Apesar disso, a ativista afirma que a luta dos movimentos das mulheres negras tem sido importante para recuperar a auto-estima e mostrar o protagonismo na sociedade. Ela ressalta que as mulheres são muito fortes quando têm esse poder de falar e de serem ouvidas.
“Eu nunca pensei em ‘afro-alemã’ como um conceito positivo antes”, ela disse, falando da dor de ter que viver uma diferença que não tem nome, falando por meio do poder crescente forjado pelo autoexame daquela diferença.
O combate às violências que as mulheres sofrem é primordial para que tenhamos uma sociedade mais justa. A misoginia na sociedade atinge todas as mulheres, independente de classe social ou raça, porém não atinge de forma igual.
O tráfico de escravos está vivo e passa bem, mas foi repaginado dentro do capitalismo neoliberal. Durante o ato da prostituição, os corpos de mulheres e garotas são colonizados pelo homem que as usa. Como a esquerda pode ignorar isso, enquanto afirma estar lutando por uma sociedade igualitária livre de opressões, é algo além do que posso compreender.
40,177FãsCurtir
10,791SeguidoresSeguir
951InscritosInscrever