O delírio masculino:  A leitura feminista da Psicanálise desmascara o Falo

Como mulher, acredito ainda que a tentativa de construção de um conhecimento ginocentrico, ou seja, focado exclusivamente em mulheres, é indispensável para a nossa emancipação. Uma ciência que tem como referência de ser humano o homem branco, ocidental e europeu não pode dar conta das mulheres. É necessário que resgatemos nossa história, conheçamos nossa anatomia, estudemos nossos processos químicos e nos voltemos para as nossas questões psíquicas.

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Ser uma adolescente negra pode matar-te por dentro

A construção social da feminilidade, dá-se no interior de uma ideologia fomentada pelo patriarcado no intuito de aprisionar a fêmea branca. Feminilidade tal a conhecemos, jamais tratara-se de um conceito interessado em abarcar as vivências de mulheres negras. O padrão de opressão é caucasiano, deste modo, pretas são duplamente extirpadas, para que nele caibam. Nossa repressão tece-se por vias diferenciadas.

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Sobre sexo “de verdade”

A gente se acostuma com a ideia de não gostar de sexo. A gente meio que espera isso. A dor, o desconforto, o cara se jogando cansado do nosso lado depois de se satisfazer. E a gente também se acostuma com a recusa deles em nos fazer sexo oral, pelo motivo que for, não importa o quão cretino (comentários em relação ao gosto e aos pêlos toda mulher já deve ter ouvido de um homem pelo menos uma vez na vida.

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