não podia me defender lá, como poderei me defender aqui? Eu simplesmente não me defendo, mas tenho que defender a ideia de que uma mulher não faz coisas […] - [Casamento é uma forma de prostituição.](https://qgfeminista.org/casamento-e-uma-forma-de-prostituicao/): Uma conversa entre Julie Bindel e Sheila Jeffreys. - [Diversidade funcional e o direito masculino ao sexo.](https://qgfeminista.org/diversidade-funcional-e-o-direito-masculino-ao-sexo/): Gênero, exploração sexual e "direitos sexuais" das pessoas com deficiência. - [70 anos depois, um novo sistema de "mulheres de conforto"](https://qgfeminista.org/70-anos-depois-um-novo-sistema-de-mulheres-de-conforto/): A história das chamadas “mulheres de conforto” constitui um dos crimes de guerra mais flagrantes do século XX, mas nunca foi oficialmente reconhecido como tal. No dia da Vitória sobre o Japão (V-J), 2 de setembro, marcando o 70º aniversário da rendição formal do Japão na Segunda Guerra Mundial, os países estão planejando eventos para […] - [Cafetinagem com açúcar.](https://qgfeminista.org/cafetinagem-com-acucar/): “Sugar” é um comércio extremamente lucrativo e crescente. As mulheres estão sendo incentivadas a vender sexo através dos chamados acordos de sugar baby/sugar daddy. - [Robôs sexuais aumentam potencial de violência baseada no sexo.](https://qgfeminista.org/robos-sexuais-aumentam-potencial-de-violencia-baseada-no-sexo/): À medida que a IA e a robótica avançam e produzem robôs sexuais mais realistas, existe o potencial para um aumento da violência baseada no sexo. - [O Modelo Germânico está produzindo o inferno na terra.](https://qgfeminista.org/o-modelo-germanico-esta-produzindo-o-inferno-na-terra/): Regulamentar a prostituição nunca será uma solução. - [O que é o Modelo Nórdico?](https://qgfeminista.org/o-que-e-o-modelo-nordico/): Porque o Modelo Nórdico pode ser uma saída para a questão da prostituição - [Os 4 modelos legais sobre prostituição](https://qgfeminista.org/os-4-modelos-legais-sobre-prostituicao/): As abordagens internacionais no sistema legal sobre o sistema da prostituição. - [Descriminalizar clientes e cafetões não melhorou nossa segurança e nossas vidas](https://qgfeminista.org/descriminalizar-clientes-e-cafetoes-nao-melhorou-nossa-seguranca-e-nossas-vidas/): Chelsea teve muitos anos de experiência nos bordéis legais na Nova Zelândia, cuja abordagem totalmente descriminalizada do comércio sexual é muitas vezes considerada a solução mais lúcida para a prostituição. - [O Feminismo Radical exclui trabalhadoras do sexo?](https://qgfeminista.org/por-que-o-feminismo-radical-exclui-trabalhadoras-do-sexo/): O feminismo radical exclui cafetões e estupradores. - [A brutal normalidade do Comércio Sexual na Suíça](https://qgfeminista.org/a-brutal-normalidade-do-comercio-sexual-na-suica/): Em nenhum lugar do mundo a prostituição de rua foi legalizada. No entanto, em Genebra e Zurique, assim como em outros lugares da Suíça, a venda de sexo nas ruas é tolerada e aceita. - [Por que devemos nos opor à total descriminalização da prostituição](https://qgfeminista.org/por-que-devemos-nos-opor-a-total-descriminalizacao-da-prostituicao/): Meu nome é Taina Bien-Aimé e sou diretora executiva da Coalizão contra o Tráfico de Mulheres, uma das mais antigas organizações internacionais que trabalham para acabar com o tráfico de seres humanos e a exploração sexual de mulheres e meninas. É uma honra dirigir-me aos honoráveis ​​membros do Congresso e aos meus colegas aqui que […] - [Pornografia, juventude e prostituição](https://qgfeminista.org/pornografia-juventude-e-prostituicao/): Duas coisas conectam prostituição e juventude: pornografia e pobreza. - [A construção de uma estrela pornô pré-adolescente](https://qgfeminista.org/a-construcao-de-uma-estrela-porno-pre-adolescente/): A Abercrombie & Fitch, voltada a jovens de 7 a 14 anos, vende calcinhas fio dental para meninas pré-adolescentes, algumas com frases como “Feeling Lucky” [Sortuda], Wink Wink [Piscadinha]e Eye Candy [Colírio para os olhos].[8] O fio dental, é claro, vem diretamente da indústria pornográfica. - [A indústria pornô é abusiva, e essas mulheres estão contando como é](https://qgfeminista.org/a-industria-porno-e-abusiva-e-essas-mulheres-estao-contando-como-e/): É uma história de precaução e arrependimento. Não pude deixar de notar as semelhanças que li em histórias de mulheres que foram exploradas na indústria do sexo. - [Da "Mulher como Objeto" ao "Objeto como Mulher"](https://qgfeminista.org/da-mulher-como-objeto-ao-objeto-como-mulher/): O fato é que não existem mulheres ‘falsas’ mais do que existem mulheres ‘reais’. Existem mulheres e, em seguida, uma idealização misógina de ‘mulher’ espalhada pela religião e pela indústria da prostituição — isso quando as duas não se sobrepõem! — cujos representantes disputam o domínio na ordem mundial patriarcal. - [#08 - Saúde Mental das Mulheres](https://qgfeminista.org/8-saude-mental-das-mulheres/): Para encerrar esse mês que falamos sobre saúde mental, nosso podcast. Nesse episódio especialíssimo vamos falar sobre saúde mental de mulheres focando sobre como a nossa socialização é adoecedora e sobre como vivemos em uma sociedade misógina que patologiza toda e qualquer reação das mulheres a este estado de opressão que vivemos. - [Entrevista com Sonia Sánchez, ex-prostituta e abolicionista](https://qgfeminista.org/entrevista-com-sonia-sanchez-ex-prostituta-e-abolicionista/): O cafetão, a polícia e o prostituinte estão os três no mesmo nível. É uma cadeia de exploração. Isso as organizações de putas não questionam. - [Entrevista a Huschke Mau, sobrevivente do sistema de prostituição legal da Alemanha](https://qgfeminista.org/entrevista-a-huschke-mau-sobrevivente-do-sistema-de-prostituicao-legal-da-alemanha/): Pessoas da Direita política geralmente desaprovam a prostituição, mantendo simultaneamente o direito clandestino dos homens [de comprar os que estão na prostituição] e desprezando as mulheres por isso — enquanto a Esquerda política e os verdes nos apresentam um tipo de cavalo de tróia: idolatrar a prostituição como trabalho, às vezes até feminista ou empoderadora. - [Entrevista: Rae Story e a "classe-medização" da prostituição](https://qgfeminista.org/entrevista-rae-story-e-a-classe-medizacao-da-prostituicao/): Ela saiu da prostituição no ano passado e escreveu criticamente sobre o impulso liberal contemporâneo para a descriminalização total e o projeto concomitante de sanitização e legitimação da indústria do sexo. - [Relatos de sobreviventes da indústria do sexo coletados pelo site Nordic Model Now](https://qgfeminista.org/relatos-de-sobreviventes-da-industria-do-sexo-coletados-pelo-site-nordic-model-now/): Agradecemos profundamente a todas que compartilharam suas histórias. Cada uma delas é poderosa, emocionante e corajosa, e revela de forma necessária o que o comércio sexual realmente é. - [A Alemanha reconheceu que a legalização da prostituição falhou](https://qgfeminista.org/a-alemanha-reconheceu-que-a-legalizacao-da-prostituicao-falhou/): Exigimos a implementação do modelo nórdico e dizemos como é importante explicar que este modelo não consiste em criminalizar apenas os clientes, mas também em esclarecer a população, em descriminalizar as mulheres envolvidas e em estratégias de saída e de apoio. - [O descaso com a saúde mental](https://qgfeminista.org/o-descaso-com-a-saude-mental/): Ninguém acreditava quando eu dizia que alguma coisa dentro de mim havia se quebrado, que eu não estava bem, que eu sabia que estava agindo de forma deslocada, que eu não conseguia dormir, que estava obsessiva, que tudo parecia estar acontecendo ao meu redor e eu não conseguia ter controle sobre nada. - [Eu, preta e (ex) bulímica](https://qgfeminista.org/eu-preta-e-ex-bulimica/): Nós precisamos falar sobre bulimia e racismo. Nós precisamos entender como transtornos alimentarem atingem um corpo preto. Eu espero ter contribuído para essa discussão, e espero também que ela continue. - [O conceito de Síndrome Cultural ou Síndrome Ligada à Cultura](https://qgfeminista.org/o-conceito-de-sindrome-cultural-ou-sindrome-ligada-a-cultura/): Transtorno de Identidade de Gênero é uma síndrome ligada à cultura, não algo com o qual você nasce. - [Tachando mulheres de loucas: Regulando e oprimindo mulheres](https://qgfeminista.org/taxando-mulheres-de-loucas-regulando-e-oprimindo-mulheres/): Críticas feministas têm um longo histórico de repudiar diagnósticos de loucura feminina, e de condenar a psiquiatria como uma profissão que age para regular e oprimir mulheres. - [Escuta Ativa entre Mulheres](https://qgfeminista.org/escuta-ativa-entre-mulheres/): Vivemos numa sociedade que não escuta mulheres. Os nossos sentimentos são vistos como frescuras, exageros ou, até mesmo, mentiras. Isso é tão internalizado que, quando nós mesmas temos um problema, tendemos a não nos priorizar e nos censuramos por estarmos fazendo “tempestade em copo d’água”. - [A Importância do Autocuidado para Militantes no Meio Virtual](https://qgfeminista.org/a-importancia-do-autocuidado-para-militantes-no-meio-virtual/): A questão do autocuidado nos espaços feministas deve ser debatida. Como estão se sentindo as militantes (a saúde mental e o bem-estar) é muito importante para suas vidas e também para a própria luta. As mulheres que se sentem seguras e acolhidas nos espaços normalmente acabam se envolvendo mais e sendo mais comprometidas com a causa. - [É uma fúria que sufoca](https://qgfeminista.org/e-uma-furia-que-sufoca/): Nós, mulheres, sabemos o que é se sentir sufocada. O "sufoco" parece até ser uma pessoa, porque parece que ele sempre existiu em nossas vidas, desde muito cedo, parece que sempre esteve ali nos limitando, nos acompanhando, nos sufocando. - [As Mulheres São Culpabilizadas Por Tudo, de Jessica Taylor](https://qgfeminista.org/as-mulheres-sao-culpabilizadas-por-tudo-de-jessica-taylor/): No livro “Por que as Mulheres São Culpabilizadas Por Tudo”, a Drª Taylor escreve capítulos inteiros sobre como o sistema é tendencioso contra mulheres vítimas de violência masculina. - [O tema do aborto no Congresso Nacional](https://qgfeminista.org/o-tema-do-aborto-no-congresso-nacional/): Nós mulheres, feministas, ativistas, militantes, precisamos de atenção redobrada em relação as movimentações deste legislativo ultraconservador que se recusa a debater a descriminalização do aborto sem apelar para dogmas religiosos e que cria e apoia projetos de leis e propostas de emendas à Constituição que buscam retroceder completamente no que já foi garantido em lei em relação ao aborto no Brasil, nós precisamos exercer a vigilância e fazer a resistência. - [Ninguém tem o "direito" de ter um bebê.](https://qgfeminista.org/ninguem-tem-o-direito-de-ter-um-bebe/): O movimento para a igualdade de fertilidade está indo contra os limites que nossos corpos colocam - [A triste verdade sobre a "barriga de aluguel"](https://qgfeminista.org/a-triste-verdade-sobre-a-barriga-de-aluguel/): A série da BBC "O Ninho" romantiza - e normaliza - o aluguel de de úteros - [Mais um texto sobre J. K. Rowling](https://qgfeminista.org/mais-um-texto-sobre-j-k-rowling/): A “caça às bruxas” não acabou. Afinal, que realidade é essa que uma mulher não pode falar sobre biologia sem sofrer ameaças? - [As mulheres são reféns: manifestações contra o cartel de estupro na Coreia do Sul](https://qgfeminista.org/as-mulheres-sao-refens-manifestacoes-contra-o-cartel-de-estupro-na-coreia-do-sul/): Em 2018, seis manifestações de mulheres contra a pornografia com câmeras de espionagem trouxeram um total de 350.000 mulheres às ruas de Seul, abrindo caminho para a manifestação contra o crime de estupro com drogas em março de 2019. Dois meses depois, em maio, depois que o tribunal indeferiu um pedido de mandado de prisão contra Seungri, apesar das evidências de seu envolvimento na aquisição de mulheres para prostituição e estupro, uma multidão de 1.000 mulheres foi às ruas para protestar contra o “cartel de estupro” - [Mulheres, quarentena e o efeito batom](https://qgfeminista.org/mulheres-quarentena-e-o-efeito-batom/): A frase “maquiada para ficar em casa” tem dominado o meu feed, geralmente embutida em selfies ou fotos despretensiosas do look do dia. - [Foi mal, Paulo Guedes: quem salvou o Brasil foi a Natura](https://qgfeminista.org/foi-mal-paulo-guedes-quem-salvou-o-brasil-foi-a-natura/): É um erro grotesco pensar que uma reação progressista ao boicote à Natura a fez fechar em alta na bolsa. O que dá lucro é a feminilidade que nos aprisiona e nos mata. - [Allison Bailey: "Estou processando a ONG Stonewall, basta de policiar a liberdade de expressão"](https://qgfeminista.org/allison-bailey-estou-processando-a-ong-stonewall-basta-de-policiar-a-liberdade-de-expressao/): Esse texto estava na página de financiamento coletivo de Allison Bailey antes de ser removido. Em si, isso revela uma dinâmica profundamente perturbadora dentro de uma sociedade democrática. - [Por que a medicina trata as mulheres como homens?](https://qgfeminista.org/por-que-a-medicina-trata-as-mulheres-como-homens/): O corpo das mulheres é diferente do dos homens desde o nível celular, mas geralmente os mesmos tratamentos são prescritos para ambos os sexos — em detrimento das mulheres. - [Do porquê nunca é tarde para ser lésbica](https://qgfeminista.org/__trashed-4/): Lésbicas que se descobriram tarde — mulheres na faixa dos 30 anos que descobrem ou declaram ter sentimentos por outras — começaram a chamar mais atenção nos últimos anos, em parte devido ao número de mulheres glamourosas e de famosas que se assumiram depois de relacionamentos heterossexuais - [Jineologia e ecologia](https://qgfeminista.org/jineologia-e-ecologia/): Conexões entre a libertação das mulheres e natureza. - [Violência contra mulheres com deficiência](https://qgfeminista.org/violencia-contra-mulheres-com-deficiencia/): Quando a deficiência está atrelada à condição feminina, como mais um fator de discriminação, as situações de exclusão, segregação e violência se potencializam. - [Ex-Miss Febem: artista feminista é atacada em festa e hostilizada nas mídias sociais](https://qgfeminista.org/ex-miss-febem-artista-feminista-e-atacada-em-festa-e-hostilizada-nas-midias-sociais/): Aleta Valente foi sentenciada e está sendo punida por uma multidão. Mas qual é o crime?  - [A morbimortalidade materna entre mulheres negras](https://qgfeminista.org/a-morbimortalidade-materna-entre-mulheres-negras/): A morbimortalidade materna é considerada indicador de acesso das mulheres aos cuidados de saúde e da capacidade do SUS de responder às suas necessidades, além de constituir uma violação dos direitos reprodutivos das mulheres. Se as mulheres pretas e pardas são as mais afetadas, isso reforça a falta de olhar a elas, atrelada a grande desigualdade racial em nosso país. - [O mito do "golpe da barriga"](https://qgfeminista.org/o-mito-do-golpe-da-barriga/): Sabe aquele mito de que uma mulher interesseira engravida pra “obrigar o homem a casar” com ela e obter assim vantagens no conhecido “golpe da barriga’? Então, hoje vamos desmistificar quem sai ganhando nesse tal golpe. Será mesmo que vale a pena? - [A agenda política de criminalização do aborto no Governo Bolsonaro](https://qgfeminista.org/a-agenda-politica-de-criminalizacao-do-aborto-no-governo-bolsonaro-em-2020/): A realização do aborto no âmbito da ilegalidade e inseguridade à saúde da mulher, a ausência da rede de apoio psicossocial e a violência institucional reproduzida no serviços de saúde e segurança pública são alguns dos problemas enfrentados pelas mulheres que abortam, independentemente do controle do Estado e dos órgãos governamentais. - [A distopia dos homens: eles causam 100% das gravidezes indesejadas](https://qgfeminista.org/a-distopia-dos-homens-eles-causam-100-das-gravidezes-indesejadas/): Na maioria dos casos, os homens administram nosso governo, e os homens basicamente fazem nossas leis. Em teoria, os homens poderiam eliminar — ou reduzir drasticamente — os abortos dentro de meses sem nunca tocar em uma lei de aborto ou mesmo mencionar mulheres. Eles simplesmente precisariam responsabilizar os homens por ejaculações irresponsáveis ​​e legislar de acordo. - [Time de Feministas Radicais Resgata Trinta Feministas Afegãs](https://qgfeminista.org/time-de-feministas-radicais-resgata-trinta-feministas-afegas/): O que as feministas do ocidente facilmente têm como garantido — feministas afegãs têm que morrer pra ter. Se elas não querem vestir uma burca, casar com seu primo de primeiro grau, apanhar para o resto de suas vidas; se elas querem se formar, não querem se casar, querem ajudar outras mulheres — elas estão em perigo, são alvejadas, torturadas e executadas. Suas próprias famílias têm que matá-las por honra. Agora elas podem ser forçadas a ser escravas sexuais pelo Talibã para criar uma nova geração de guerreiros. - [Prostituição ou trabalho sexual?](https://qgfeminista.org/prostituicao-ou-trabalho-sexual/): A prostituição é muito mais do que a escravidão capitalista do salário, e devemos rejeitar qualquer tentativa de transformá-la em simples “trabalho”. - [Mulheres com deficiência e o feminismo](https://qgfeminista.org/mulheres-com-deficiencia-e-o-feminismo/): Dados trazidos pelo IBGE (2010) informam que 46 milhões de brasileiros são pessoas com deficiência, e que 26,5% das mulheres brasileiras apresentam alguma deficiência, todavia, apesar desse índice significativo, mulheres com deficiência são invisibilizadas pela sociedade, em diversos aspectos. Há poucos estudos a respeito das vivências das mulheres com deficiência no meio acadêmico; atrizes, cantoras ou modelos com deficiência não são vistas ocupando lugares de destaque na mídia e até mesmo os movimentos sociais esquecem de incluir pessoas com deficiência em suas militâncias. - [O que todas as mulheres têm em comum?](https://qgfeminista.org/o-que-todas-as-mulheres-tem-em-comum/): A dominação exige a fragmentação política do grupo dominado tanto quanto possível. Mulheres são um grupo dominado e, portanto, fragmentado. A supremacia masculina diferencia, hierarquiza e separa as mulheres umas das outras. É de fundamental importância que elas vejam a si mesmas e as demais como indivíduos tão diferentes, com experiências tão específicas, tão incomunicáveis, que acreditem não haver interesses comuns entre elas e as demais mulheres, que os interesses de cada grupo de mulheres são não apenas opostos, mas mutuamente excludentes. - [Existem bons motivos para se opor a ideia de transgeneridade?](https://qgfeminista.org/existem-bons-motivos-para-se-opor-a-ideia-de-transgeneridade/): Se não se consegue distinguir legalmente o que são mulheres, não se pode protegê-las. Para proteger mulheres com bases legais é necessário que identifiquemos primeiramente que mulheres são diferentes de homens. - [Transgenerismo, Transvestismo, Drag-queen e Cross-dressing](https://qgfeminista.org/transgenerismo-transvestismo-drag-queen-e-cross-dressing/): Apesar de transvestismo ser um exercício bastante comum de homens heterossexuais, a maioria não procura mudar seu sexo, mas vestir-se em casa ocasionalmente, se aventurar em público “vestida”; ou em alguns casos, procuram viver em tempo integral como mulheres, mas evitando a cirurgia ou os hormônios (Woodhouse, 1989). É, no entanto, a partir deste círculo de homens que o termo trans se levantou, e embora haja muita confusão sobre a fronteira entre travestis e aqueles que escolhem fazer a transição, a diferença parece nem clara, nem fixa. O historiador da sexualidade, Vern Bullough, como muitos outros pesquisadores de transgenerismo, considera que há pouca diferença entre o travestismo e transexualidade; alguns travestis simplesmente foram mais longe que outros e acabam querendo viver permanentemente como uma mulher, ou optando por fazer a cirurgia (Bullough, 2006). Um movimento social de travestis masculinos desenvolvido nos anos 1960 e 1970, que formou outra conduta na construção de transgenerismo. - [Instituições de controle dos corpos femininos: os hospitais maternidade](https://qgfeminista.org/instituicoes-de-controle-dos-corpos-femininos-os-hospitais-maternidade/): O parto é um evento fisiológico do corpo feminino e nem sempre fomos obrigadas a ir até hospitais para poder legitimar a chegada de um novo cidadão ao mundo. - [Pare de glamorizar a dor de sapatos de salto alto](https://qgfeminista.org/pare-de-glamorizar-a-dor-de-sapatos-de-salto-alto/): Nos tempos modernos, a mera ideia de que as mulheres sofrem com roupas dolorosas, prejudiciais, perigosas e sexistas simplesmente para manter um emprego é considerada arcaica? Claramente, a ideia de que as mulheres devem ser feitas para serem vistas acima de tudo permanece poderosamente central em nossa cultura. - [Escutei você no cantinho do Iroko](https://qgfeminista.org/escutei-voce-no-cantinho-do-iroko/): Passando roupa eu tive a oportunidade de viver em um país europeu. Eu estava entrando na menopausa e não conseguia ficar em ambiente fechado, a lavanderia era muito pequena e quente, então assim que cheguei comecei a passar roupa de baixo das árvores, escutando música e palestra no notebook ou celular. - [A incompetência masculina é uma forma sutil de misoginia](https://qgfeminista.org/a-incompetencia-masculina-e-uma-forma-sutil-de-misoginia/): A incompetência masculina é muito mais tolerada do que a inaptidão feminina. - ["Foi como se eu tivesse amputado parte do meu corpo", conta paciente que fez o explante de silicone](https://qgfeminista.org/foi-como-se-eu-tivesse-amputado-parte-do-meu-corpo-conta-paciente-que-fez-o-explante-de-silicone/): A psicóloga Jéssica Ayo, estuda questões de comportamento social em cima de uma teoria feminista. De acordo com ela, a questão das cirurgias estéticas implicam no conceito de feminilidade, um conjunto de expectativas e esteriótipos relacionados a pessoa do sexo feminino na sociedade. A base, não só das cirurgias, mas de toda a pressão estética e social que as mulheres passam vem desse conceito, que segundo a psicóloga, confunde o pensamento social se colocando muitas vezes como uma escolha. “A modificação corporal faz a mulher acreditar que ela está fazendo isso por ela mesma, mas não entende que essa escolha não está servindo a ela e sim alimentando todo um sistema”, explica. - [Por um debate não liberal sobre mulheres gordas](https://qgfeminista.org/por-um-debate-nao-liberal-sobre-mulheres-gordas/): O culto à magreza é, dentre os mecanismos que constroem a beleza, o mais eficiente — a ideia de magreza é uma obsessão psicológica, e a magreza debilita fisicamente. - [lua nova](https://qgfeminista.org/lua-nova/): eu me lembro o dia em que fiquei menstruada pela primeira vez na vida. - [Abandonar a feminilidade também é autocuidado](https://qgfeminista.org/abandonar-a-feminilidade-tambem-e-autocuidado/): De todos os processos para os quais o feminismo me despertou, compreender a feminilidade e me enxergar nela foi certamente o mais doloroso. Tem sido doloroso, na verdade. E acredito que sempre o será. Considero a feminilidade, especificamente aqui, enquanto o atributo visual da estética, da aparência, e não somente o conjunto de comportamentos aos […] - [Nas economias informais, as mulheres são a base da pirâmide econômica](https://qgfeminista.org/nas-economias-informais-as-mulheres-sao-a-base-da-piramide-economica/): A maioria dos dados disponíveis indica que, globalmente, a diferença salarial estimada entre os sexos é maior entre as indústrias informais do que nas formais, o que significa que, para a maioria das mulheres, trabalhar informalmente é um envolvimento incrivelmente instável. - [Por uma cultura genuinamente lésbica](https://qgfeminista.org/por-uma-cultura-genuinamente-lesbica/): Acreditamos que é papel de todas as feministas a educação antissexista com o objetivo de quebrar as amarras da feminilidade e da masculinidade. É nosso papel, como mulheres lésbicas e feministas, aproximar crianças e jovens de uma educação genuinamente questionadora, emancipadora, libertadora. Precisamos urgentemente estudar, nos organizar e agir a fim de destruir a heterossexualidade compulsória como instituição e linguagem. É nosso papel parar de estimular meninas e mulheres a se identificarem com homens ou com a feminilidade. O feminismo precisa ser a terceira via. A via da organização de maneira criativa, emancipadora e libertadora. - [5 poemas curdos de resistência](https://qgfeminista.org/5-poemas-curdos-de-resistencia/): Ela mora na cidade, algumas coisas melhoraram muito, mas em muitos lugares ela ainda poderia ser punida em nome da honra. Nós encontramos os parentes de várias vítimas mortas queimadas , conversamos com as mulheres que tiveram os narizes cortados, embora não mais. - [4 poemas de Kajal Ahmad](https://qgfeminista.org/4-poemas-de-kajal-ahmad/): A pedra é melhor do que a humanidade. / É só por causa de todas as mentiras, guerras, e opressão, que eu digo isso. / Somos mortos apenas em nome do amor,/ enganados em nome da luta./ Nossa coragem é tão pequena,/ perde-se em grandes bolsões de medo / e desistimos. Estou exausta. / Eu quero dizer adeus à vida./ Eu quero me separar da vida./ A pedra é melhor do que a humanidade. - [Por que nunca devemos usar o trauma infantil para justificar a violência masculina](https://qgfeminista.org/por-que-nunca-devemos-usar-o-trauma-infantil-para-justificar-a-violencia-masculina/): Há milênios temos desculpado a violência masculina. Nós a normalizamos, a minimizamos; até a glorificamos em filmes, literatura e canções. - [eu já quis ser homem](https://qgfeminista.org/eu-ja-quis-ser-homem/): uma vez eu quis ser homem / para me casar com minha irmã / que já carrega três divórcios. / para amar minhas amigas / que morrem um pouco a cada relacionamento./ eu quis ser homem / para fecundar seus ventres,/ não com crianças, mas com poesia, / vinho tinto, relógios parados, / unicórnios azuis. - [Desmistificar o coito para a liberdade das mulheres](https://qgfeminista.org/desmistificar-o-coito-para-a-liberdade-das-mulheres/): Desmistificar o coito é vital para a liberdade das mulheres. - [Rivalidade feminina e sexualidade](https://qgfeminista.org/rivalidade-feminina-e-sexualidade/): Faz parte da socialização feminina entender que mulheres são inimigas e homens são o presente que mulheres ganham por seu bom comportamento. - [Mulheres Migrantes: A dor da distância atrás das grades](https://qgfeminista.org/mulheres-migrantes-a-dor-da-distancia-atras-das-grades/): Karina não escuta as vozes de suas filhas há seis meses. Maria ficou sabendo que sua mãe está doente, mas há dois anos não consegue falar com ela diretamente. Rosalba não tem notícias sobre seus filhos, sua mãe ou qualquer outra pessoa de sua família há quatro anos. As três têm em comum o fato de estarem a centenas de quilômetros de suas casas, entre paredes de onde não podem sair, em um sistema carcerário mexicano que não lhes garante condições mínimas de sobrevivência. - [Feminismo e Educação Popular](https://qgfeminista.org/feminismo-e-educacao-popular/): Pela transformação a partir das bases na América Latina - [Relato e percepção de uma mãe branca sobre criar uma filha negra](https://qgfeminista.org/relato-e-percepcao-de-uma-mae-branca-sobre-criar-uma-filha-negra/): A primeira situação de racismo que minha filha sofreu, foi dentro do meu útero. Foi uma série de violências institucionais. - [Reivindicando o Autocuidado de Audre Lorde , não do neoliberalismo](https://qgfeminista.org/reivindicando-o-autocuidado-de-audre-lorde%e2%80%8a-nao-do-neoliberalismo/): Autocuidado é destruir o Patriarcado. - [Venezuelanas e os Círculos Populares de Mulheres](https://qgfeminista.org/venezuelanas-e-os-circulos-populares-de-mulheres/): Antes de colocar em prática nosso modelo para os círculos de mulheres populares, estudamos o lugar das mulheres na classe popular. - [Campanha #OIndigenistaAbusador](https://qgfeminista.org/campanha-oindigenistaabusador/): O patriarcado é o cerne de toda a longa e perversa história do colonialismo e do capitalismo na Abya Yala. - [Mulheres no Suriname](https://qgfeminista.org/mulheres-no-suriname/): As mulheres têm que aprender que elas podem realmente se apoiar umas às outras. - [agarrar a linguagem pelas mãos](https://qgfeminista.org/agarrar-a-linguagem-pelas-maos/): nos apropriar da linguagem, transformá-la ao nosso favor, é uma forma de resistir, de não sermos atropeladas por um mundo explicado através dos olhos dos homens. - [O "E" nos exclui - ainda bem](https://qgfeminista.org/o-e-nos-exclui%e2%80%8a-%e2%80%8aainda-bem/): Primeiramente, é fundamental esclarecer uma questão já muito conhecida: a língua é um espelho da cultura, e vice-versa, ambas se intervêm mutuamente. Por isso, analisar a estrutura da língua androcêntrica é muito esclarecedor para desvendar a estrutura da cultura patriarcal. - [A Seita do Gênero está ganhando a Guerra da Linguagem](https://qgfeminista.org/a-seita-do-genero-esta-ganhando-a-guerra-da-linguagem/): Temos de recuperar a capacidade de nos entendermos uns aos outros e de sermos entendidos por outros, não importa o quão malvadas nos façam soar. - [RADFEM, não: Feminista Radical](https://qgfeminista.org/radfem-nao-feminista-radical/): A linguagem é um campo de disputa política. Por meio da linguagem nomeamos fenômenos; o ato de nomear está carregado de poder e de escolhas, que refletem nossa posição política. - [Esqueça os pronomes: lutar contra o controle coercitivo deveria ser a real linha de frente do feminismo](https://qgfeminista.org/esqueca-os-pronomes-lutar-contra-o-controle-coercitivo-deveria-ser-a-real-linha-de-frente-do-feminismo/): Paus e pedras podem quebrar os ossos de mulheres. Mas erre o pronome ou ameace a nova militância ortodoxa LGBTQ+ e assista como o inferno se estabelece - [Existe feminismo radical interseccional?](https://qgfeminista.org/existe-feminismo-radical-interseccional/): Das acusações que são mais constantemente feitas às feministas radicais, está no top 3 a acusação de que “feminismo radical não faz análise interseccional”. E é verdade. É verdade, porque um feminismo de base materialista, como é o radical, não combina com o aparato teórico por trás de conceitos como a “interseccionalidade”. E isso não significa que feministas radicais não considerem outras formas de opressão em suas análises da condição das mulheres, como raça e classe: só significa que utilizamos outra metodologia para analisar como essas relações se apresentam. Qual metodologia, qual ferramenta metodológica é essa? O paradigma da consubstancialidade e da coextensividade das relações sociais. Vamos entender do que tudo isso se trata? - [Assassinato de mulheres grávidas e no pós-parto](https://qgfeminista.org/assassinato-de-mulheres-gravidas-e-no-pos-parto/): O artigo traz evidências de que mulheres grávidas e no pós-parto correm mais risco de serem assassinadas em comparação a outras mulheres. O suicídio de mulheres grávidas já foi identificado como um problema de saúde pública importante, porém o feminicídio dessas mulheres raramente recebe atenção de políticas púbicas. A importância de se detectar esse risco é justamente para que se possa criar estratégias de prevenção do problema. - [Depoimento de Liliam Altuntas, sobrevivente da exploração sexual e do tráfico de pessoas](https://qgfeminista.org/depoimento-de-liliam-altuntas-sobrevivente-da-exploracao-sexual-e-do-trafico-de-pessoas/): Aquelas de nós que conheceram o trauma da prostituição precisam de alguém que nos escute, com paciência, e nos dê a chance de reconstruir nossas vidas. Precisamos de solidariedade. Luto ao lado de minhas irmãs pelo modelo nórdico: devemos reconhecer que a prostituição é violência e que os clientes são estupradores, e oferecer programas de saída a todos aqueles que se prostituem, com verdadeiras oportunidades de trabalho. Enquanto uma mulher for explorada na prostituição, nenhuma mulher pode ser verdadeiramente livre… - [Prostituição na pandemia](https://qgfeminista.org/prostituicao-na-pandemia/): Milhões de mulheres, crianças e homens em todo o mundo estão sem trabalho, sem escolaridade e sem apoio social na crise contínua da Covid-19, que os deixa em maior risco de tráfico de pessoas. - [O que é divisão sexual do trabalho?](https://qgfeminista.org/o-que-e-divisao-sexual-do-trabalho/): A divisão sexual do trabalho é a maneira como as tarefas do trabalho são divididas na sociedade levando em conta o sexo dos indivíduos e a relação social que produzem. Ela funciona a partir de dois princípios organizadores: o da separação (existem trabalhos de homens e outros de mulheres) e o da hierarquização (um trabalho de homem “vale” mais do que um de mulher). Dessa forma, homens são destinados prioritariamente à esfera produtiva e mulheres à esfera reprodutiva, assim como ocupações ditas masculinas são mais prestigiadas e melhores remuneradas que ocupações ditas femininas. E essa prática é válida para todas as sociedades conhecidas, no tempo e no espaço, o bastante para afirmar, por boa parte dos pesquisadores, que existem dessa forma desde o início da humanidade. - [Guia de Estudos: Trabalho Doméstico e Reprodutivo](https://qgfeminista.org/guia-de-estudos-trabalho-domestico-e-reprodutivo/): Dentro das análises de Marx, Engels e mesmo de Lênin, os três grandes pensadores do comunismo, já muito se falava da necessidade de abolição da família e da divisão sexual do trabalho para a libertação da mulher (aliás, se deseja começar mesmo do começo, sugiro a leitura do clássico A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado, de Engels). - [Mulheres nos Sindicatos: Organização, Práticas e Exigências](https://qgfeminista.org/mulheres-nos-sindicatos-organizacao-praticas-e-exigencias/): Durante a última década na América Latina, uma grande quantidade de pesquisas tem sido realizada sobre o tema das mulheres e do trabalho. A razão para este atraso é que o sindicato tem sido e é um “mundo de homens” (Humphrey, 1983). A divisão sexual do trabalho, a segregação do mercado de trabalho e o sexismo dos sindicatos têm dificultado a participação das mulheres na atividade sindical. - [Organizando em sindicatos](https://qgfeminista.org/organizando-em-sindicatos/): Um primeiro desafio à nossa capacidade de tomar iniciativas era a nossa participação na definição do conteúdo da plataforma de demandas durante as negociações sindicais nas indústrias metalúrgicas, têxteis e de energia elétrica. Levantamos questões como emprego para as mulheres, licença remunerada para a mãe e o pai quando os filhos adoeciam, qualificação profissional, etc. - [Sri Lanka: Organização de Mulheres Trabalhadoras na Zona Franca](https://qgfeminista.org/sri-lanka-organizacao-de-mulheres-trabalhadoras-na-zona-franca/): Os sindicatos no Sri Lanka eram quase sempre organizados e controlados por partidos políticos. Cada partido tinha seu próprio sindicato que funcionava de forma independente de outros sindicatos. Os trabalhadores estão organizados de acordo com a indústria ou o comércio. Trabalhadores de uma determinada fábrica podem pertencer a vários sindicatos diferentes e cada trabalhador escolhe o sindicato que prefere. Como resultado, cada fábrica pode ter vários sindicatos funcionando dentro dela. - [Trabalho de Base, Ativismo e Assistencialismo](https://qgfeminista.org/trabalho-de-base-ativismo-e-assistencialismo/): “Temos que fazer trabalho de base” deve ser das frases que mais se ouve em círculos feministas e de esquerda. Entretanto, muitas vezes essa expressão parece repetida como um lembrete de responsabilidade ou uma crítica (vazia) de algo que deveria estar sendo feito, mas não está. Esse ‘algo’ é o trabalho de base, mas o que é isso na prática, para quê serve e como deve ser feito… São algumas das perguntas com as quais ficamos, no abstrato, porque a frase, por si, não responde. - [O que é divisão sexual do trabalho e relações sociais de sexo?](https://qgfeminista.org/o-que-e-divisao-sexual-do-trabalho-e-relacoes-sociais-de-sexo/): As condições em que vivem homens e mulheres não são produtos de um destino biológico, mas, sobretudo, construções sociais. Homens e mulheres não são uma coleção — ou duas coleções — de indivíduos biologicamente diferentes. Eles formam dois grupos sociais envolvidos numa relação social específi ca: as relações sociais de sexo. Estas, como todas as relações sociais, possuem uma base material, no caso o trabalho, e se exprimem por meio da divisão social do trabalho entre os sexos, chamada, concisamente, divisão sexual do trabalho. - [Serviços essenciais? O trabalho reprodutivo na pandemia do Capital](https://qgfeminista.org/servicos-essenciais-o-trabalho-reprodutivo-na-pandemia-do-capital/): Com a pandemia de coronavírus e a nova crise capitalista se instaurando, as contradições de uma economia que rege a vida humana mas que é baseada não na vida e sim no lucro e na acumulação de capital se tornam transparentes. - [Prostituição, Tráfico, Imigração e Colonialismo](https://qgfeminista.org/prostituicao-trafico-imigracao-e-colonialismo/): Eu sou uma mulher brasileira que vive em Portugal. Em Portugal, brasileira é sinônimo de puta. O estereótipo é muito difundido e, alguém poderia se perguntar, por que brasileira é sinônimo de prostituta? Por que “brasileira”, especificamente, mas não ‘italiana’, não ‘francesa’, não ‘norueguesa’, não ‘cubana’? Por que o marcador de nacionalidade confere esse rótulo? - [Histórias de uma ex empregada doméstica](https://qgfeminista.org/historias-de-uma-ex-empregada-domestica/): Dados do relatório Situação dos Direitos Humanos das Mulheres Negras no Brasil⁴, apontam que “53.6% das famílias chefiadas por mulheres no país são lideradas por mulheres negras (IPEA, 2013). Dessas, 63.4% das mulheres negras estão ocupadas no trabalho doméstico (IPEA, 2012), recebendo 86% dos rendimentos das mulheres brancas com a mesma ocupação. Chefes de família, sozinhas, pobres, negras e domésticas. - [Discriminações e desigualdades sexuais no mercado de trabalho](https://qgfeminista.org/discriminacoes-e-desigualdades-sexuais-no-mercado-de-trabalho-o-cenario-brasileiro/): No Brasil, é praticamente impossível falar de desigualdade econômica sem também frisar que isso implica em racismo estrutural: a parcela mais empobrecida da população feminina compõe também uma grande parcela da população feminina negra (preta ou parda) do país. - [As mulheres não são melhores em multitarefa. Elas apenas trabalham mais, mostra estudo.](https://qgfeminista.org/as-mulheres-nao-sao-melhores-em-multitarefa-elas-apenas-trabalham-mais-mostra-estudo/): Tradicionalmente, ser multitarefa é percebido como uma especialidade das mulheres. Uma mulher, especialmente uma com filhos, rotineiramente trabalha “fora” e administra uma casa — que é por si só uma mistura frenética de lancheira das crianças, tarefas domésticas e organização de compromissos e arranjos sociais. - [O modo que medimos a economia é inerentemente sexista](https://qgfeminista.org/o-modo-que-medimos-a-economia-e-inerentemente-sexista/): Tornou-se familiar que poucas pessoas reconhecem que a criação e medição do PIB assentam em muitas suposições e julgamentos. Estas incluem duas omissões principais: mudanças nos indicadores ambientais; e trabalho doméstico não-remunerado e voluntariado. As mulheres fazem a maior parte desse trabalho não-remunerado (em média, nos países da OCDE, as mulheres fazem cerca de duas vezes mais, 150 minutos por dia a mais, do que os homens em casa). Por não ser medido, geralmente é negligenciado pela política econômica. - [Trabalho doméstico, Reprodução e Libertação da Mulher](https://qgfeminista.org/trabalho-domestico-reproducao-e-libertacao-da-mulher/): Quando o Movimento de Libertação da Mulher começou, no final da década de 1960, o trabalho doméstico estava logo a seguir às questões sobre sexo enquanto uma área de discussão sobre o que as mulheres queriam mudar em nossas vidas. O resultado foi a exigência de que os homens dividissem as tarefas domésticas/cuidados das crianças e que o governo fornecesse cuidados infantis 24 horas por dia. - [O trabalho não-pago das mulheres na Economia Política](https://qgfeminista.org/o-trabalho-nao-pago-das-mulheres-na-economia-politica/): A opressão feminina imposta pela ameaça de punição masculina, incluindo a violência, é exercida independentemente da posição no sistema econômico ou racial. Mesmo uma mulher que é ela própria capitalista, não apenas casada com um, ainda pode ser espancada, estuprada e assediada (inclusive pelo seu companheiro), deve manter sua aparência, ter suas ideias e desejos ignorados e ridicularizados, tem que lidar com as reações dos homens à menstruação e ao corpo físico feminino, e assim por diante. - [Trabalho “de homem” é, na verdade, trabalho valorizado](https://qgfeminista.org/trabalho-de-homem-e-na-verdade-trabalho-valorizado/): Memória é justamente o que o patriarcado, a supremacia branca, o imperialismo e o capitalismo nos expropria. Não conhecemos nossa história, nosso passado. Nosso processo de fortalecimento enquanto classe é tão tortuoso justamente porque precisamos ficar resgatando personagens históricos, precisamos reescrever nossa história, precisamos corrigir o que foi contado sobre nós. - [Mulheres latino-americanas e a crise](https://qgfeminista.org/mulheres-latino-americanas-e-a-crise/): Até hoje, a crise na América Latina tem sido analisada principalmente em termos macroeconômicos e de impacto sobre o mercado de trabalho. Muito poucos estudos analisam o comportamento de homens e mulheres no mercado de trabalho e não existem estudos comparativos sobre este tema nos países da América Latina. - [Organizando Mulheres Camponesas na Índia](https://qgfeminista.org/organizando-mulheres-camponesas-na-india/): As experiências que gostaríamos de narrar aqui não são exaustivas em nenhum sentido. Mas poderão, contudo, indicar uma direção mais sólida. Afinal, não há nada como a própria experiência. O que se segue não seriam mais experiências, mas sim uma reflexão sobre elas. Inclui algumas reflexões de mulheres da classe trabalhadora que sofreram opressão e lutaram contra ela. - [Trabalhadoras asiáticas: Organização, Educação e Solidariedade](https://qgfeminista.org/trabalhadoras-asiaticas-organizacao-educacao-e-solidariedade/): As organizadoras de mulheres trabalhadoras na Ásia têm muito em comum umas com as outras em relação ao seu trabalho de organizar mulheres trabalhadoras. - [Sistren Theatre Collective — Jamaica](https://qgfeminista.org/sistren-theatre-collective-jamaica/): O Sistren Theatre Collective (Sistren Coletiva de Teatro) é um grupo de mulheres jamaicanas da classe trabalhadora que usa as artes dramáticas para analisar e comentar o papel e a posição das mulheres jamaicanas na sociedade. Elas também estão comprometidas em trazer o teatro para a vida das comunidades de baixa renda do país. - [Quais são as pautas do feminismo?](https://qgfeminista.org/quais-sao-as-pautas-do-feminismo/): Pelo que o feminismo luta? Pela libertação das mulheres da opressão do patriarcado. Mas o que isso significa objetivamente? Quais são as pautas que conduzem a luta feminista, quais são as reivindicações e propostas práticas, em torno do qual o feminismo se articula como estratégia para atingir seu objetivo? - [Está tudo na sua cabeça: os perigos de descredibilizar a dor feminina](https://qgfeminista.org/esta-tudo-na-sua-cabeca-os-perigos-de-descredibilizar-a-dor-feminina/): Todos nós conhecemos alguém com uma doença crônica. Dado que 117 milhões de pessoas nos Estados Unidos vivem com uma ou mais doenças crônicas, é mais do que provável que encontremos alguém em nosso local de trabalho, em nossas casas e em nossa vida cotidiana que está navegando nos meandros da doença e da dor que acompanha isso. As doenças crônicas são especialmente generalizadas entre as mulheres e, graças à longa história de paternalismo e sexismo ambiental da medicina, os médicos regularmente rejeitam ou desacreditam as mulheres que sofrem com dores inexplicáveis. - [O que é indústria do sexo?](https://qgfeminista.org/o-que-e-industria-do-sexo/): Chamamos de "indústria do sexo" todo o complexo mercadológico que lucra com a venda de sexo enquanto um entretenimento ou necessidade. A camada mais perceptível desse conglomerado é a pornografia e a prostituição, mas há toda uma rede envolvida que vai desde a venda de produtos sexuais, eróticos e sensuais, passando por produtos culturais (filmes, livros, músicas), alimentícios (afrodisíacos), vestuário, cosmético e farmacêutica. O sexo é um comércio e nessa cadeia produtiva, mulheres são o objeto utilizado para obtenção do prazer. São o produto mais rentável. - [Pobreza Menstrual: Um Problema Social Silenciado](https://qgfeminista.org/pobreza-menstrual-um-problema-social-silenciado/): O acesso à higiene menstrual está diretamente ligado a dignidade humana. Uma mulher que não tem a possibilidade de usar absorventes pelo tempo indicado, utilizar produtos de higiene íntima e usar um banheiro em condições salubres se sente à margem da sociedade e sem nenhum amparo social. É inadmissível que hajam mulheres sem acesso a um direito básico, que deveria ser garantidos pelos poderes públicos. - [De quem é o corpo dessa mulher?](https://qgfeminista.org/de-quem-e-o-corpo-dessa-mulher/): A batalha pela reconquista do próprio corpo não aceita adiamentos, nem subordinações a outros compromissos, e precisa que se prepare o instrumental necessário para levá-la a cabo. - [Menopausa como Construção Social](https://qgfeminista.org/menopausa-como-construcao-social/): É comum na nossa cultura percebermos a menopausa como uma época de instabilidade emocional e comportamental de uma mulher mais velha. Isso é tão forte que muitas mulheres que estão passando por essa fase poderiam afirmar que se sentem desequilibradas mesmo, mas essa é uma generalização estereotipada. A maioria das mulheres atravessa essa fase sem maiores problemas. Esse estereótipo é uma construção social sobre um acontecimento biológico. É possível saber que tais percepções são construídas quando se faz o estudo comparado de diversas sociedades, porque há uma variação cultural na percepção da menopausa. - [Exames ginecológicos em pacientes anestesiadas, uma realidade que precisa ser combatida](https://qgfeminista.org/exames-ginecologicos-em-pacientes-anestesiadas-uma-realidade-que-precisa-ser-combatida/): Escutamos falar sobre violência ginecológica com certa frequência no meio feminista, mas ela não é facilmente reconhecida pela população em geral. Mesmo as mulheres e meninas que a sofrem podem ficar confusas sobre o que está acontecendo, porque a parte agressora é uma figura de autoridade em quem elas devem confiar: um médico. - [Cinco coisas que você não sabia sobre deficiência e violência sexual](https://qgfeminista.org/cinco-coisas-que-voce-nao-sabia-sobre-deficiencia-e-violencia-sexual/): Quinze por cento da população mundial vive com alguma deficiência e quase 200 milhões têm entre 10 e 24 anos de idade. No entanto, são frequentemente invisíveis nas estatísticas governamentais. Meninas e meninos com deficiência são em grande parte excluídos dos serviços de educação e saúde, discriminados em suas comunidades e presos em um ciclo de pobreza e violência. Em todo o mundo, as meninas sofrem o maior impacto dessas violações. - [Como o patriarcado controla o corpo das mulheres?](https://qgfeminista.org/como-o-patriarcado-controla-o-corpo-das-mulheres/): Mas nos interessa também entender como essa exploração reprodutiva e da sexualidade se deu ao longo da história, e, mais especificamente, pelo menos nesses últimos séculos, caracterizados pelos levantes de movimentos de mulheres. De que forma diferentes civilizações e culturas impunham o ditame patriarcal às mulheres, ao ponto de ele ter se consolidado até na forma de um único deus, supremo, onisciente — e masculino; ao ponto de todas as outras deusas de civilizações anteriores terem sido, quando não apagadas, demonizadas (às vezes, literalmente — transformadas em demônios) ou reduzidas à função de “deusa da fertilidade”. - [O que é heterossexualidade compulsória?](https://qgfeminista.org/o-que-e-heterossexualidade-compulsoria/): Quando falamos em heterossexualidade compulsória estamos afirmando que toda e qualquer pessoa nascida sob o patriarcado é heterossexualizada, é obrigada a desenvolver e manter relações heterossexuais, e qualquer tentativa desviante é severamente punida. - [Vamos falar sobre Chelsea Handler](https://qgfeminista.org/vamos-falar-sobre-chelsea-handler/): A pergunta que fica é: onde está o feminismo de Chelsea? Por que esse feminismo é tão bem visto pelos executivos dos canais à cabo, e pela Netflix, mas se recusa a fazer auto-crítica? - [O problema de falar em “pessoas grávidas”](https://qgfeminista.org/o-problema-de-falar-em-pessoas-gravidas/): Nosso desafio mais imediato, entretanto, é sobre se todas as pessoas grávidas são vistas como pessoas, não se todas as pessoas grávidas são vistas como mulheres. - [Blade Runner 2049 nos alerta sobre um futuro próximo sem amor, conexão ou liberdade](https://qgfeminista.org/blade-runner-2049-nos-alerta-sobre-um-futuro-proximo-sem-amor-conexao-ou-liberdade/): A pornificação e tecnologização do universo de Blade Runner é um reflexo pouco distorcido do nosso próprio mundo. Os corpos das mulheres são mercantilizados e objetificados, e aos homens é vendido uma fantasia capitalista de ascensão que mantém seus corpos em funcionamento. - [Resgatemos nossa linguagem](https://qgfeminista.org/resgatemos-nossa-linguagem/): Precisamos sair da passividade, apontar as violências dando nome aos bois. - [O que conecta estupro na guerra, violência doméstica e assédio sexual?](https://qgfeminista.org/o-que-conecta-estupro-na-guerra-violencia-domestica-e-assedio-sexual/): Sem um entendimento do patriarcado, estamos empacadas. É tudo relativo, mas podemos concordar sobre alguns aspectos da sociedade patriarcal e nos colocarmos num espectro entre Islândia e Iêmen - [Homens gays não são especiais](https://qgfeminista.org/homens-gays-nao-sao-especiais/): Quantas vezes você ouviu uma figura histórica masculina ser considerado um “pederasta” por explorar sexualmente garotos que, se fossem garotas, o homem adulto poderia simplesmente se casar com ela e a explorar diariamente sob as bênçãos da lei? - [O que é a Síndrome da Alienação Parental (SAP)?](https://qgfeminista.org/o-que-e-a-sindrome-da-alienacao-parental-sap/): A Síndrome de Alienação Parental é uma teoria rejeitada no mundo inteiro, baseada nas ideias de um psiquiatra comprovadamente pedófilo que deu base a uma lei que protege abusadores de crianças. - [Vozes da LAP](https://qgfeminista.org/vozes-da-lap/): Tendo em vista a campanha #8MREVOGALAP , lançada pela Sangra Coletiva e que está mobilizando dezenas de coletivas feministas, lésbicas e maternas pelo Brasil, nós perguntamos para nossas seguidoras, via stories no Instagram da QG Feminista (instagram/@qgfeminista), se elas 1) já tinham ouvido falar da Lei de Alienação Parental (LAP); 2) já tinham ouvido falar da Síndrome de Alienação Parental; 3) por onde elas entraram em contato com esse conhecimento; e 4) se conheciam alguém que já havia sido acusada de alienação parental. Conheça alguns relatos. - [O que é masculinidade?](https://qgfeminista.org/o-que-e-masculinidade/): Não se nasce homem, torna-se. E nesse fazer, aquele menino, um ser dotado de inúmeras potencialidades, é podado, transformado e desumanizado. - [O que é a Lei da Alienação Parental (LAP)?](https://qgfeminista.org/o-que-e-a-lei-da-alienacao-parental/): Em resumo, mães estão perdendo a guarda dos seus filhos para pais pedófilos. A mãe, com guarda compartilhada, percebe que o filho está sendo abusado sexualmente pelo pai e o denuncia na Justiça Criminal. É aberto um inquérito para investigar, mas, antes mesmo de ele ser concluído, o pai consegue uma decisão de reversão da guarda, na Vara de Família, alegando "falsa denúncia" por parte da mãe, que é então acusada de ser alienadora. Os processos correm em instâncias diferentes e em geral as provas do abuso são ignoradas, se perdem, os laudos psicológicos das crianças são desconsiderados, e ao final, a criança fica sob a custódia justamente de quem é acusado de ser o seu abusador. - [Diferença entre Sexo e Gênero: guia para iniciantes — Gênero](https://qgfeminista.org/diferenca-entre-sexo-e-genero-guia-para-iniciantes-genero/): Gênero é o rótulo que as feministas usam para descrever o sistema de valores que prescreve e proscreve formas de comportamento e aparência a membros das diferentes classes sexuais, e que atribui valor superior a uma classe sexual às custas da outra. - [Top Of the Lake: China Girl — a crítica abolicionista se revela aos poucos](https://qgfeminista.org/top-of-the-lake-china-girl-a-critica-abolicionista-se-revela-aos-poucos/): Como uma sociedade extremamente misógina que enxerga o corpo e capacidade reprodutiva das mulheres como uma mercadoria pode causar traumas, violência e suicídio e acarretar destruição nas mais íntimas das relações. - [O machismo é o braço cultural da misoginia](https://qgfeminista.org/o-machismo-e-o-braco-cultural-da-misoginia/): “Já que o objetivo do feminismo é a igualdade de gênero, por que vocês, ao invés de lutarem contra o machismo, não lutam pela igualdade?”. São tantas coisas equivocadas nessa pergunta, e quantas de nós, feministas, já não a ouvimos? Posso apostar que muitas. Para início de conversa, considero importante pontuar que feministas não lutamos contra […] - [O que é misoginia?](https://qgfeminista.org/o-que-e-misoginia/): Misoginia é uma palavra que vem do grego "miseo" (ódio) e "gyne" (mulher) e significa literalmente "ódio às mulheres". Falamos o tempo inteiro sobre "sociedade misógina", que o patriarcado é "misógino", mas pouco paramos para refletir no que isso significa. - [O que é socialização?](https://qgfeminista.org/o-que-e-socializacao/): Nós somos seres sociais. Isso significa que não vivemos isolados, mas em uma sociedade, na qual temos algumas regras a cumprir para o funcionamento dela. Chamamos de socialização o processo pelo qual internalizamos essas regras sociais. - [O que é o patriarcado?](https://qgfeminista.org/o-que-e-o-patriarcado/): Você certamente já viu muito por aí que o movimento feminista luta contra o “patriarcado”, ou que é o “patriarcado” que oprime mulheres, não é? Mas você sabe mesmo o que é esse “inimigo” que temos que derrotar? O que é afinal esse tal de “patriarcado”? Do que ele se alimenta? onde ele vive? O […] - [Por que mulheres são oprimidas?](https://qgfeminista.org/por-que-mulheres-sao-oprimidas/): Analisando a história de tudo — a história do direito, a história da psiquiatria, a história da formação dos Estados modernos, a história do nascimento da medicina, a história da criminologia, a história do ciência, a história da filosofia, a história das religiões, a história da humanidade — as feministas constataram que a exploração das mulheres é a primeira e mais antiga forma de exploração. Mais do que só controlar a reprodução das mulheres para gerar mão de obra ou para garantir a manutenção da riqueza em determinada família — ou seja, numa sociedade na qual supostamente já existiria propriedade privada, como é a explicação marxista mais ortodoxa — , a exploração da mulher enquanto reprodutora, algumas feministas vão dizer, relaciona-se ao ato mais amplo e anterior de explorar e controlar a própria vida, retirando das mulheres essa “autoridade” sobre a vida. - [O que você sabe sobre a origem da opressão das mulheres?](https://qgfeminista.org/o-que-voce-sabe-sobre-a-origem-da-opressao-das-mulheres/): É impossível lutar contra a opressão se não há opressores nomeáveis, disse Mary Daly, no tempo em que as feministas acreditavam na necessidade de se chegar à raíz histórica da opressão das mulheres para explicar a misoginia da sociedade atual. - [O que é ser feminista?](https://qgfeminista.org/o-que-e-ser-feminista/): O feminismo é a ação organizada de mulheres contra um sistema que as oprime. Feminista é a mulher que atua organizada com outras em ações para combater esse sistema. Para tornar-se feminista é preciso entender contra o que lutamos, organizar-se com outras mulheres, e ativamente atuar para o desmantelamento dessa estrutura opressora. É isso, nada mais, nada menos. E se é realmente isso que você quer, saiba o que é preciso para começar. - [Pelo fim da apropriação das pessoas indígenas “dois-espíritos” pela política trans: a relação entre o terceiro papel de gênero e o patriarcado](https://qgfeminista.org/pelo-fim-da-apropriacao-das-pessoas-indigenas-dois-espiritos-pela-politica-trans-a-relacao-entre-o-terceiro-papel-de-genero-e-o-patriarcado/): A própria ideia de gênero, os papéis desenvolvidos e chamados de “gênero”, têm base no binário sexual. É por isso que quase sempre, quando vemos papéis de gênero, mesmo que existam mais de dois, pode apostar que se trata apenas de reclassificar pessoas que não se encaixam nos papéis sexuais de uma cultura, de outra forma rígidos. - [Miss Peru 2018 transformou a violência em entretenimento mórbido, e não um “protesto feminista”](https://qgfeminista.org/miss-peru-2018-transformou-a-violencia-em-entretenimento-morbido-e-nao-um-protesto-feminista/): Enquanto alguns estão num esforço de modernizar essa prática antiquada, a existência de concursos de beleza demonstra que vivemos em uma sociedade que vê e trata mulheres como inferiores, como mercadorias. - [entre quatro paredes](https://qgfeminista.org/entre-quatro-paredes/): Enquanto continuarmos dizendo que essas coisas são abusos de violência, e não sexo, nós falhamos em criticar no que transformaram o sexo, o que tem sido feito contra nós por meio do sexo, porque deixamos intacta a linha que separa estupro e relação sexual, assédio sexual e papéis sexuais, pornografia e erotismo”. - [Diferença entre Sexo e Gênero: guia para iniciantes — Sexo](https://qgfeminista.org/sexo-e-genero-guia-para-iniciantes-parte-1-sexo/): crianças fêmeas são chamadas de meninas, crianças machos são chamadas de meninos. Identificar corretamente a genitália que uma criança possui e portanto o sexo biológico ao qual pertence não é uma questão de atribuir gênero à criança; é simplesmente reconhecer os fatos biológicos e dar-lhes o rótulo biológico correto. - [Um chamado para feministas lembrarem a história da opressão feminina baseada no sexo](https://qgfeminista.org/um-chamado-para-feministas-lembrarem-a-historia-da-opressao-feminina-baseada-no-sexo-primeira-parte/): é alarmante confrontar a realidade de que a esquerda é igualmente mal equipada e relutante em discutir a opressão feminina quanto a direita conservadora. Hoje em dia, noções de identidade de gênero, por exemplo, ameaçam engolir completamente o entendimento coletivo de que mulheres são oprimidas por causa do seu sexo biológico. - [Feminismo em Revista](https://qgfeminista.org/feminismo-em-revista/): Olá mulheres Essa é uma mensagem de despedida, reconhecimento e agradecimento. Em outubro de 2023, depois de seis anos, a QG Feminista finaliza suas atividades e não dava pra dizer adeus sem contar como fomos muito além do que sonhávamos. Consideramos que nossa missão foi cumprida com honra: espalhamos pensamento feminista pelos quatro cantos da […] - [Leis de proteção ao sexo feminino valem para todas](https://qgfeminista.org/leis-de-protecao-ao-sexo-feminino-valem-para-todas/): A 14 de setembro de 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que prevê a concessão de um auxílio aluguel a mulheres em situação de vulnerabilidade social e econômica que foram vítimas de violência doméstica masculina. O auxílio fará parte das medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha. […] - [O que é o feminismo?](https://qgfeminista.org/o-que-e-o-feminismo/): Se você chegou até aqui certamente já sentiu algum incômodo por notar que homens e mulheres não tem os mesmos direitos e privilégios, e muito menos os mesmo tratamento, na sociedade em que vivemos. Talvez não ache justo saber que homens ganham mais do que mulheres, são mais livres, que são as mulheres as que […] - [Por que estamos revivendo "pseudo-ciências"?](https://qgfeminista.org/por-que-estamos-revivendo-pseudo-ciencias/): E o que isso pode ter a ver com a atual crise do processo de validação do conhecimento científico? A primeira vez que ouvi falar sobre a Lei de Alienação Parental (LAP) ficou imediatamente claro para mim do que se trata: uma legislação que protege pedófilos, agressores de crianças e mulheres e, em casos mais […] - [A promessa da ultra-direita](https://qgfeminista.org/a-promessa-da-ultra-direita/): (Este é o capítulo I do livro “Mulheres de Direita”, de Andrea Dworkin, traduzido por Aline Rossi e publicado originalmente no blog Feminismo Com Classe) Há um boato, disseminado há séculos por cientistas, artistas e filósofos, tanto secularistas quanto religiosos, uma espécie de fofoca, digamos, que diz que as mulheres são “biologicamente conservadoras”. Enquanto a […] - [Jovem universitária feminista tenta suicídio após bullying implacável de transativistas](https://qgfeminista.org/jovem-universitaria-feminista-tenta-suicidio-apos-bullying-implacavel-de-transativistas/): Uma estudante da Universidade de São Paulo está internada após uma tentativa de suicídio. Na UniRio, uma feminista radical de 22 anos cometeu suicídio após vários meses de abuso. Uma jovem de 21 anos, Maria Luiza Zaparolli Silva (Malu), estudante de biologia na Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto, tentou tirar a própria vida […] - [Homem branco trans-identificado que agrediu estudante negra em faculdade tem longo histórico de misoginia](https://qgfeminista.org/homem-branco-trans-identificado-que-agrediu-estudante-negra-em-faculdade-tem-longo-historico-de-misoginia/): Uma estudante negra e lésbica da UNB — uma instituição na capital do Brasil, Brasília — desafiou a presença de um homem branco no banheiro feminino em seu campus em 14/12/2022. O homem, que agora se chama Brigitte Lucia mas que foi registrado ao nascer como Tulio Henrique Carvalho dos Santos, a agrediu. “Jane” (um […] - [Somos todas pornográficas](https://qgfeminista.org/somos-todas-pornograficas/): Nós precisamos combater a indústria pornográfica, não tem outro jeito. Mas também precisamos rejeitar os lugares que nos confinaram e isso necessariamente, inevitavelmente — sob o risco de sermos hipócritas e prejudicarmos nossa própria pauta — implica rejeitar a feminilidade. - [Mulheres, as variáveis incômodas.](https://qgfeminista.org/mulheres-as-variaveis-incomodas/): Mulheres em idade fértil foram deixadas de fora logo no comecinho da pesquisa médica organizada. O motivo alegado era protegê-las. - [Agosto: mês de quem?](https://qgfeminista.org/agosto-mes-de-quem/): Frequentemente, tenho a impressão de que somente lésbicas falam sobre lésbicas. Que ninguém de fora da nossa bolha se importa com o que sentimos, passamos e produzimos. Então, se você que está lendo isso não tem a mesma vivência que eu, que tal continuar e aprender algo novo? Sinta-se convidada(o). - [O que define uma fêmea?](https://qgfeminista.org/o-que-define-uma-femea/): Em seu livro “Gender Trouble” de 1990, a teórica queer Judith Butler argumentou que a categoria feminina não era mais confiável: “Precisamente porque o sexo feminino não parece mais uma noção estável, seu significado é tão problemático e sem correção quanto a categoria ‘mulher’.” É claro que Butler não fornece nenhuma evidência para apoiar essa […] - [Entendendo conceitos para discutir sobre questões trans/de gênero](https://qgfeminista.org/equalizando-conceitos-para-discutir-sobre-questoes-trans-de-genero/): Ultimamente, venho dando palestras sobre o que vejo como um conflito de interesses entre os direitos das mulheres e os direitos trans, e a primeira coisa que venho fazendo em todas elas é enfatizar a heterogeneidade na classe de mulheres trans. Eu me concentro nas mulheres trans (homens que “se identificam como mulheres”) em vez […] - [Visível ou Invisível: crescer fêmea numa cultura pornificada](https://qgfeminista.org/visivel-ou-invisivel-crescer-femea-numa-cultura-pornificada/): A onda atual de imagens pornográficas soft-core normalizou o visual da pornografia na cultura cotidiana a tal ponto que qualquer coisa menos parece desleixada, primitiva e completamente chata. Hoje, uma menina ou jovem procurando uma alternativa para a aparência de Britney, Paris, Lindsay logo chegará à triste conclusão de que a única alternativa a parecer “fodível” é ser invisível. - [Sobre militantes egocêntricos e autoritários](https://qgfeminista.org/sobre-militantes-egocentricos-e-autoritarios/): Infelizmente, a intolerância política tem se tornado cada vez mais frequente— sobretudo na internet. Ela surge de forma clichê e narcisista, sob o disfarce de bordões e frases de efeito. Em poucas palavras, o que a direita conservadora chama de mitar, a esquerda “revolucionária e desconstruída” entende como lacrar. Apesar de suas propostas antagônicas, neste ponto específico, […] - [Exames ginecológicos em pacientes anestesiadas, uma violência que precisa ser denunciada](https://qgfeminista.org/exames-ginecologicos-em-pacientes-anestesiadas-uma-realidade-que-precisa-ser-combatida%ef%bf%bc/): Escutamos falar sobre violência ginecológica com certa frequência no meio feminista, mas ela não é facilmente reconhecida pela população em geral. Mesmo as mulheres e meninas que a sofrem podem ficar confusas sobre o que está acontecendo, porque a parte agressora é uma figura de autoridade em quem elas devem confiar: um médico. - [Barriga de aluguel é exploração da capacidade reprodutiva da mulher](https://qgfeminista.org/barriga-de-aluguel-e-exploracao-da-capacidade-reprodutiva-da-mulher/): Barriga de aluguel comercial é exploração da capacidade reprodutiva da mulher. Quando se promove a barriga de aluguel como um trabalho como outro qualquer, o que se está promovendo é a maternidade compulsória, sem sequer nomear a mulher que gesta no processo. - [Envelhecer sendo lésbica](https://qgfeminista.org/envelhecer-sendo-lesbica/): A maior parte das pessoas que conhecemos não gosta da ideia de envelhecer. Em seu artigo The double standard of aging (“O duplo padrão do envelhecimento”), Susan Sontag (1972) (1) diz que não há nada de errado nisso — nem na ansiedade em se tornar uma pessoa idosa, nem na angústia dos mais velhos, que ela categoriza entre 70–80 […] - [Brancos, ricos e não-binários](https://qgfeminista.org/brancos-ricos-e-nao-binarios/): Por décadas, a comunidade GLS (como costumava ser conhecida) lutou para que a sociedade reconhecesse e respeitasse a existência de relações entre pessoas do mesmo sexo. Hoje, no entanto, a militância queer espalha a ideia de que gênero independe de sexo — o que é uma armadilha pronta para discursos que dão margem para abusos (estupro corretivo de lésbicas, por exemplo) e homofobia. Um completo retrocesso. - [Mulheres e história: uma entrevista com Gerda Lerner (parte II)](https://qgfeminista.org/mulheres-e-historia-uma-entrevista-com-gerda-lerner-parte-ii/): Se você montar dessa forma, se você olhar historicamente, vai notar que todas essas mulheres revisaram os mesmos textos, e elas não sabiam que outra mulher antes dela já tinha feito isso, e muitas vezes chegaram a mesma argumentação, sem ter a menor noção de que alguma outra mulher tivesse pensado isso antes dela. - [Feminism For Women: O novo livro de Julie Bindel reposiciona as mulheres no centro de seu próprio movimento](https://qgfeminista.org/feminism-for-women-o-novo-livro-de-julie-bindel-reposiciona-as-mulheres-no-centro-de-seu-proprio-movimento/): No começo do movimento de libertação das mulheres, as feministas queriam revolução. Elas não queriam a oportunidade de se comportar como homens, mas ao contrário, buscavam revolucionar as relações entre homens e mulheres. (…) Essas mulheres eram diretas: homens tinham poder sobre as mulheres e esse fato havia moldado as relações pessoais assim como todas as instituições e instâncias da nossa vida social e política. - [Carta aberta para o cara no Twitter que se pergunta se o sexo biológico é real](https://qgfeminista.org/carta-aberta-para-o-cara-no-twitter-que-se-pergunta-se-o-sexo-biologico-e-real/): Aqui está minha resolução: enquanto cafetões, padres e políticos souberem o que é um corpo feminino, eu também sei. No momento em que estiverem confusos — no momento em que hesitarem, no momento em que atenuarem, no momento em que adotarem a contenção e a cautela que você exige dos alvos de seu abuso — eu me abrirei alegremente à ambiguidade. - [As políticas da inteligência](https://qgfeminista.org/as-politicas-da-inteligencia/): (Esse é o capítulo 2, “As políticas da inteligência”, do livro “Mulheres de Direita”, da autora Andrea Dworkin. Ele foi traduzido por Aline Rossi e publicado originalmente no blog Feminismo Com Classe.) Homens odeiam a inteligência nas mulheres. Não pode brilhar; não pode queimar; não pode queimar e depois desfazer-se em cinzas, sendo consumida nessa […] - [Se assumir “não binária” é puxar o tapete de outras mulheres](https://qgfeminista.org/se-assumir-nao-binaria-e-puxar-o-tapete-de-outras-mulheres/): Eu não consigo pensar em nada mais antifeminista do que uma ideologia que impossibilita a identificação e o confronto do poder patriarcal, e ao invés disso individualiza opressões como “escolha pessoal” - [Educação para decidir. Contraceptivo para não engravidar. Aborto legal para não morrer.](https://qgfeminista.org/educacao-para-decidir-contraceptivo-para-nao-engravidar-aborto-legal-para-nao-morrer/): Em meio ao furor da ameaça de não podermos mais abortar nem se formos estupradas, o debate sobre o aborto legal, longe de estar ultrapassado, se torna ainda mais importante. - [A maioria das “Profissionais do Sexo” são escravas modernas](https://qgfeminista.org/a-maioria-das-profissionais-do-sexo-sao-escravas-modernas/): (Tradução do texto de Julie Bindel para The Spectator) Prostituição raramente, ou quase nunca, é uma escolha Em meio a todo o ultraje que a escravidão moderna provoca, geralmente homens vulneráveis forçados a trabalhos manuais, existe uma forma bem pior de abuso acontecendo no Reino Unido. Ela acontece em todas as cidades, ruas e até […] - [Marxismo, Feminismo Radical e Sociologia](https://qgfeminista.org/marxismo-feminismo-radical-e-sociologia/): As feministas têm uma tradição de desinteresse em divisões, barreiras e limites se essas distinções servem para separar as mulheres das mulheres, e muitas feministas, portanto, se ressentem ou rejeitam o uso excessivo dessas distinções analíticas entre tipos de feminismo (Eisenstein 1983). Ao mesmo tempo, parece definitivamente haver uma estrutura conceitual especificamente feminista, que não é redutível ou facilmente deduzida do marxismo ou de qualquer outra perspectiva teórica existente, e que explica o mundo a partir de um corte inicial da faca analítica ao longo do eixo do gênero invés de explicar a opressão das mulheres ou a relação dos sexos em termos de outra coisa. É isso que eu chamo de feminismo radical. - [Dores do crescimento. A puberdade pode ser descartável?](https://qgfeminista.org/dores-do-crescimento-a-puberdade-pode-ser-descartavel/): À luz da crescente proeminência das questões de identidade de gênero em nossa sociedade, e o apelo que a supressão da puberdade pode ter para pais criando suas crianças que se identificam com o sexo oposto, vale a pena examinar em detalhes o que é a supressão da puberdade, como funciona, e se é segura e prudente como seus defensores alegam. - [Ao debater sobre banheiros, conte a história direito](https://qgfeminista.org/ao-debater-sobre-banheiros-conte-a-historia-direito/): As sufragistas que lutaram por espaços exclusivos como os banheiros femininos, considerava-os um componente crítico para que mulheres tivessem acesso igual ao espaço e à vida pública. Lizzie Marvelly pode não dar valor, mas foram suas avós feministas que lutaram por esses espaços, como parte do desafio de tirar as mulheres da esfera doméstica. - [A tolerância tomou conta do feminismo e ameaça destruir o movimento](https://qgfeminista.org/a-tolerancia-tomou-conta-do-feminismo-e-ameaca-destruir-o-movimento/): Sob o patriarcado, mulheres foram ensinadas a viver em um estado perpétuo de tolerância; hoje, a 'tolerância' foi incorporada por algumas feministas, tornando impossível definir um conjunto de valores coletivos ou reivindicar os objetivos que compartilhamos - [‘Precisamos ser mais corajosas](https://qgfeminista.org/precisamos-ser-mais-corajosas/): Precisamos ser mais corajosas… Nós que somos um pouco mais velhas e estamos no feminismo há mais tempo devemos isso às novas e jovens feministas. Porque como vamos esperar que elas se envolvam em um movimento coeso e vibrante se elas estão aterrorizadas de serem excluídas de seus grupos de amigos e comunidades? - [Escrever com “x” não é linguagem neutra](https://qgfeminista.org/escrever-com-x-nao-e-linguagem-neutra/): A linguagem em si não é sexista, acredito. Seu uso é que é sexista, uma vez que a linguagem também reflete uma estrutura de poder... - [Por um movimento radical brasileiro](https://qgfeminista.org/por-um-movimento-radical-brasileiro/): Nós temos nosso próprio trabalho hercúleo pela frente. Não é fácil conscientizar e organizar mulheres na luta pela libertação tendo de pautar o colonialismo, imperialismo e dominação masculina, tudo fortemente alicerçado na exploração e dominação de nossos corpos. E, por isso, nada disso poderá ser feito sem um movimento massivo, enraizado nas bases populares invés da Academia, com propaganda consequente e paulatina para a conscientização e captação para a luta, com ações diretas que trabalhem para a sobrevivência e emancipação das mulheres. - [Você, feminista, precisa parar de gastar seu tempo com homens](https://qgfeminista.org/voce-feminista-precisa-parar-de-gastar-seu-tempo-com-homens/): Mulheres perdem seu tempo com homens por diversos motivos, mas a quantidade de vezes que perdemos tempo tentando decifrar o que homens dizem, ou justificar seu comportamento ou relativizar sua violência é o que me preocupa e o que quero tratar com você, leitora. - [Ficar inerte não é feminista](https://qgfeminista.org/ficar-inerte-nao-e-feminista/): Era uma vez um feminismo fofo e inclusivo. Ele era pautado em coisas fofas e necessárias como a nossa reeducação para criarmos laços umas com as outras, para aprendermos a confiar umas nas outras, ouvir-nos, ajudar-nos, e formarmos uma sororidade em oposição à broderagem tão comum e cara aos homens. - [O que, além de linda, você é?](https://qgfeminista.org/o-que-alem-de-linda-voce-e/): Se toda mulher é convidada, coagida, forçada a perseguir a beleza, como sobraria tempo pra ela ser algo além disso? Não estou dizendo que não somos além, claramente somos. Temos muitas atribuições no mundo das mulheres, contudo essa audácia me apavora. - [Eu ainda sou feminista — por favor, devolvam-me a má reputação.](https://qgfeminista.org/eu-ainda-sou-feminista%e2%80%8a-%e2%80%8apor-favor-devolvam-me-a-ma-reputacao/): Feminismo não é um estilo de vida, não é uma forma de se privar da opressão, pelo contrário, ser feminista é se posicionar na linha de frente, é estar em carne viva, é aceitar que a glória é póstuma, e, em troca de todo esse sacrifício (não, não se faz feminismo sem sacrifício), ter a oportunidade de estar ciente de si mesma. Ser feminista (coisa que lib não é) não vai fazer com que sua condição de mulher, sua beleza, sua inteligência, sua criatividade e seu desempenho profissional e afetivo sejam valorizados pelas outras pessoas, pelo contrário, a tendência é que te rejeitem ainda mais, que te machuquem ainda mais, porém, o feminismo te dá a possibilidade de conhecer a própria história, de estar atenta à dinâmica da própria vida, do próprio corpo, de se aproximar de outras mulheres, sou grata por isso. - [O que eu vou fazer com essa tal representatividade?](https://qgfeminista.org/o-que-eu-vou-fazer-com-essa-tal-representatividade/): A representatividade entra na agenda progressista como o objetivo final de todas as ações. Mesmo que essas ações esbarrem em várias problemáticas as quais são o cerne da opressão dos corpos e acontecimentos. Podemos observar o body positive. Cito o body positive considerando o fato que fui muito beneficiada pelo mesmo. Ultimamente a representatividade abre um leque […] - [Fora do armário.](https://qgfeminista.org/fora-do-armario/): Quando uma garota se assume lésbica, está indo contra tudo o que o patriarcado prega. Significa que ela é capaz de amar e de se dedicar a uma pessoa igualmente oprimida, ao invés de criar uma rivalidade desnecessária. Significa que não será a esposa submissa ao seu marido. Exatamente por desafiar o machismo, vai sofrer […] - [Binário ou Espectro, Gênero É uma Hierarquia](https://qgfeminista.org/binario-ou-espectro-genero-e-uma-hierarquia/): Com esse artigo, eu desafio a noção de que gênero possa ser ressignificado como algo além de uma hierarquia. Essa parte é dedicada à E, uma feminista lésbica iluminada. - [Racismo e sexismo: a história secreta do anticoncepcional.](https://qgfeminista.org/racismo-e-sexismo-a-historia-secreta-do-anticoncepcional/): Mas se as mulheres têm relatado depressão como um efeito colateral do controle de natalidade hormonal por 50 anos, por que apenas agora estamos obtendo dados sólidos? “Em grande parte é a falta de interesse em questões da saúde das mulheres como um todo” - [Acerca das falácias liberais sobre o feminismo.](https://qgfeminista.org/acerca-das-falacias-liberais-sobre-o-feminismo/): A propagação dessa fantasia de que o poder “vem de dentro” é um desfavor, pois trata da opressão não como questão política e social, e sim como um problema existencial, levando meninas e mulheres a acreditarem que, sozinhas, são capazes de destruir suas próprias amarras (que além de tudo seriam diferentes para cada uma), quando na verdade conseguem no máximo florir as correntes, se enganar tornando algumas das opressões supostamente mais confortáveis. - [Foi assim que eles quebraram nossas avós](https://qgfeminista.org/foi-assim-que-eles-quebraram-nossas-avos/): A Inquisição certamente não inventou o patriarcado, a tortura ou o reinado de terror público projetado para quebrar a vontade dos povos conquistados. No entanto, ela pôs em movimento um poderoso conjunto de normas sociais que permanecem conosco. E mesmo que o mundo tenha mudado tanto que a Igreja Católica pediu desculpas por perseguir hereges, tais desculpas são raras entre as outras igrejas e governos que assassinaram pessoas com alegações de satanismo. As mulheres continuam a ser expulsas dos empregos por conta do assédio masculino, demonizadas publicamente de maneira sexista, torturadas para entretenimento na indústria do sexo e mortas por homens desagradáveis. - [Mulheres Transicionam](https://qgfeminista.org/mulheres-transicionam/): Mulheres transicionam e param e vivem como mulheres, pela primeira vez, porque nós transicionamos quando eramos tão jovens que nunca vivemos como uma mulher adulta antes. Mulheres param a transição depois de um breve período de tempo. Mulheres param a transição depois de muitos anos. - [Por que feminismo não é sobre igualdade de gêneros?](https://qgfeminista.org/por-que-feminismo-nao-e-sobre-igualdade-de-generos/): O termo "igualdade de gêneros" não faz sentido porque, por definição, gênero é uma hierarquia, não uma dualidade. Não há como igualar masculinidade e feminilidade, pois elas são fundamentadas nessa hierarquia. Uma não existe sem a relação de poder sustentada pela outra. - [Pare de comparar prostituição com aborto](https://qgfeminista.org/pare-de-comparar-prostituicao-com-aborto/): “Eu acho que prostituição é como o aborto: proibir ou fingir que não acontece não vai fazer com que deixe de acontecer, apenas tornará mais inseguro. Se as mulheres podem escolher o que abortar, por que não podem escolher se prostituir?”. - [Entrevista com Rosa Cobo, autora do livro “A prostituição no coração do Capitalismo”](https://qgfeminista.org/entrevista-com-rosa-cobo-autora-do-livro-a-prostituicao-no-coracao-do-capitalismo/): Na agenda feminista ocorrem debates, jornadas, assembleias e manifestações, em uma efervescência que é chamada de a Quarta Onda. Uma de suas vozes mais destacadas na Espanha é da socióloga Rosa Cobo, que é investigadora, docente e ativista. - [Mulheres, classe e gênero – uma perspectiva comunista](https://qgfeminista.org/mulheres-classe-e-genero-uma-perspectiva-comunista/): O Dia Internacional da Mulher (DIM) tornou-se um evento corporativo que reflete a ideologia atual do “feminismo corporativo”. Este ano, seu tema é #BalanceforBetter. Os organizadores anônimos de eventos do DIM afirmam que o “equilíbrio” não é uma questão feminina, é uma questão de negócios e, portanto, seus “principais eventos são respaldados por patrocínio corporativo […] - [Entrevista: Cynthia Enloe Discute Gênero e a ascensão da Direita Global](https://qgfeminista.org/entrevista-cynthia-enloe-discute-genero-e-a-ascensao-da-direita-global/): “Qual é a agenda real que está sendo desenvolvida sob o que parece ser um projeto progressista, seja um projeto feminista transnacional ou um projeto global de direitos humanos? Que outras agendas estão sendo feitas aqui, e elas são raciais, elas são religiosas, elas estão hegemonizando projetos que são desenhados para abrir novos espaços para o mercado neoliberal entrar?” - [Primavera de 1990: a frente fria da escolha reprodutiva](https://qgfeminista.org/primavera-de-1990-a-frente-fria-da-escolha-reprodutiva/): Vamos começar a questionar a ladeira escorregadia que é afirmar que se opor a novas tecnologias reprodutivas é colocar em risco o direito das mulheres ao aborto. Vamos desafiar o argumento de acesso que inclui muitas tecnologias reprodutivas como parte da plataforma pró-escolha. Acesso a que? Há uma grande diferença entre a inseminação artificial exigente para lésbicas e mulheres inférteis, por exemplo, e fertilização in vitro e sub-rogação para os mesmos grupos. Estes últimos reduzem as mulheres a material reprodutor ou procriadoras e violam a integridade corporal das mulheres. Se os eventos do último verão provaram alguma coisa, é que os direitos de aborto para as mulheres são seriamente prejudicados pela crescente proeminência do feto e doador de esperma no novo cenário de tecnologia reprodutiva. E a consequência dessa centralidade para os fetos e doadores de esperma é o obscurecer dos direitos das mulheres. - [Como criar um grupo de conscientização feminina em sua área local](https://qgfeminista.org/como-criar-um-grupo-de-conscientizacao-feminina-em-sua-area-local/): Grupos de conscientização foram desenvolvidos pelas feministas da Segunda Onda como uma forma de trabalhar em conjunto, aprendendo com nossa experiência como mulheres no desenvolvimento de nossa análise política e, principalmente, para agirmos juntas. Faça disso sua resolução de ano novo. Ou… Vamos lá, manas! - [Sua escola está ensinando a pseudociência da ideologia de gênero?](https://qgfeminista.org/sua-escola-esta-ensinando-a-pseudociencia-da-ideologia-de-genero/): Bem quando parece que algum progresso está sendo feito contra as violações dos direitos duramente conquistados das mulheres, promovidas pela ideologia transgênera — ao menos no Reino Unido e na Espanha — ficamos alarmadas em saber das incursões que essa ideologia está fazendo nas escolas públicas dos Estados Unidos. Desde o jardim de infância, crianças estão sendo educadas na ideologia de gênero […] - [O mercado global da barriga de aluguel: Uma visão feminista](https://qgfeminista.org/o-mercado-global-da-barriga-de-aluguel-uma-visao-feminista/): A finalidade da justiça reprodutiva é reduzir as desigualdades, e não usar as vulnerabilidades de umas a favor da liberdade reprodutiva de outra pessoa. Não é só injustiça reprodutiva, é uma forma desumana de ter filhos. - [Questões de Poder e Direitos na Maternidade Sub-rogada](https://qgfeminista.org/questoes-de-poder-e-direitos-na-maternidade-sub-rogada/): Atualmente, em tempos de leis de casamento igualitário, os homens gays de hoje são vistos pelo mainstream como uma força progressiva. E alguns homens gays se comportam como uma força progressiva. No entanto, existe uma classe distinta de gays ricos que estão promovendo a barriga de aluguel como uma nova liberdade para gays. Mas não há nada progressivo em explorar as mulheres com base na pobreza, etnia, deficiência ou sexo. - [10 formas que a barriga de aluguel é como a prostituição](https://qgfeminista.org/10-formas-que-a-barriga-de-aluguel-e-como-a-prostituicao/): Práticas patriarcais que impõem papéis sexuais (‘gênero’), como a escravidão sexual e reprodutiva das mulheres — comercializadas ou não — não podem existir em uma sociedade livre e igualitária. É por isso que objetamos tanto à prostituição quanto à barriga de aluguel; essas indústrias mercantilizam o corpo das mulheres e ajudam a manter nossa opressão. - [Barriga de aluguel é a mais nova forma de tráfico humano?](https://qgfeminista.org/barriga-de-aluguel-e-a-mais-nova-forma-de-trafico-humano/): Para aqueles que talvez digam que as mulheres deram seu consentimento, diz o Protocolo sobre Tráfico, o consentimento é irrelevante quando qualquer meio do ato de tráfico foi usado. Portanto, se uma mulher deu seu consentimento, mas foi recrutada, coagida, enganada, recebeu dinheiro ou presentes e foi explorada, isso anula qualquer consentimento que ela tenha dado. - [Exploração reprodutiva e linguagem](https://qgfeminista.org/exploracao-reprodutiva-e-linguagem/): Enquanto feministas radicais, advertimos que a linguagem neoliberal está ganhando de nós a batalha. Linguagem é poder, e as palavras não são neutras. A linguagem é a primeira e mais necessária arma do capitalismo neoliberal, pontua Clara Valverde em seu livro Una lectura crítica del lenguaje neoliberal, e nós adicionamos que também é uma arma necessária […] - [A venda da subordinação: como o corpo feminino está reduzido a um produto.](https://qgfeminista.org/a-venda-da-subordinacao-como-o-corpo-feminino-esta-reduzido-a-um-produto/): Embora a pobreza seja o principal fator que impulsiona a venda ou aluguel de partes e funções do corpo feminino, o mercado só existe porque as mulheres são objetificadas e têm status inferior ao dos homens. - [A fenomenologia da diferença sexual de Simone de Beauvoir](https://qgfeminista.org/a-fenomenologia-da-diferenca-sexual-de-simone-de-beauvoir/): A filósofa e a questão da mulher. - [De São Paulo a Vancouver: Minha Jornada ao Feminismo Radical](https://qgfeminista.org/de-sao-paulo-a-vancouver-minha-jornada-ao-feminismo-radical/): As vezes eu me sinto sozinha, e sinto que estou numa realidade paralela. Sair do Brasil, um dos lugares com o maior índice de violência a mulher, e vim para cá, onde sofremos ataques por nossos pensamentos, onde exigem que pensamos como eles pensam e que neguemos ciência, biologia e nossas experiências como mulher. Tudo para agradar machos que acham que ser mulher é uma identidade, e não uma realidade biológica. É humilhante, mas nós não vamos a lugar algum. E nós não vamos ceder. - [Como a pornografia cria o cliente?](https://qgfeminista.org/como-a-pornografia-cria-o-cliente/): Vamos partir do princípio de que homens não “são assim mesmo”. Na verdade, são socializados para serem clientes, estupradores, agressores de mulheres e cafetões. - [Feminismo e Partidarismo: O Feminismo pertence à Esquerda?](https://qgfeminista.org/feminismo-e-partidarismo-o-feminismo-pertence-a-esquerda/): Como vamos advogar pelas mulheres se nem podemos definir o que uma mulher é? Como vamos apoiar lésbicas se não podemos definir orientação sexual tomando por base sexo biológico? Os esquerdistas que evitam as mulheres que trabalham com outras pessoas sobre determinados assuntos são hipócritas que sempre odiaram as mulheres. Se eles se importassem, eles teriam ouvido em primeiro lugar, e não forçado mulheres a procurarem apoio em outros lugares. - [Guia de Estudos: Sistema de Prostituição e Feminismo](https://qgfeminista.org/guia-de-estudos-sistema-de-prostituicao-e-feminismo/): Essa publicação é um compilado de materiais (textos e audiovisual) publicados sobre o tema da prostituição. Alguns links também abordam a pornografia, uma vez que é apenas mais uma expressão da indústria do sexo, isto é, uma versão digitalizada de prostituição. - [O que a "desculpa" de Aziz Ansari diz sobre como homens vêem seus encontros com mulheres](https://qgfeminista.org/o-que-a-desculpa-de-aziz-ansari-diz-sobre-como-homens-veem-seus-encontros-com-mulheres/): O feminismo nos ensina que é tarefa dos seres humanos cuidar uns dos outros, independentemente do gênero. É hora de mais homens se envolverem em cuidar das mulheres da maneira como as mulheres historicamente se importaram com eles, colocando as necessidades e os desejos das mulheres ao lado dos seus. - [Transgenerismo: o último pico anti-feminista da Esquerda](https://qgfeminista.org/transgenerismo-o-ultimo-pico-anti-feminista-da-esquerda/): O transgenerismo não é de fato um movimento político motivado por preocupações progressistas — é apenas a arma mais recente na batalha da esquerda contra o feminismo. Mulheres como Greer, Raymond, Bindel e Brennan, que se preocupam autenticamente com a condição das mulheres que estão no fundo da pilha, são feministas que estão expurgadas na versão do século XXI de perseguição da esquerda. - [Você Não Pode Ser Uma Feminista Se Não Reconhecer Sexo Biológico](https://qgfeminista.org/voce-nao-pode-ser-uma-feminista-se-nao-reconhecer-sexo-biologico/): Na verdade, o patriarcado usou de um enorme jogo contra as mulheres — e muitas de nós caímos. Eu caí nessa, também, por um tempo. Se foi dito a você que sexo biológico não importa para o feminismo, é hora de questionar a quem realmente beneficia essa ideologia. Eu prometo que não são mulheres. - [Onde estiver uma acorrentada, todas estarão acorrentadas](https://qgfeminista.org/onde-estiver-uma-acorrentada-todas-estarao-acorrentadas/): Existem muçulmanas em todo mundo, brancas, amarelas, marrons, indígenas e negras. A lider da revolta dos malês, no Brasil, era uma mulher negra. Então, mulheres de todos os continentes, brancas ou não, muçulmanas ou não, têm o direito de sentir a dor das mulheres orientais/árabes e asiáticas, têm o direito de solidarizar com elas e devem problematizar tudo que é opressor às mulheres (mulheres no Oriente também problematizam nossa opressão). Isso não quer dizer que esquecemos nossos problemas particulares para olhar para o quintal do outro, isso é empatia.  - [Talvez o Feminismo precise é de separatismo, e não de inclusão](https://qgfeminista.org/talvez-o-feminismo-precise-e-de-separatismo-e-nao-de-inclusao/): Os argumentos contra o separatismo são pós-feministas. Esses argumentos fingem que nosso trabalho está feito e afirmam que homens não são responsáveis pela e cúmplices da subjugação das mulheres como uma classe. Eles não só nos agridem, mas também agridem homens que poderiam ser nossos aliados, porque esses argumentos segurem que homens são muito frágeis para ser negado a eles acesso às mulheres. Eles sugerem que mulheres se beneficiam de uma identidade relacional com homens, quando na verdade, mulheres são boas entidades para nós mesmas. Para mulheres corajosas, para feministas, o que se encontra nas florestas de Michigan, ou nos corredores das Sete Irmãs, ou por trás dos muros que as mulheres ergueram, é a oportunidade de amar a si mesmas. - [Documentário “Quem matou Eloá? “](https://qgfeminista.org/__trashed-2/): Ao final, é impossível não se questionar: o quanto a imprensa contribuiu para o desfecho do crime, ou, ao menos, o quanto ela contribuiu para que o episódio se arrastasse por dias (além do tempo padrão observado neste tipo de crime que envolve a negociação direta entre sequestrador e polícia), e o quanto o feminicídio de Eloá foi banalizado e até romanceado pelo tom dado às notícias que tratavam do episódio? - [Trabalhando com mulheres e meninas [na psicologia]? É hora de rejeitar a psiquiatria](https://qgfeminista.org/trabalhando-com-mulheres-e-meninas-na-psicologia-e-hora-de-rejeitar-a-psiquiatria/): Diagnosticar mulheres e meninas com transtornos de personalidade após terem sido abusadas, traumatizadas, traficadas, estupradas, negligenciadas ou prejudicadas — é uma prática vergonhosa. Precisa acabar. Todos nós precisamos fazer lobby, fazer campanha, influenciar e convencer os tomadores de decisão e líderes a rejeitar os transtornos de personalidade como ciência charlatã. - [A História das Mulheres no Sci-Fi não é o que você pensa](https://qgfeminista.org/a-historia-das-mulheres-no-sci-fi-nao-e-o-que-voce-pensa/): A tradição popular nos ensina que a ficção científica foi escrita quase exclusivamente por homens até o advento do feminismo nas décadas de 1960 e 1970. Mas quando Lisa Yaszek, que ensina estudos em ficção científica na Georgia Tech, começou as escavar antigas edições de revistas, ela descobriu uma história bem diferente. - [E se você se arrepender da sua transição?](https://qgfeminista.org/e-se-voce-se-arrepender-da-sua-transicao/): Agora, o poder do lobby trans supostamente progressivo significa que não podemos questioná-lo quando uma garota escolher mutilar seu “corpo errado”. É hora de parar de ouvir esse lobby e ouvir com mais cuidado pessoas como a Max. Certamente, estávamos em Manchester, quando ela disse a uma sala cheia de pessoas: “É altamente possível que eu, se tivesse recebido terapia especializada, talvez nunca tivesse feito a transição”. - [Roubaram-me de mim](https://qgfeminista.org/roubaram-de-mim/): Ser mulher é nascer com a ideia de que não passamos de um pedaço de carne moldado por todos, menos nós mesmas, ser mulher é saber que somos descartáveis em qualquer momento de nossas vidas, é saber que nos tocam, nos usam, nos comem e jogam fora o que sobrou e sorte a nossa quando apenas nos deixam de lado após o uso, mas azar o nosso quando decidem nos bater, nos aterrorizar, torturar, mutilar e matar, pobre de nós. PRÓXIMA!  - [Objetos não objetam](https://qgfeminista.org/objetos-nao-objetam/): Desafiar e interromper o processo de auto-objetificação é um componente crucial da libertação das mulheres. Meninas e mulheres estão sendo ensinadas a se auto-objetificar, prontas para serem usadas e exploradas por homens, potencialmente vendidas e consumidas por homens, por meio do “feminismo liberal” para se tornarem pornificadas, embaladas e anunciadas online para homens. Isso fica […] - [Neuroatipicidade: patriarcado e loucura em mulheres neurodiversas](https://qgfeminista.org/neuroatipicidade-patriarcado-e-loucura-em-mulheres-neurodiversas/): É preciso que a comunidade neurocientífica tenha coragem de admitir a realidade, os especialistas não aceitam mulheres autistas. Somos cuidadoras, somos as mães abandonadas de filhos autistas, somos as professoras de "escolas especiais" — somos as que assistem os deficientes, não podemos ser as deficientes assistidas. É preciso que a comunidade neurocientífica tenha coragem de admitir que nós, fêmeas autistas, temos mais facilidade em mascarar o autismo e em compensar nossos comportamentos deficientes porque a sociedade demanda isso de nós. E é preciso que a comunidade neurocientífica tenha coragem de admitir que nós, mulheres autistas, somos todas histéricas, cheias de transtornos mentais que se confundem com o autismo e abrem brechas a outros diagnósticos por causa da patologizante pressão social em favor da neurotipicidade. - [Somos apenas crianças, Instagram](https://qgfeminista.org/somos-apenas-criancas-instagram/): O modelo de negócios do Instagram sacrifica deliberadamente a saúde e a felicidade de seus usuários para gerar engajamento e lucro. Sabemos que a geração mais jovem moldará o futuro - as apostas são muito altas para que o status quo continue. - [Chame um estuprador de crianças de "estuprador de crianças"](https://qgfeminista.org/chame-um-estuprador-de-criancas-de-estuprador-de-criancas/): A primeira vez que ouvi o termo “Pessoa/Pessoas Atraídas por Menores” foi em uma entrevista com Tom O’Carroll, um membro-chave do PIE — Pedophile Information Exchange (grupo que ficou conhecido no UK por fazer apologia ao abuso infantil) que é sexualmente excitado por crianças pré-adolescentes. O’Carroll me disse que achava que o termo alemão “kinder” deveria substituir a palavra “pedófilo” porque “soa como um tio gentil” A solução feminista para a higienização do abuso sexual infantil é livrar-se de todos os eufemismos e termos medicalizados e chamar esses indivíduos de estupradores de crianças e apologistas do abuso infantil. - [Como acadêmicos de universidades trataram sobre pedofilia em conferências de verão](https://qgfeminista.org/como-academicos-de-universidades-trataram-sobre-pedofilia-em-conferencias-de-verao/): A afirmação de que pedofilia é “natural e normal” não foi feita três décadas atrás, mas em julho de 2013. Não foi feita de maneira privada, mas sim como uma das reivindicações centrais em uma apresentação acadêmica, convidado por organizadores, muitos sendo especialistas chave no campo em uma conferência feita pela Universidade de Cambridge. - [Uma resposta contextualizada à apropriação da Mulheridade Negra](https://qgfeminista.org/uma-carta-muito-longa-para-as-minhas-irmas-uma-resposta-contextualizada-a-apropriacao-da-mulheridade-negra-pelo-transativismo/): Além de ser a-histórica, abusiva e racista, é profundamente sexista alegar que as mulheres Negras eram masculinas simplesmente por não encarnar certa ideia abstrata da feminilidade Branca. - [Nudez e empoderamento](https://qgfeminista.org/nudez-e-empoderamento/): Fomos convencidas de que nos empoderamos mostrando nossos corpos. - [Mulheres invisíveis](https://qgfeminista.org/mulheres-invisiveis/): Somos metade da população, mas vivemos em uma sociedade que não foi feita para nós - [Mulheres empilhadas](https://qgfeminista.org/mulheres-empilhadas/): Feminicídio: uma pilha de mulheres que não para de crescer. - [O pessoal é sempre político](https://qgfeminista.org/o-pessoal-e-sempre-politico/): Quantas vezes usamos frases como “políticas de escritório”, “políticas da família” e também “política do casamento”. E, no entanto, continuamos a ficar envergonhadas ou evitamos expressar as nossas opiniões quando se trata de reconhecer a existência da política em tudo que permeia a nossa vida cotidiana e pessoal. Para alguns, política é até um palavrão, […] - [Mulheres e história: entrevista com Gerda Lerner](https://qgfeminista.org/mulheres-e-historia-entrevista-com-gerda-lerner/): As mulheres têm uma história, participaram do fazer da história, mas só recentemente reconhecemos isso. - [A invenção das "infâncias trans" no México](https://qgfeminista.org/a-invencao-das-infancias-trans-no-mexico/): Entrevista com a feminista mexicana Laura Lecuona mostra por que ninguém nasce no “corpo errado” — e por que nós deveríamos nos preocupar com esse discurso Parte I Atualmente, têm sido submetidas propostas para introduzir políticas de “identidade de gênero” no Código Penal dominicano. As ramificações desse conceito dentro das políticas públicas representam uma semente que eventualmente […] - [O que é uma mulher?](https://qgfeminista.org/o-que-e-uma-mulher/): O que é uma mulher? Dispa todos os estereótipos e sobra no final uma fêmea humana adulta socializada. - [O que é Jineologia?](https://qgfeminista.org/o-que-e-jineologia/): Jineologia é garantir que o conhecimento que se lhe transmite seja transmitido à sociedade. - [O que não dizem às meninas sobre beber antes dos 18](https://qgfeminista.org/o-que-nao-dizem-as-meninas-sobre-beber-antes-dos-18/): Beber nunca é totalmente seguro, em nenhuma idade, mas quando adultos (eu espero) tendemos a evitar situações que parecem perigosas, estamos mais atentas e temos mais experiência. Infelizmente, os pais de vocês estão certos, quando somos jovens, tendemos a fazer coisas de caráter duvidoso, simplesmente porque, na hora, tudo parece muito legal e divertido e/ou porque você não quer ser a estraga prazeres que vai “manjar o rolê”. - [Águas justas](https://qgfeminista.org/aguas-justas/): Das amargas situações que atravessam o nó da minha garganta sem lhe permitir espaço para se afrouxar; das insubmissas vezes em que meus hormônios famintos entram em erupção pelo ínfimo vão existente entre o que o sobrou de carne: a catarse. - [O movimento de libertação das mulheres é baseado no sexo, não gênero.](https://qgfeminista.org/o-movimento-de-libertacao-das-mulheres-e-baseado-no-sexo-nao-genero/): Como feminista e neurocientista treinada, não acredito em uma “identidade de gênero” endógena. Muitas defensoras da libertação das mulheres (women’s liberationists) se aferram ao ideal de tratar seres humanos como indivíduos com interesses e habilidades que não necessariamente estejam correlacionadas com seus órgãos sexuais. Gênero é socialmente construído, e forças sociais também podem confundir a auto identidade, particularmente em casos onde pessoas não encaixam nas normas culturais. Muitas pessoas não se encaixam em comportamentos convencionados como “de menina” ou “ de menino”. Por que não simplesmente concluir que as categorias culturalmente definidas — de “feminino” e “masculino” — são o problema? - [Santa Inquisição: o maior feminicídio da história?](https://qgfeminista.org/santa-inquisicao-o-maior-feminicidio-da-historia/): Não existe um marco para "o fim da Inquisição". Isso nos faz pensar se ela realmente acabou, quando vivemos em uma sociedade supostamente moderna (ou pós-moderna, para alguns) e, ainda assim, a intolerância religiosa só foi considerada crime no Brasil no ano de 1989, há apenas 30 anos. - [Pornografia e prostituição na ordem patriarcal: perspectivas abolicionistas](https://qgfeminista.org/pornografia-e-prostituicao-na-ordem-patriarcal-perspectivas-abolicionistas/): A pornografia e a prostituição são uma forma brutal de violência porque os corpos das mulheres são mercantilizados, apesar de os prostituintes terem encontrado um relato para tranquilizar sua consciência: o ato prostitucional é consentido pelas duas partes e se assemelha a uma relação mercantil — cada um coloca o que tem: dinheiro e corpo. Colocar os corpos das mulheres no mercado implica sua desumanização. Além disso, todas essas razões são as que fazem com que uma parte cada vez maior das práticas masculinas que os homens executam na prostituição e na pornografia sejam explícita e fisicamente violentas. - [Seu feminismo apoia as mulheres vulneráveis?](https://qgfeminista.org/seu-feminismo-apoia-as-mulheres-vulneraveis/): A opressão feminina existe e ainda vai levar muito tempo para que seja devidamente combatida, justamente porque muita gente acredita que as mulheres nem oprimidas mais são, simplesmente porque “se identificam com o sexo que nasceram”. Portanto, é preciso retomar o movimento pela libertação de todas as mulheres fincando o pé quanto aos seus direitos como seres humanos. - [Feministas costumavam rejeitar revistas como a Cosmo, agora devemos celebrá-las como "empoderadoras"](https://qgfeminista.org/feministas-costumavam-rejeitar-revistas-como-a-cosmo-agora-devemos-celebra-las-como-empoderadoras/): Depois de serem pressionados pelo National Center on Sexual Exploitation, o Walmart retirou a Cosmopolitan das suas filas de checkout. Agora, as feministas liberais estão defendendo a revista como empoderadora para as mulheres. - [“O Dilema das Redes” sob um olhar feminista](https://qgfeminista.org/o-dilema-das-redes-sob-um-olhar-feminista/): O Dilema das Redes, documentário lançado pela Netflix, tem deixado muita gente paranoica e sem dormir. A narrativa de como as redes sociais são capazes de implodir uma sociedade é de fato chocante, principalmente quando endossadas por ex-funcionários, como Justin Rosenstein, um dos criadores do botão Curtir do Facebook. - [A dificuldade da mulher autista na sociedade](https://qgfeminista.org/a-dificuldade-da-mulher-autista-na-sociedade/): As mulheres no espectro precisam da voz do feminismo, elas são silenciadas pelas suas características e estereotipias. Não podemos deixá-las expostas desta forma, sem uma ferramenta de defesa. O patriarcado as engole vorazmente, nós mulheres típicas precisamos usar nossas ferramentas para apoiá-las, temos de ouvi-las e inseri-las cada vez mais ao movimento. - [Decifrando a Esfinge: Autismo e o magnetismo da transição de gênero](https://qgfeminista.org/decifrando-a-esfinge-autismo-e-o-magnetismo-da-transicao-de-genero/): Será que pessoas autistas trans — que legitimamente protestam contra as principais organizações de autismo que se concentram em uma “cura” para o autismo em vez de acomodações respeitosas para nossas diferenças e necessidades médicas — sabem que médicos de gênero muito bem conectados, muito respeitados e muito poderosos estão afirmando que transição de gênero cura os sintomas do autismo? Será que as pessoas trans autistas — que discutem corretamente as implicações de negar que alguém pode ser autista e ter uma identidade de gênero variante — sabem que é um debate clínico ativo se sua deficiência e todas os seus sofrimentos são “apenas” resultado de ter vindo de alguma forma no “corpo errado”? - [Prostituição Online](https://qgfeminista.org/__trashed-3/): Como esperado, o surgimento das redes sociais nos anos 2010 acelerou a organização da prostituição online local e em grande escala, uma prática que se transforma com a aparição de cada novo aplicativo, site de encontros, ou agência de acompanhantes online. Segundo o Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (ONUDC), passam pela Internet dois terços do tráfico humano, que corresponde à terceira fonte de lucro no mundo. - [Instalação de fronteira do Texas está negligenciando crianças migrantes](https://qgfeminista.org/instalacao-de-fronteira-do-texas-esta-negligenciando-criancas-migrantes/): As instalações do governo estão superlotadas e cinco crianças imigrantes morreram desde o final do ano passado após serem detidas pela Alfândega e Proteção de Fronteiras. Uma mãe adolescente com um bebê prematuro foi encontrada na semana anterior a esta reportagem em um centro de processamento da Patrulha da Fronteira do Texas, após ser detida por nove dias pelo governo. - [A Criança e seus Inimigos](https://qgfeminista.org/a-crianca-e-seus-inimigos/): A criança deve ser considerada como uma individualidade ou como um objeto a ser moldado de acordo com os caprichos e fantasias daqueles sobre ela? - [Sobre infâncias de meninas negras](https://qgfeminista.org/sobre-infancias-de-meninas-negras/): A boneca tinha a cor que contrastava a sua pele Achava o brinquedo radiante, mesmo que estive rabiscado e sujo ## Pages - [Como publicar na QG Feminista](https://qgfeminista.org/como-publicar-seu-texto-na-revista-qg-feminista/): Olá, não estamos mais recebendo novos textos. Mas agradecemos demais a sua disponibilidade em nos buscar, de qualquer forma. Um abraço! - [Cartilhas e E-books](https://qgfeminista.org/e-books/): ORGANIZAÇÃO FEMINISTA Clique abaixo para baixar o livro “Da Organização Política Feminista: memória, experiência e bases para a luta feminista”, uma coletânea de textos sobre a luta organizada das mulheres, feito pelo Feminismo Com Classe: Da Organização Política do Movimento Feminista.pdfMemória, experiência e bases para a luta feminista CONHEÇA A LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO […] - [Projetos feministas para conhecer](https://qgfeminista.org/paginas-coletivas-organizacoes-feministas/): Associação MátriaNacional Oitava FeministaNiterói / RJ Coletiva MarizNacional Raizes FeministasNacional Sementes ColetivaNacional Coletiva SomaNacional Blogs Correnteza Feminista Radfem.info Militância Materna Feminismo com Classe Vulva Negra Arquivista Radical Garra Feminista Revista Labrys Recuse a clicar Antipornografia O pessoal é político Coletivo Perseguidas Revista Entendidas Milharal Feminista Material abolicionista Feministas no Instagram para conhecer Radical Feminist accounts/collectives/organizations […] - [Home](https://qgfeminista.org/) - [A Coletiva QG Feminista](https://qgfeminista.org/quem-somos-nos/): Uma coletiva de mulheres brasileiras que cometem a transgressão indesculpável de se declararem feministas e radicais. De diversas partes do Brasil e do mundo; de diferentes histórias, trajetórias, idades, raças, classes, formações profissionais e orientações sexuais. Múltiplas, e nosso olhar traz essa carga, porque é complexa a realidade da mulher atravessada pelas tensões de sexo, raça e classe; e a libertação de cada uma depende da libertação de todas. - [Livros para colorir](https://qgfeminista.org/livros-para-colorir/): Aqui você encontra livrinhos de colorir para fazer download gratuitamente e imprimir! Os livros são perfeitos para presentear meninos e meninas de todas as idades, contando histórias de mulheres e meninas maravilhosas que merecem ser conhecidas por todos nós. Todo esse material é produzido pela Cachalote Publicações. A venda é proibida assim como a retirada dos créditos. […] - [Folheteria](https://qgfeminista.org/folheteria/): Aqui você encontra folhetos, folders, flyers, cartazes e todo tipo de material para você fazer download gratuitamente, imprimir e usar. Vamos juntas! Todo esse material é produzido pela Cachalote Publicações. A venda é proibida assim como a retirada dos créditos. Cartazetes Em formato A3, A4 e A5, você pode imprimir, fotocopiar e espalhar por aí […] - [Zines](https://qgfeminista.org/zines/): ZINE #01 Zine #01 – O que é feminismo? Zine #02 – Especial Direitos Reprodutivos Zine #3 – Especial Direitos das Meninas Zine #4 – Raça Zine #5 – Da transgressão indesculpável de se declarar feminista Zine #6 – Especial Maternidade Zine #7 – Especial Indústria do Sexo Zine #8 – Especial Lesbianidade Zine #9 […] ## Optional - [Agent (MCP protocol)](websites-agents.hostinger.com/qgfeminista.org/mcp) [comment]: # (Generated by Hostinger Tools Plugin)